ballet classico

Como entrar em forma dançando? Escolha a dança certa para você

Entrar em forma requer dedicação, dieta equilibrada e prática de atividades físicas, mas nem todo mundo gosta ou sente prazer em se exercitar. A dança surge como uma ótima alternativa para manter o corpo ativo e queimar calorias fazendo algo divertido.

Há uma série de modalidades de dança que são recomendadas para serem praticadas como um verdadeiro exercício físico. O post a seguir trará tudo que você precisa saber para entrar em forma dançando e se divertindo muito! Acompanhe!

Opções para entrar em forma

A academia ainda não é unanimidade e os exercícios lá praticados podem ser torturantes para algumas pessoas, mas as possibilidades não se limitam a esse tipo de prática. Por isso, é importante buscar opções que sejam agradáveis para quem deseja se manter praticando atividade física.

Na dança em geral, além da queima calórica e da possibilidade de manter o condicionamento físico, é possível encontrar descontração e divertimento. Além disso, aprender técnicas de danças como o ballet e o jazz, por exemplo, é algo que será levado para o resto da vida.

Benefícios do ballet e do jazz

Cada vez mais o jazz e o ballet têm sido procurados para serem praticados com a finalidade de atividade física, na busca também da queima de calorias e o alcance da forma ideal, além do aprendizado das técnicas de dança.

Antes de escolher uma das duas modalidades, o ideal é saber como cada uma é trabalhada e suas principais características. Vamos lá?

Ballet

Na prática do ballet, o aluno vai se deparar com uma série de movimentos característicos da dança, sempre sendo feitos com auxílio da barra. É uma arte de origem clássica, com passos marcados e bem elegantes.

A atividade é muito boa para desenvolver a flexibilidade, com muitos alongamentos, além da coordenação motora, muito bem trabalhada durante o ensinamento das técnicas rigorosas e bem disciplinadas.

Jazz

O jazz é uma dança moderna. Nas aulas, os alunos têm movimentos mais soltos e envolvidos pelo ritmo da música, sem a marcação tão rigorosa quanto no ballet, o que permite maior expressão corporal.

Dançar jazz faz com que o corpo fique mais definido e modela as curvas, além de melhorar a força e a resistência física, a musicalidade, o ritmo e a memória. Para essa prática, não há restrição de idade ou sexo.

Variações do ballet

O ballet possui variações que podem atender a gostos diversos. Veja a seguir qual é a versão que mais pode te agradar:

Ballet clássico

Como o nome mesmo sugere, é a prática mais tradicional da dança, com a coordenação de movimentos complexos, que superam os limites dos praticantes, sempre com o máximo de elegância. O ballet clássico usa roteiros de histórias para desenvolver as apresentações e coreografias.

Ballet moderno e contemporâneo

O ballet moderno introduziu novos conceitos da dança e rompeu a tradição do clássico. Ele permite mais a expressão de sentimentos do bailarino durante as apresentações, o que abriu espaço para a criação de novos movimentos.

O contemporâneo é a extensão do moderno, com a interpretação de movimentos inspirados na vida urbana e suas características. Foi muito difundido a partir dos anos 90.

Ballet fitness

O ballet fitness é uma invenção recente, com o foco justamente na parte física e estética. A prática alia movimentos tradicionais da dança aos exercícios físicos com repetições, como abdominais e flexões, tudo de maneira divertida e leve.

Agora que você já viu que é possível se exercitar sem os movimentos engessados de academia, já sabe qual dança vai escolher para entrar em forma? Conte a opção que mais despertou o seu interesse nos comentários!

Balé clássico, neoclássico ou contemporâneo? Quais as diferenças?

O balé é muito mais que uma apresentação de dança. Suas narrativas sensibilizam e interagem com as mais profundas emoções do telespectador em interpretações que mais parecem magia. São vilões, heróis, histórias de amor, de aventura e de amizade que encantam o público nas suas diferentes vertentes.

Através dos passos, gestos e movimentos minuciosos dos bailarinos, é possível mergulhar numa história e sentir-se parte dela. O balé clássico, por exemplo, possui histórias que atravessam gerações e fazem parte do imaginário popular há séculos, como é o caso de “O Lago dos Cisnes”, “O Quebra-Nozes” e “A Bela Adormecida”. Outros grandes romances também foram transformados em balés que muito cativaram o público, como “Os Três Mosqueteiros” e “O Grande Gatsby”.

Essa dança foi, ao longo do tempo, modernizando-se e acabou dividindo-se em três diferentes modalidades. São elas: balé clássico, balé neoclássico e balé contemporâneo. Deseja entender mais sobre esses três tipos de balé e sobre as diferenças entre eles? Continue acompanhando:

A história do balé

Surgido nas cortes da Itália renascentista, o balé começou a ser mais intensamente desenvolvido na França de Luís XI. O nome balé vem do francês “ballet” que, por sua vez, teve origem no italiano “balleto”, diminutivo de “ballo”, dança. Posteriormente, o estilo passou a ser desenvolvido com beleza e técnicas superiores pela Rússia, Dinamarca e, novamente, pela Itália. Hoje, além dos métodos desenvolvidos nesses países, outros se destacam. Os principais são: o método Balanchine ou método New York City Ballet e os métodos Royal Academy of Dance e Royal Ballet School, derivados do método Cecchetti.

Balé Clássico

O balé clássico é uma das poucas danças mundialmente influentes. É altamente técnico e possui vocabulário próprio. É caracterizado por movimentos graciosos, pela postura necessariamente impecável, equilíbrio e simetria dos passos, pela dança na forma clássica (turn-out das pernas e pointe trabalho), além dos figurinos e cenários bem elaborados e da ênfase em balés narrativos.

Balé Neoclássico

Tendo como um dos principais idealizadores o coreógrafo George Balanchine, o balé neoclássico foi desenvolvido no século XX e possui toda a sua base no balé clássico. No entanto, os passos e ritmos seguem uma linha menos rígida, embora mais complexa. O bailarino neoclássico tem maior liberdade na coreografia e na escolha dos figurinos, que são mais modernos e diversificados.

As principais características da modalidade são: a manipulação da forma clássica, o aumento da velocidade como expressão de energia e ataque, a assimetria dos passos, a sensação de falta de equilíbrio e ordem, a falta de narrativa (geralmente apresentações em apenas um ato) e a utilização de trajes e fantasias mais simples.

Balé Contemporâneo

O balé contemporâneo segue muitos dos passos e da técnica do clássico. Mas também é fortemente influenciado pela dança moderna. Via de regra, não há a preocupação com os joelhos esticados e pela dança na ponta dos pés. Esse estilo representa uma interpretação mais subjetiva da dança, sem uma sequência lógica de passos (ou na narrativa), na qual os sentimentos são enaltecidos e manifestados nas apresentações. Além disso, muitas vezes, a dança é feita com bailarinos descalços, o solo é utilizado como uma extensão da coreografia (como um objeto cênico) e há maior amplitude dos movimentos corporais.

E, então, o que achou das diferentes vertentes do balé? Qual você achou mais interessante, o balé clássico, o neoclássico ou o contemporâneo? Você sabia que o look bailarina faz sucesso também fora dos palcos? Confira 7 dicas para uma bailarina se vestir bem!