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4 curiosidades sobre ballet que você deveria conhecer

O ballet é uma dança bastante tradicional e praticada em vários lugares do mundo. Ela requer aplicação de técnicas e principalmente leveza nos movimentos para a execução adequada dos passos.

Apesar de ser conhecida e facilmente reconhecida, a dança tem algumas peculiaridades que poucas pessoas conhecem. Continue a leitura deste post para descobrir 4 curiosidades sobre ballet.

História do ballet

O ballet foi criado no século 15 pelos nobres italianos em período renascentista, com o objetivo de promover entretenimento para pessoas da corte em festas aristocráticas. Tratavam-se de espetáculos com enredos teatrais e a disseminação de sua prática se estendeu até a Inglaterra, a Rússia e a França.

Neste último país, sabe-se que o principal motivador foi o casamento entre a nobre italiana Caterina de Medici com o príncipe herdeiro francês Henri II. O gosto pela dança fez com que a aristocrata italiana a levasse para o outro país e incentivasse sua prática em festas e apresentações.

Sua prática atravessou séculos, sofrendo algumas modificações como o maior foco dado à música e à dança, alteração dos trajes usados nas performances, adaptações das sapatilhas, entre outras.

4 curiosidades sobre ballet

Tantos anos de existência fizeram com que o ballet reunisse não apenas uma série de técnicas e passos, mas também algumas curiosidades. Acompanhe a leitura para entender quais são elas.

1. Estilos de tutu

Os tutus são uma das curiosidades sobre ballet. Sim, diferentemente do que algumas pessoas podem pensar, existe mais de um tipo de tutu. Eles se diferenciam em seus formatos, tipo de tecido, comprimento, materiais para apoio, bordados etc. Os tipos são: bandeja (ou prato ou panqueca), sino, balanchine, romântico e tutu de ensaio.

2. Princípios básicos

Como mencionamos, para a execução da dança, é preciso bastante técnica e passos apurados. Alguns dos princípios básicos são: leveza, harmonia, postura ereta, membros inferiores voltados para rotação externa, disciplina, simetria e verticalidade corporal.

3. Benefícios da prática para o corpo

Além do fortalecimento de músculos, principalmente de membros inferiores, e auxílio na flexibilidade, o ballet promove o equilíbrio (especialmente quando consideramos que os bailarinos precisam se equilibrar em sapatilhas de ponta com superfície de contato com o solo medindo cerca de 2,5 cm² apenas). Tudo isso sem contar que pode ser considerado uma atividade física, promovendo bem-estar e auxiliando na manutenção da saúde.

4. Evolução das sapatilhas

Quando o ballet foi criado, por ser uma dança nobre, era executada com sapatos de salto. Isso foi quebrado no século 18 com o primeiro uso de sapatilha sem salto. Somente depois da Revolução Francesa os saltos deixaram de ser um padrão e surgiram as sapatilhas de ponta, com o objetivo de conferir maior leveza para os movimentos das bailarinas.

Conhecer as curiosidades sobre ballet é fundamental para qualquer bailarino. Dessa maneira, é possível compreender melhor a elaboração das vestimentas, a importância do uso de sapatilhas e os processos de criação dos passos. Tais fatores são capazes de aumentar o interesse e a identificação pela dança.

Por falar em interesse, aproveite para entender a história do ballet de forma ainda mais aprofundada!

Afinal, como se tornar uma bailarina famosa? Descubra agora!

Muitas meninas têm o sonho de viver da dança e de conquistar a fama com seus passos e desenvoltura. Entretanto, alcançar esse objetivo não é tão simples assim. Para se tornar uma bailarina famosa, além de talento, é preciso muita dedicação. A prática constante é fundamental para bailarinas e bailarinos que desejam alcançar prestígio. Essas pessoas devem, em primeiro lugar, desenvolver suas habilidades e performance, tornando-se profissionais únicos, dançarinos diferenciados e com algo a mais.

Se essa é sua meta de vida, continue a leitura e entenda o que é necessário para se destacar na carreira e brilhar nos palcos!

Aperfeiçoamento constantemente

São muitas as habilidades que os profissionais da dança precisam adquirir para se tornarem bailarinos excelentes e conquistarem a fama. Por isso, os treinos e aprendizados devem estar na rotina de todos os dias e têm que ser praticados com muita disciplina.

Além de conhecer bem todos os passos e ter bastante conhecimento técnico, é preciso determinação para estudar constantemente e sempre melhorar. Afinal de contas, uma bailarina famosa sabe que tem sempre o que aprender, pois, só assim, poderá dar o seu melhor nos palcos.

Muita experiência de palco

Quem sonha com a fama no balé deve, também, desenvolver experiência de palco. Apresentar-se em público desde cedo ajuda os bailarinos a ganharem mais confiança, a perderem a timidez e a se tonarem profissionais distintos. Somente estando de frente para a plateia para saber, de fato, como lidar com os desafios desse momento. Com a prática, você conseguirá superar o nervosismo, desenvolver estratégias de concentração, realizar um trabalho impecável e mostrar todo seu talento.

Técnicas corporais diferenciadas

Outra coisa muito importante para se destacar nos palcos é realizar os movimentos com leveza, elegância e domínio. Contudo, para que isso seja possível, é necessário aprimorar as técnicas corporais, desenvolvendo habilidades diferenciadas.

Você, que deseja ser uma celebridade da dança, pode aprimorar essas técnicas investindo em exercícios de alongamento e procurando melhorar a flexibilidade. Além disso, pratique atividades para fortalecer a musculatura, corrija sua postura, estude a fundo os movimentos e treine todos os dias.

Perseverança e controle emocional

A jornada para se tornar uma bailarina famosa é cheia de surpresas e desafios. Ao decidir por ela, você precisa estar ciente que, além de um preparo físico caprichado, é fundamental ter perseverança e controle emocional.

Em alguns momentos você poderá ouvir “nãos”, e achar que é incapaz de seguir nessa carreira, mas saiba que grandes nomes da dança também enfrentaram dificuldades até conquistarem o reconhecimento. Por isso, não desanime, mas saiba até onde ir, mantenha os pés no chão e, acima de tudo, pratique o balé por amor.

Realizar o sonho de se tornar uma bailarina famosa, como vimos, não é algo fácil. Contudo, se você tiver empenho e um bom acompanhamento, conseguirá evoluir na dança e se tornará cada vez melhor.

Agora que você já sabe o que é necessário para ser uma referência no balé, assine nossa newsletter e receba conteúdos incríveis para ajudar na sua trajetória.

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Russian State Ballet: conheça uma das melhores companhias de balé clássico

Se você é apaixonada por balé, dança e arte em geral, com certeza Russian State Ballet é um assunto que te interessa. Essa companhia é bastante importante para a história do balé, então pode agregar muito valor e conhecimento para a prática da dança, independente se você a pratique de forma profissional ou casual.

Confira a leitura deste artigo para saber o que exatamente é Russian State Ballet, quais são os diferenciais das suas apresentações, quais foram suas mais recentes turnês e, depois, por que é importante que você assista a esse espetáculo. Confira!

O que exatamente é Russian State Ballet?

Também conhecida como Russian State Ballet of Siberia ou Ballet da Rússia, essa é uma companhia de balé clássico fundada no ano de 1978 por graduados das escolas coreográficas de Moscou, São Petersburgo, Kiev e outras cidades.

A empresa é composta por mais de 40 dançarinos e 30 músicos altamente qualificados, sendo considerada uma das melhores companhias de balé clássico da Rússia e construindo uma reputação internacional por oferecer performances com alto nível de qualidade e profundidade.

Quais são os diferenciais de suas apresentações?

As produções dessa companhia mesclam o mundo tradicional com modernidades digitais, o que cria encenações coloridas em constantes mudanças com efeitos especiais de ponta, fascinando o público com habilidades físicas excepcionais e trajes belos.

É importante ressaltar que a empresa conta com poucos cenários nas apresentações e esse é um dos principais diferenciais, pois graças aos elementos como a performance, orquestra, os trajes, luzes e fundo de cenário, os espetáculos conseguem encantar o público.

Entre as diversas peças reproduzidas estão A Bela Adormecida, Romeu e Julieta, Quebra-Nozes, Dom Quixote, Spartacus, entre outras.

Mas um dos espetáculos que mais se destacam é O Lago dos Cisnes. Do palácio ao lago iluminado pela lua, os cisnes deslizam em perfeita formação. Enquanto isso, o papel duplo de Odette e Odile desempenhado pela bailarina de alto nível é um dos desafios técnicos mais surpreendentes do balé.

Quais foram as recentes turnês da companhia?

O Russian State Ballet realiza constantes turnês ao redor do mundo, mas a última vez que a companhia esteve no Brasil foi no primeiro semestre do ano de 2018 e em São Paulo, quando contou a história O Lago dos Cines.

Conforme o site oficial da organização, no segundo semestre do ano de 2019, a empresa fará uma turnê no Reino Unido até o começo de dezembro. Ela retornará em março de 2020 realizando apresentações ainda na Inglaterra, País de Gales e Escócia.

Por que assistir ao espetáculo do Russian State Ballet?

Os espetáculos do Russian State Ballet são ideais para os fãs de balé clássico que desejam conhecer ou relembrar as principais coreografias do gênero.

O elenco executa passos certeiros que impressionam apreciadores de arte em geral, sejam eles crianças que ainda estão conhecendo sobre esse mundo até os mais experientes. É simplesmente impossível não se maravilhar com a peça, consistindo em uma experiência que agregará bastante conhecimento para sua carreira.

As performances do Russian State Ballet são imperdíveis e, se você é apaixonada pela dança e tem o sonho de se tornar uma bailaria profissional de alto nível, é crucial assistir aos espetáculos desempenhados pelos integrantes da empresa.

Que tal conhecer ainda mais sobre a história do ballet russo? Leia já nosso artigo que traz a história do Ballet Bolshoi!

Ballet e carreira: como uma bailarina chega ao Prix de Lausanne

Ser uma bailarina de sucesso, participar de grandes festivais nacionais e internacionais é o sonho de muitas estudantes. Mas para Isabella Bellotti, 16 anos, esse futuro já está sendo desenhado. No prestigiado Prix de Lausanne, a paulista relembra sua trajetória e compartilha essa experiência conosco diretamente da Suíça.

Também em terras suíças, o maior ballet do mundo chama-se Bolshoi e é uma grande referência para a dança. Clique aqui e veja a história desse fenômeno!

Isabella conheceu o ballet na escolinha que frequentava quando tinha apenas dois anos. Desde então, direciona seus esforços em prol de um único objetivo: se tornar bailarina profissional. Vencedora da seletiva no Uruguai, vem construindo sua carreira aos poucos e com muito esforço. “Além de muita dedicação e trabalho, abdiquei de festas, reuniões de família e lazer para chegar onde estou”, lembra.

Foi com uma rotina diária intensa de treinos, trabalho físico, preparo mental e emocional que ela conseguiu chegar até Lausanne. “Determinei o Prix como uma meta e me dediquei ao máximo para alcançar”, esclarece a aluna da escola Adriana Assaf. Mas a Suíça não é o único destino internacional que Isabella já esteve em nome da dança. Alemanha, Argentina e o próprio Uruguai foram países que visitou para participar de eventos similares. “Já participei de vários festivais nacionais e internacionais, mas, de tamanha importância, é o primeiro”, admite.

O ballet por trás do glamour

Conhecer o mundo fazendo o que mais ama pode parecer muito fácil, mas não é bem assim. Estar sozinha em um país diferente, com uma língua desconhecida, longe dos familiares e amigos, é também um desafio. Mesmo assim, a adolescente considera a experiência “importante para o amadurecimento de uma bailarina”.

Para exercer a profissão no Brasil, as bailarinas precisam de um documento conhecido como DRT. Veja mais informações clicando aqui.

Amadurecimento é, aliás, palavra de ordem para quem deseja seguir a profissão. É preciso lidar com desafios físicos e emocionais dia após dia. “Não nasci com facilidades físicas, precisei trabalhar muito para superar minhas dificuldades. Em relação ao emocional, acho que deve ser um trabalho constante na vida de um bailarino”.

Um passo atrás do outro

Ao final do concurso de ballet, Isabella pretende conseguir uma bolsa de estudos em outro país para seguir o sonho de se tornar uma renomada profissional. Ela dá a dica para quem deseja seguir os mesmos passos que ela: “O importante é não desistir nunca, pois sempre existirão momentos difíceis. Acreditar em si, determinar metas, trabalhar muito, ter humildade e buscar sempre se espelhar em grandes bailarinas são alguns caminhos para ir longe”, finaliza.

Gostaria de mais dicas sobre como seguir carreira no ballet? Clique aqui e veja mais detalhes!

 

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Cambré - Evidence Ballet

Descubra o que é cambré e como melhorá-lo

Você sabe o que é cambré? Antes de dar dicas de como executá-lo, vamos explicar sobre esse movimento. A palavra que dá nome a ele significa arqueado, ou seja, o movimento que consiste em dobrar o corpo na parte da cintura, para a frente, para trás ou para os lados, com a cabeça sempre acompanhando a direção dos braços.

Um bom cambré é aquele realizado com força e flexibilidade. Por isso, alguns exercícios e dicas são importantes para fortalecer o corpo e ter mais alongamento para executá-lo com maestria. Hoje, você vai conferir algumas dicas para melhorar seu cambré. Acompanhe!

1. Tenha cuidado para não exagerar

É comum que a vontade de realizar um movimento perfeito seja tanta, que a bailarina acabe por exagerar na execução do exercício, podendo até se machucar. Como o cambré exige um bom alongamento, ele deverá ser aperfeiçoado aos poucos, até se chegar ao resultado desejado.

Prepare-se, respeite seu corpo e não se compare com outras bailarinas, pois cada uma tem um tempo. O importante é fazer exercícios e preparar o corpo para se alongar bastante.

2. Faça exercícios de alongamento

Os exercícios de alongamento são a parte mais importante no processo de realização do cambré. Sempre que possível, faça os movimentos a seguir para soltar a musculatura e prepará-la para os movimentos do ballet.

Curve as costas para cima

Deitada, com a barriga para baixo, empurre o chão com as mãos e suba os troncos, com as mãos posicionadas sempre na linha dos ombros. Fique 30 segundos nessa posição e alongue o máximo que conseguir. Depois, sente-se sobre o joelho e leve as mãos à frente, abaixando a cabeça e alongando a coluna.

Alongue pernas e coluna

Outro exercício importante para se preparar para o cambré é o alongamento das pernas e da coluna. Sentada com as pernas unidas e bem esticadas, leve os braços para a frente, tocando os pés. Fique nessa posição quanto tempo conseguir. Depois, descanse e repita por mais três vezes.

Faça exercícios de alongamento para o tronco

Deite-se com a barriga para baixo e, com as pernas unidas, peça para uma colega sentar-se sobre elas. Depois, estenda os braços nas laterais e suba o tronco. Fique nessa posição por 30 segundos. Descanse e repita mais três vezes.

3. Melhore sua postura no dia a dia

A postura é uma das características mais marcantes da bailarina. Por isso, é importante buscar sempre melhorá-la, já que estar sempre com a coluna ereta ajuda a manter os músculos trabalhando e facilita na hora de fazer os movimentos, inclusive o cambré.

Uma bailarina que não tem uma postura correta no dia a dia tem mais dificuldade para realizar os movimentos, que precisam de técnica e da coluna no lugar para serem bem executados. Por isso, invista em exercícios de alongamento e força abdominal, como o pilates.

Depois de descobrir o que é cambré e como realizá-lo com sucesso, você pode perceber que alongamento e postura são os grandes segredos para sempre aperfeiçoar sua performance como bailarina. Seja perseverante e atenta aos detalhes e logo vai perceber uma melhora significativa em seus movimentos!

E você, já sabe fazer um bom cambré? Conte para nós o que ajudou você a desenvolvê-lo!

 

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5 dicas para aumentar a autoconfiança da bailarina

Em alguns momentos, nos deparamos com inseguranças que surgem quando somos questionados ou percebemos que algo está fora do padrão. Entretanto, aumentar a autoconfiança é fundamental em qualquer aspecto da vida.

Para uma bailarina, ter segurança e convicção de seus pontos fortes é essencial. Essa atitude é importante para ter firmeza ao realizar movimentos precisos, dar a postura que o balé necessita, se firmar como profissional e para se relacionar com colegas e amigos na vida pessoal.

Quer saber como ser mais confiante e mais feliz em sua carreira e na vida? Continue a leitura deste artigo e acompanhe nossas dicas!

1. Aprenda a ser resiliente diante das dificuldades

A resiliência é a adaptação a qualquer adversidade da vida. Saber agir nos momentos em que algo não saiu como planejado é uma forma de crescimento pessoal que ajuda muito a aumentar a confiança.

Entender que você tem a capacidade de se adaptar a uma situação que está fora do que foi esquematizado traz mais segurança, principalmente para uma bailarina, que precisa saber lidar com erros de coreografia, problemas de som na hora de apresentação, entre outras adversidades.

2. Evite comparações com outras colegas

Querer ser igual a determinadas pessoas não traz benefícios a ninguém. Inspire-se em quem você admira, mas não compare sua vida e sua performance com outras bailarinas. Cada um tem seus próprios limites, e você precisa ultrapassar os seus, não os de terceiros.

Comemorar suas pequenas vitórias sem pensar se isso é grande ou pequeno para as colegas é uma excelente maneira de aumentar a autoconfiança. Portanto, apenas se valorize e procure avançar cada vez mais.

3. Cerque-se de companhias positivas

O círculo de amizade em que vivemos reflete em nosso comportamento. Se você está rodeada de pessoas que criticam demais e não têm alegria ao ver suas vitórias, é hora de pensar em mudar de grupo.

Esteja sempre ao lado de pessoas alegres, que incentivem e inspirem seu trabalho e sua vida. Assim, você entrará nessa energia positiva para correr atrás dos seus sonhos e ter a certeza de que estará fazendo o que pode para alcançá-los.

4. Use bons equipamentos

A autoconfiança vem de dentro, mas também é preciso investir na parte externa para se sentir segura e dar o melhor de si nos palcos. Bons equipamentos são importantes nessa etapa, já que vão garantir que você esteja sempre confortável e confiante durantes os ensaios e apresentações.

5. Trabalhe o autoconhecimento

Saber quais são seus medos, suas virtudes e suas falhas também é importante. Trabalhar o autoconhecimento não é fácil, mas você pode começar meditando, indo a um terapeuta ou fazendo alguns exercícios, como listar situações específicas e o que você sente em cada uma delas. Esse é o primeiro passo para encarar desafios e saber no que você é boa de verdade.

Aumentar a autoconfiança é um passo importante no processo de evolução de uma bailarina, não só pela profissão, mas também pela sua postura perante a vida e suas adversidades. Uma pessoa confiante certamente tem mais desenvoltura para lidar com problemas, pois sabe que eles são passageiros e que sempre é possível ir mais longe.

Agora que você conhece todas as dicas para ter mais segurança, descubra como equilibrar um estilo de vida fitness com a qualidade de vida e mudar sua saúde!

3 opções de dança para espantar a depressão

“Quem dança seus males espanta”, diz o ditado. Não duvide dele. Considerada o “mal do século XXI” pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão já atinge 5,8% dos brasileiros. Esse índice coloca o Brasil em primeiro lugar no ranking de pessoas com o transtorno na América Latina.

Com a doença, o paciente perde o prazer de viver, sente-se cansado, ansioso e irritado ao realizar as atividades cotidianas. As causas são diversas e podem estar relacionadas ao histórico familiar, disfunções hormonais, traumas físicos e psicológicos ou sedentarismo.

Mas você sabia que, associada a medicamentos e terapias, a dança pode ajudar muito no tratamento deste transtorno? É o que afirma um estudo realizado pela Universidade Southwersten, do Texas (EUA). De acordo com a pesquisa, a prática de atividades aeróbicas – três vezes por semana com duração de 30 minutos, reduz quase pela metade os sintomas de uma depressão moderada. Por isso separamos abaixo três modalidades de dança que irão ajudar no combate à doença com mais leveza. Confira:

Zumba – Confiança em alta

SHAPE OF YOU – ZUMBA COREOGRAFIA

Autoestima é uma das primeiras coisas a irem embora quando a depressão chega. Com aumento de peso e insônia, a tendência é diminuir cada vez mais o cuidado com a aparência física. A zumba recupera grande parte da confiança perdida, pois modela o corpo, dá mais disposição e vai aos poucos devolvendo a autoestima.

Ballet – Foco na coreografia

O Lago dos Cisnes (Swan Lake) – Final

Concentrar-se em algo por muito ou pouco tempo torna-se um grande desafio para quem está depressivo. Com passos bem elaborados, o ballet estimula a concentração e o foco, já que é necessário memorizar e, em seguida, reproduzir os movimentos. Além disso, a própria música clássica (trilha sonora padrão da modalidade) ajuda a induzir um estado meditativo inconsciente, fazendo com que o pensamento não fuja do tempo presente. Ainda está em dúvida? Veja aqui sete motivos para eleger o ballet como sua atividade física favorita.

Dança de Salão – Contato e interação

Samba de Gafieira – Layssa & Arthur Liebscher

Praticada em pares, a Dança de Salão favorece o contato com outras pessoas. Isso pode diminuir os sentimentos de isolamento e fazer com que o portador de depressão interaja mais com o mundo a sua volta. A interação provoca o aumento da quantidade de betaendorfina (substância produzida pelo cérebro que se transforma em endorfina). Com isso, eleva-se a sensação de prazer, felicidade e satisfação. Clique aqui e confira os 5 estilos de dança de salão super descolados e diferentes para você conhecer e aproveitar a dois.

Não é fácil encarar a depressão e lutar pela própria recuperação, mas a dança pode ajudar – e muito – nessa tarefa. Por isso, use e abuse desta terapia que cuida do corpo e da alma com muita saúde e diversão. Se preferir, antes de se matricular em uma academia ou estúdio de dança, conheça melhor os estilos sem sair do seu smartphone clicando aqui.

 

Entenda por que você não deveria faltar ao treino de ballet

 

Com todas as tarefas e os compromissos do dia a dia, às vezes, é difícil manter a regularidade no treino de ballet. O cansaço, a chuva ou o trânsito também podem virar desculpas para faltar. É claro que imprevistos podem acontecer, mas eles devem ser ocasionais. É preciso estar atento para que as faltas não virem algo frequente.

Você sabe qual a importância de manter a assiduidade nos treinos? No post de hoje, vamos mostrar quais as consequências e os problemas em faltar aos treinos com frequência. Se você está no time dos faltosos, o artigo de hoje é para você!

Você não vê o progresso acontecer

A primeira e principal consequência das faltas frequentes é a estagnação. O progresso acontece a cada aula, seja com um novo movimento aprendido, seja com a lapidação de uma técnica. Quem falta muito não consegue manter o ritmo das aulas — é preciso ficar sempre relembrando os passos aprendidos e, com isso, não é possível avançar na técnica.

Você perde o ritmo das aulas

Como comentamos no primeiro tópico, perde-se o ritmo de aulas ao faltar muito. Se a aula é em grupo, você ainda atrapalha o desenvolvimento dos seus colegas também. A professora precisará parar a aula mais vezes, relembrar técnicas, movimentos e sequências já passadas com frequência. Isso diminui o ritmo da aula.

Seu corpo fica desacostumado

O corpo humano se acostuma rapidamente com a falta de atividade física. Então, após cada falta, é difícil voltar às aulas. Fora as perdas que podem ocorrer na flexibilidade e na coordenação e a dificuldade em lembrar os passos e técnicas. Ter que reaprender e recomeçar tudo de novo com frequência é desgastante. É muito mais fácil manter um hábito que criar um novo.

Você fica desmotivada para continuar

Uma das coisas que mais motivam a continuar a prática de atividade física é o progresso. Ao ver que ele não acontece ou acontece muito lentamente e que acompanhar as aulas está mais difícil, a motivação para continuar os treinos desaparece.

Outro detalhe que é bastante desmotivador é a comparação. Comparar-se com outros alunos que são mais frequentes fará com que você se desmotive, afinal eles têm mais horas de treino acumuladas que você. Isso significa que eles tiveram mais tempo para aprender e praticar os passos.

Entenda por que não faltar ao treino de ballet

Agora que você já entendeu as consequências de faltar muito às aulas de ballet, veja por que não faltar!

Tenha um comprometimento com você mesma, com sua professora e turma e com os seus objetivos. Para se tornar uma grande bailarina, é importante ter compromisso e dedicar-se aos treinos de ballet.

Não esqueça esta dica: vá para a aula! Vá cansada, vá com chuva, vá desanimada, mas vá. Talvez não renda sua melhor aula, mas a sensação de bem-estar e o sentimento do dever cumprido e de manter o compromisso com você mesma podem mudar o dia.

Como podemos ver, manter a frequência no treino de ballet é essencial para ter um bom desempenho. As faltas frequentes criam um ciclo que começa na estagnação e termina na desmotivação e no abandono da aula. Para evitar isso, coloque o ballet como prioridade na sua rotina. Tenha esse compromisso com você mesma e aproveite as aulas!

Entendeu por que não devemos faltar às aulas? Siga-nos nas redes sociais e fique por dentro dos conteúdos que postamos. Estamos no Facebook, e no Instagram.

Por que a expressão facial no ballet é importante?

Dançar ballet é uma arte que envolve o corpo, certo? Sim! Mas o corpo precisa ser entendido como todos os recursos que formam sua estrutura e dançam com você, incluindo o rosto. Muitas vezes, bailarinos e bailarinas não dão atenção à expressão facial e acabam comprometendo suas performances.

Não só de movimentos perfeitos vive a dança, mas também de emoção, paixão e verdade. E como transmitir isso para o público? Como envolvê-lo na narrativa do espetáculo, na atmosfera daquela apresentação?

A expressividade de quem dança encanta e convence a plateia ou provoca o contrário: entedia. Aqui, vamos conversar sobre o que faz a expressão facial no ballet ser essencial. Podemos começar?

A expressão facial transforma a dança

Imagine que uma bailarina está executando uma perfeita sequência de movimentos. A música é dramática, visceral. A narrativa da coreografia é trágica e bela. No entanto, o que o público vê é um sorriso em seu rosto.

Qualquer pessoa que não entenda de ballet percebe a falta de coerência. A expressão facial correta, condizente com todos esses elementos, transforma a dança. Consegue conferir unidade ao espetáculo ou contradição.

Por isso, ter atenção à própria expressão é fundamental. O ballet transcende a perfeição técnica e pede emoção, que precisa estar estampada no rosto de quem dança.

As expressões ajudam a encarnar diversos papéis

Como dissemos, quando bailarinas e bailarinos dançam, contam uma história. E, nesse enredo, encarnam papéis. Uma interpretação de O Lago dos Cisnes, por exemplo, precisa dar conta de marcar a diferença entre sentimentos e atitudes de Odette, a doce princesa transformada em um Cisne Branco, e de Odile, sua gêmea má e Cisne Negro.

Como fazer isso? Com os movimentos corporais mais suaves e delicados ou mais marcados e sensuais, mas também pelo olhar, pela contração sutil da face.

Para ser um profissional completo da dança, cada papel precisa ser interpretado com sinceridade e esmero.

O rosto de quem dança provoca sensações em quem assiste

Quantas pessoas já chegaram às lágrimas ao ver um lindo espetáculo de ballet? É provável que elas usem o termo “emocionante” para definir a experiência e com razão. É a expressão facial, tão humana e reconhecível, que conecta bailarinos e público.

Quem é leigo e está na plateia não entende da técnica dos passos, mas entende das emoções humanas. Se o rosto de um dançarino expressar dor, o público vai sofrer. Se expressar alegria, uma onda de contentamento espalha-se pela plateia.

Se o ballet é uma arte e a arte toca e instiga, cabe ao profissional treinar sua capacidade de transmitir sensações por meio do rosto. Isso é possível conhecendo a própria face, seu potencial e também treinando.

Mas nada de exagero: o público não quer uma sentir que vê uma simulação, precisa transparecer verdade.

O público reconhece a essência e a verdade do espetáculo por meio das expressões

Acabamos de dizer que a plateia quer ver um espetáculo com verdade, com essência, sem fingimentos. Também, não quer ver no rosto das bailarinas e bailarinos a insegurança estampada ou não “comprarão” a ideia da narrativa.

Um bom espetáculo, então, desperta emoções de forma completa. Pela beleza dos movimentos, mas também pela honestidade das expressões.

Assim, tentar copiar a expressão facial de outra pessoa é um engano. Cada um se expressa de uma maneira e ela precisa ser real para cativar. O rosto também é um bom “medidor” do desempenho dos profissionais da dança.

Para quem está começando, a tarefa pode ser difícil. Além de se preocupar em memorizar a coreografia, precisar atentar-se às expressões faciais requer o dobro de foco.

Mas quem ama o ballet sabe que a prática leva à perfeição e isso também acontece com as mensagens que o rosto passa.

Vale testar as expressões na frente do espelho, perguntar aos amigos sobre as suas reações naturais no cotidiano e as usar ao seu favor para passar sua verdade.

E você, tem alguma dúvida sobre expressão facial no ballet ou experiência para compartilhar? Conte para a gente, deixando seu comentário!

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Precisamos conversar sobre o Ballet masculino

A dança é uma atividade praticada tanto por mulheres quanto por homens. Porém, é fácil notar que estilos como o ballet masculino sofrem com o preconceito, causado pela ignorância de uma parte da sociedade.

Por isso, um assunto que precisa ser debatido é a presença de homens no ballet. A seguir, vamos mostrar a importância dos bailarinos ao longo da história, discutir os desafios dos dançarinos e entender os benefícios da prática. Confira!

Ballet: no começo, só para homens

Para quem acha que “ballet é coisa de menina”, um pouco de história pode fazer muito bem. O ballet clássico surgiu nas corte italianas por volta do século 15, criado por homens e praticado apenas por eles. As mulheres só apareceram na dança em 1681.

Mesmo depois que as mulheres passaram a ser aceitas nas academias de ballet, os homens mantiveram o papel de destaque. Um dos motivos é que as bailarinas eram obrigadas a usar roupas longas e pesadas, que dificultavam o movimento.

Mudanças

A partir do momento em que as coreografias com saltos e giros ganharam espaço, as mulheres tiveram que buscar uma solução para aparecer mais. A bailarina belga Marie Ann Cupis encurtou suas saias e baixou os saltos de seus sapatos a fim de desenvolver melhor os passos, revolucionando o ballet.

Ao longo do Romantismo, no século 19, as mulheres ganharam destaque na dança, em histórias que as colocavam como o ideal do amor. Assim, a figura da bailarina como um ícone da delicadeza, da suavidade e do mistério se consolidou — e passou a definir o modo como encaramos o próprio ballet de maneira geral.

Esse imaginário contrasta com um ideal de masculinidade que ganhou força nos séculos 19 e 20 e tem como alguns de seus valores a heterossexualidade, a virilidade, a rigidez e mesmo a brutalidade. Logo, até hoje, homens que praticam ballet acabam sofrendo por não seguir um padrão imposto pela sociedade e que é carregado de preconceito, machismo e homofobia.

Uma arte para todos

Ballet não tem nada a ver com gênero, sexualidade, etnia ou nacionalidade: é uma arte universal, que pode ser praticada e apreciada por qualquer um. Por isso, defender que não se trata de algo para homens é uma visão nociva, que causa dificuldades para os profissionais e pode constranger os jovens que desejam entrar para a dança.

A participação de dançarinos de alto nível é fundamental para o ballet de qualidade. Tanto é que, ao longo da história, vários homens se destacaram e foram reconhecidos, como Michel Fokine, Rudolf Nureyev, Mikhail Baryshnikov, Erik Bruhn, Arthur Mitchell e o brasileiro Thiago Soares, atual primeiro-bailarino do Royal Ballet de Londres.

Todos eles foram essenciais para o ballet e encantaram multidões ao redor do mundo, inspirando diversos homens a seguir seus passos. Além disso, desempenharam papel central em companhias como Ballet Bolshoi, Royal Danish Ballet School e New York City Ballet.

Benefícios do ballet masculino

O ballet traz diversos benefícios para os homens que o praticam. Além de ajudar a desconstruir uma visão deturpada da masculinidade, o estilo oferece vários ganhos de ordem física e mental.

Com seus exercícios, o ballet melhora a postura e a elasticidade do corpo. Além disso, aperfeiçoa o controle da respiração. Vale destacar também que a dança ajuda no emagrecimento e na definição muscular.

Não podemos nos esquecer dos ganhos de autoconhecimento e autoestima. Afinal, quem pratica ballet passa a conhecer melhor o próprio corpo, a descobrir as próprias limitações e como superá-las. Assim, o treino e a disciplina favorecem o crescimento pessoal e a uma maior confiança em si mesmo.

Por tudo isso, precisamos falar sempre mais sobre o ballet masculino. Então, que tal fazer esse debate continuar? Compartilhe o texto nas suas redes sociais!