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Descubra quais são as 5 melhores escolas de ballet do mundo!

A arte é construída pela humanidade desde os seus primórdios. Não à toa, várias formas de expressão ocupam lugar de destaque há, literalmente, alguns séculos. São tradições desenvolvidas em diferentes lugares e nos mais distintos contextos sociais, caso do ballet, por exemplo.

Com o passar do tempo, certas instituições atingiram um patamar bastante alto. Hoje, as melhores escolas de ballet do mundo garantem visibilidade e maiores oportunidades de carreira, além, é claro, de grande prestígio.

Conviver e aprender com professores conceituados a nível global alavanca a trajetória de qualquer dançarina, não é mesmo? Então, continue conosco por aqui, confira o texto na íntegra e conheça as cinco principais escolas espalhadas pelo planeta. Boa leitura!

1. Royal Ballet School

Anye Linden, Beryl Grey, Margot Fonteyn e Lunn Seymour são três dos grandes talentos forjados na Royal Ballet School. Sediada em Londres, essa instituição nasceu em 1926, criada por Dame Ninette de Valois. Lá, a exigência é alta e a expectativa também.

No imponente Royal Opera House, a formação dura oito anos, e as aulas acontecem em período integral. A metodologia é própria, desenvolvida e aperfeiçoada ao longo do tempo, o que fortaleceu a tradição e a credibilidade da Royal Ballet School na Europa e no mundo.

2. Bolshoi Ballet Academy

Na introdução, falamos sobre a relevância da arte desde séculos atrás. A Bolshoi Ballet Academy foi fundada em 1776. Mais de 240 anos de tradição construíram uma excelente reputação, portanto, é de se compreender que o padrão de rigorosidade seja bastante elevado.

Um dos países mais influentes na história da dança, a Rússia formou, por meio da Bolshoi, nomes famosos mundialmente, como Ekaterina Maximova, Nina Ananiashvilli e Maya Plisetskaya, intitulada a primeira bailarina da história.

Parece distante o acesso a uma instituição desse tamanho, verdade? Mas não é! Desde 2000, a Bolshoi tem uma filial no Brasil, mais precisamente em Joinville, no norte catarinense. Ou seja, você nem precisa sair do país para frequentar uma das melhores escolas de ballet do mundo.

3. Kirov Academy of Ballet

Em atividade desde 1989, a Kirov tem sede em Washington, DC. Lá, as aulas acontecem tanto em tempo integral quanto parcial, com foco no público infantil de 7 a 12 anos e residência para bailarinas ainda iniciantes na carreira.

Nas três décadas de existência, essa escola estadunidense já revelou nomes como Sascha Radetesky e Danny Tidwell, por exemplo. A Kirov, então, é forte no cenário do desenvolvimento de promessas do ballet.

4. American Ballet Theatre

O ano era 1934 quando o histórico coreógrafo e bailarino George Balanchine fundou essa escola, em Nova York. Inicialmente, o objetivo principal consistia em associar a instituição a alguma marca já reconhecida, o que levou à criação do New York City Ballet.

A ideia no começo era formar bailarinos para integrar, de forma exclusiva, a nova companhia de dança. Hoje, muitas décadas depois, a American Ballet Theatre virou referência e formou a grande Misty Copeland, primeira afro-americana promovida à dançarina principal da escola.

5. National Ballet of Canada’s School (NBS)

Para fechar a nossa lista, vamos com outra instituição da América do Norte, mas agora canadense. Desde 1959, quando foi fundada por Celia Franca e Betty Oliphant, em Toronto, a NBS ganhou credibilidade como formadora de dançarinas clássicas e instrutores de ballet.

O interessante da escola canadense é a abertura para estrangeiros: existe um programa para quem chega de fora e também para encaminhar alunos formados por lá rumo a outros países. Intercâmbio cultural significa maior aprendizado, certo?

Conforme conferimos no post, as melhores escolas de ballet do mundo provam que a tradição da dança nunca se perderá. Para escolher uma instituição e dar início às aulas práticas, avalie a fundo a formação dos profissionais envolvidos e considere o local e o espaço físico, além de outros aspectos que podem se mostrar relevantes.

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5 razões para ter a sapatilha Pirouette

Acessório da Evidence Ballet une beleza, conforto e alta performance

Desde que o ballet foi inventado, em 1681, as sapatilhas seguem sendo um dos maiores ícones da modalidade. De sapato com salto à sapatilha de ponta, como é conhecida atualmente, o calçado já passou por inúmeras mudanças ao longo do tempo. Hoje padronizadas, já não variam tanto quando o assunto é formato, mas detalhes como tecido, espessura e matéria prima podem diferenciar completamente uma das outras. E, quem dança, sabe que esses grandes detalhes influenciam muito na hora da prática.

 

Seja para dar mais conforto aos pés ou para ajudar na realização de movimentos mais complexos, a Pirouette se destaca. Especializada em produtos voltados para dançarinos e esportistas, a Evidence Ballet tem o modelo como carro-chefe da linha de calçados. Para produzi-la, foram necessários anos de estudo, pesquisas e análises para entender exatamente as necessidades das bailarinas. Por isso, elencamos cinco motivos que farão você se apaixonar por ela. Acompanhe abaixo:

 

(Para entender melhor o que levar em consideração na hora de escolher sua ponta clique aqui)

 

– Durabilidade: Para que saísse do papel, muitos testes de performance e de durabilidade foram feitos. Além disso, a busca por fornecedores com matéria-prima de qualidade foi realizada de maneira rigorosa e meticulosa. Tudo isso para trazer ao mercado um produto de altíssima qualidade e resistência.

 

– Design: Produzida de forma totalmente artesanal, a Pirouette dá uma verdadeira aula de classe e elegância. Com acabamento todo em cetim, o produto pode ser encontrado nas cores rosa salmon e fosca. Como, nesse caso, beleza não é tudo, ela possui fitas elásticas acopladas, o que dá mais sustentação e segurança na hora da dança.

 

– Funcionalidade: Antes de serem disponibilizadas para venda, todas as sapatilhas passam por um esquadro. Isso garante que elas cheguem ao ângulo de 90 graus, ajudando a bailarina a atingir o eixo de apoio ideal.

 

– Resistência:  Pensando em acompanhar a evolução da bailarina em todas as fases, a Evidence Ballet desenvolveu quatro tipos de palmilhas. Para as bailarinas iniciantes, ainda com pouca força nos pés, o modelo ideal é a de baixa resistência (2mm) clique aqui para saber como começar com sua ponta. Já para o público com força intermediária nos pés, as melhores palmilhas são as de resistência média (3mm). As palmilhas de grande resistência (4mm) são mais adequadas para bailarinas mais experientes e que possuem grande força nos pés. E há ainda uma opção de palmilhas com resistência extrema, feitas especialmente para bailarinas que possuem muita força no colo dos pés.

 

– Conforto:Todas as palmilhas (encapadas e almofadadas) são pré-arqueadas e feitas em polipropileno. O material, por ser resistente, impede que elas se quebrem. Isso significa que você pode esquecer aquele receio de quebrar a palmilha no meio da dança.

 

Com diferenciais exclusivos, a Pirouette já é uma das sapatilhas mais elogiadas por profissionais da área. Um calçado que não foi somente pensado para ser atraente aos olhos, mas para ser confortável e, principalmente, funcional. Por isso muitas bailarinas estão substituindo suas antigas ferramentas de trabalho pelo novo modelo da Evidence Ballet.

Você pode saber mais sobre como adquirir a sua Pirouette no site da Evidence.

Ballet infantil: qual a melhor idade para começar?

Do clássico ao contemporâneo, o ballet é uma dança que fascina pessoas de todas as idades. A elegância das bailarinas e os figurinos deslumbrantes chamam a atenção pelo glamour que representam. As crianças, principalmente, se encantam com o universo de fantasia que a dança evoca. E esse encantamento faz com que os pequenos se interessem pelo ballet desde bem novinhos.

Muitos pais ficam na dúvida sobre qual é a melhor idade para iniciar os filhos na dança. Confira, então, algumas informações importantes sobre qual o momento ideal para matricular os pequenos no ballet infantil.

Quais são os benefícios do ballet infantil?

Como toda atividade física, o ballet apresenta inúmeras vantagens para o corpo e para a mente. Dentre os diversos benefícios que a dança traz, os principais são disciplina, postura e ritmo.

As crianças desenvolvem a consciência corporal e trabalham a coordenação motora por meio de exercícios específicos. A continuidade da prática promove o fortalecimento muscular e a melhora na flexibilidade.

MUITOS médicos já reconhecem os benefícios do ballet E O INDICAM para crianças com asma, má postura ou pés chatos.

Quais as principais dificuldades ao se estudar o ballet?

Os collants cor de rosa e as saias rodadas fazem do ballet uma dança muito graciosa. Mas não se engane achando que é uma atividade simples. O ballet exige muito preparo físico e isso significa que deve haver bastante dedicação durante as aulas.

Por causa da dificuldade técnica e a repetição de movimentos, dores musculares e bolhas nos pés são frequentes. As pernas e os pés são os mais demandados durante a atividade. Isso significa que, se forem introduzidas antes do recomendado, as crianças poderão sofrer lesões graves.

Portanto, os pais devem procurar ESCOLAS de dança com profissionais qualificados que vão ministrar aulas de acordo com a faixa etária e com a maturidade física das crianças.

Afinal, qual é a melhor idade para iniciar no ballet infantil?

Hoje em dia existem aulas de dança voltadas para crianças à partir de 2 anos e meio. A Royal Academy of Dance oferece um programa chamado “Dance to Your Own Tune”, em Português: “Dance sua própria melodia”. Este programa de ensino reconhece a importância do movimento para as criancas, visando seu desenvolvimento cognitivo, motor e afetivo .Este foco no movimento não implica a sua superioridade sobre criatividade, expressão e musicalidade mas exemplifica que o movimento é a forma para que esses elementos sejam desenvolvidos .O Ballet propriamente dito é indicado para crianças à partir de sete anos de idade. Com o passar do tempo, ocorrerá o refinamento das habilidades aprendidas e técnicas que exigem maior expertise serão estudadas de acordo com o progresso dos alunos.

É importante destacar que, ao iniciar o ballet infantil, não se deve incentivar o uso de sapatilhas de ponta já nas primeiras aulas. Isso porque é somente por volta dos 11 anos de idade que os pequenos ganham mais força na estrutura dos pés. Por isso, recomenda-se que as sapatilhas de ponta sejam introduzidas a partir dessa idade e para bailarinas com, pelo menos, dois anos de prática na dança.

Apesar da empolgação dos pequenos, muitos pais ficam receosos quanto à iniciação na dança. E não é por acaso. É preciso cautela para tomar uma decisão que poderá transformar totalmente a realidade dos filhos. Mas se feita na hora certa e optando por profissionais qualificados, a introdução ao ballet infantil será um momento de pura alegria para as crianças. E ver os pequenos felizes é tudo que os pais mais desejam.

Gostou das dicas? Se seus filhos já estudam ballet, compartilhe conosco sua experiência aqui nos comentários!

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Russian State Ballet: conheça uma das melhores companhias de balé clássico

Se você é apaixonada por balé, dança e arte em geral, com certeza Russian State Ballet é um assunto que te interessa. Essa companhia é bastante importante para a história do balé, então pode agregar muito valor e conhecimento para a prática da dança, independente se você a pratique de forma profissional ou casual.

Confira a leitura deste artigo para saber o que exatamente é Russian State Ballet, quais são os diferenciais das suas apresentações, quais foram suas mais recentes turnês e, depois, por que é importante que você assista a esse espetáculo. Confira!

O que exatamente é Russian State Ballet?

Também conhecida como Russian State Ballet of Siberia ou Ballet da Rússia, essa é uma companhia de balé clássico fundada no ano de 1978 por graduados das escolas coreográficas de Moscou, São Petersburgo, Kiev e outras cidades.

A empresa é composta por mais de 40 dançarinos e 30 músicos altamente qualificados, sendo considerada uma das melhores companhias de balé clássico da Rússia e construindo uma reputação internacional por oferecer performances com alto nível de qualidade e profundidade.

Quais são os diferenciais de suas apresentações?

As produções dessa companhia mesclam o mundo tradicional com modernidades digitais, o que cria encenações coloridas em constantes mudanças com efeitos especiais de ponta, fascinando o público com habilidades físicas excepcionais e trajes belos.

É importante ressaltar que a empresa conta com poucos cenários nas apresentações e esse é um dos principais diferenciais, pois graças aos elementos como a performance, orquestra, os trajes, luzes e fundo de cenário, os espetáculos conseguem encantar o público.

Entre as diversas peças reproduzidas estão A Bela Adormecida, Romeu e Julieta, Quebra-Nozes, Dom Quixote, Spartacus, entre outras.

Mas um dos espetáculos que mais se destacam é O Lago dos Cisnes. Do palácio ao lago iluminado pela lua, os cisnes deslizam em perfeita formação. Enquanto isso, o papel duplo de Odette e Odile desempenhado pela bailarina de alto nível é um dos desafios técnicos mais surpreendentes do balé.

Quais foram as recentes turnês da companhia?

O Russian State Ballet realiza constantes turnês ao redor do mundo, mas a última vez que a companhia esteve no Brasil foi no primeiro semestre do ano de 2018 e em São Paulo, quando contou a história O Lago dos Cines.

Conforme o site oficial da organização, no segundo semestre do ano de 2019, a empresa fará uma turnê no Reino Unido até o começo de dezembro. Ela retornará em março de 2020 realizando apresentações ainda na Inglaterra, País de Gales e Escócia.

Por que assistir ao espetáculo do Russian State Ballet?

Os espetáculos do Russian State Ballet são ideais para os fãs de balé clássico que desejam conhecer ou relembrar as principais coreografias do gênero.

O elenco executa passos certeiros que impressionam apreciadores de arte em geral, sejam eles crianças que ainda estão conhecendo sobre esse mundo até os mais experientes. É simplesmente impossível não se maravilhar com a peça, consistindo em uma experiência que agregará bastante conhecimento para sua carreira.

As performances do Russian State Ballet são imperdíveis e, se você é apaixonada pela dança e tem o sonho de se tornar uma bailaria profissional de alto nível, é crucial assistir aos espetáculos desempenhados pelos integrantes da empresa.

Que tal conhecer ainda mais sobre a história do ballet russo? Leia já nosso artigo que traz a história do Ballet Bolshoi!

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Mergulhe na incrível história de Bolshoi, o maior Ballet do mundo

Se você ama dança, certamente já ouviu falar do Ballet Bolshoi. Mas será que conhece a trajetória do grupo russo e sabe por que ele é tão consagrado? Com uma história rica e interessantíssima, hoje, a escola conta com uma única filial no mundo todo e ela fica localizada na cidade de Joinville, em Santa Catarina.

Prepare-se, então, para um mergulho na riquíssima história da maior escola de balé do mundo! Você vai entender a relevância do Bolshoi nos dias de hoje e conhecer um pouco mais sobre a filial no Brasil. Confira!

Primeiros anos do Bolshoi

Em 1776, o russo Pyotr Ouroussoff, patrono das artes na época, e seu associado britânico Michael Maddox fundaram, em Moscou, o Ballet Bolshoi. A maior parte dos integrantes do novo grupo veio de uma escola de dança do orfanato da cidade, que ensaiava desde 1773.

Após diversas apresentações, o grupo passou a integrar a companhia do Teatro Petrovsky — o futuro Teatro Bolshoi —, que foi construído para abrigá-lo. A partir de 1780, ele foi, aos poucos, solidificando seu nome na cena cultural russa.

Porém, o Teatro Petrovsky acabou destruído por um incêndio em 1805 e foi substituído por um edifício sob o controle do Estado, batizado de Teatro Imperial. Em 1812, a história se repetiu: durante a invasão francesa a Moscou, o teatro foi derrubado pelo fogo. Em 1825, foi reconstruído com o nome que conhecemos e admiramos até hoje: Teatro Bolshoi.

Consagração

No início da sua história, o Ballet Bolshoi sofreu com a competição de outras escolas de peso da Rússia, como a do então Ballet Imperial Russo — atual Ballet Mariinsky. Ainda assim, foi capaz de dar os primeiros passos para sua consagração mundial.

Na segunda metade do século 19, o Bolshoi encenou espetáculos fundamentais para a história da dança, montados por aquele que é considerado o “pai do balé clássico” e um dos principais coreógrafos de todos os tempos: Marius Petipa. O bailarino franco-russo foi responsável por apresentações como Dom Quixote (1869).

Petipa tinha um estilo de trabalho bastante exigente e primava pela grandiosidade e o virtuosismo técnico, cobrando muita intensidade dramática dos seus pupilos. Desse período, destacam-se bailarinas como Yekaterina Geltzer.

Mudanças

Uma grande virada veio em 1900, quando o russo Alexander Gorsky foi escolhido como novo mestre de balé da escola. Gorsky conseguiu dar novos ares aos espetáculos de Petipa — como em O Lago dos Cisnes (1901) e La Fille Mal Gardee (1903) —, ao mesmo tempo em que desenvolveu uma identidade única para o Bolshoi.

Em 1918, após a Revolução Russa, Moscou se tornou capital do país, e o Ballet Bolshoi passou a receber mais incentivo do governo. Assim, foi capaz de investir nas montagens, em seus novos talentos e na contratação de melhores bailarinos, projetando grandes estrelas, como Leonid Lavrovsky, Anastasia Abramova e Sofia Golovkina.

Bolshoi no Brasil

Única filial do teatro no mundo todo, no Brasil a escola funciona desde o dia 15 de março de 2000 e proporciona a formação de artistas na área da dança. Com aulas de balé que utilizam a metodologia Vaganova no currículo, além de aulas complementares e danças contemporâneas, aceita alunos de todos os estados do país e do exterior.

Tudo começou quando, em 1996, a companhia russa realizou uma turnê pelo Brasil e a cidade de Joinville foi inclusa na rota. O espetáculo programado aconteceu no 14° Festival de Dança, e os russos ficaram impressionados com a receptividade do público e com a empolgação da cidade em relação à arte da dança. Depois desse acontecimento, começaram a esboçar propostas para que uma unidade da escola fosse instalada no país.

Sem fins lucrativos, a escola, preocupada em manter um compromisso social, concede 100% de bolsas de estudo aos seus alunos e oferece vários benefícios. Todos os anos acontece uma seleção para a escolha de novos bailarinos para o curso básico e para o técnico de dança clássica. Para isso, há o apoio da Prefeitura de Joinville, e a escola é mantida pelo Governo do Estado de Santa Catarina e por uma instituição conhecida como “Amigos do Bolshoi”.

Para conseguir uma vaga, existem pré-seleções feitas em algumas partes do país com datas definidas, e as audições com os selecionados acontecem na própria instituição. Nessa parte, são disponibilizadas algumas vagas femininas e masculinas e são preenchidas de acordo com a disponibilidade de cada ano.

Localização e estrutura

Situada em uma ampla área de 6 mil metros quadrados anexada ao Centreventos Cau Hansen, a escola conta com dezenas de professores, colaboradores e bailarinos profissionais para auxiliar na missão de formar artistas cidadãos, divulgar a instituição por meio da arte e fomentar a dança no Brasil.

Com uma estrutura completa, o complexo é o espaço ideal para abrigar a vontade e dedicação de passar adiante o ensino da dança e a formação de bailarinos. As instalações incluem 10 estúdios de piano e percussão, 6 vestiários, 12 salas para aulas de balé com piso especial e uma biblioteca com laboratório de informática.

O local ainda conta com um ateliê, 2 salas para aulas teóricas, um laboratório cênico, uma sala de ginástica, um núcleo de saúde e 3 espaços culturais. Além disso, também disponibiliza uma cantina e espaços administrativos.

Cursos oferecidos

Na instituição, os cursos são divididos em 4 categorias: workshops, vivência, cursos de verão e cursos de inverno. A programação costuma mudar a cada ano, com apresentação de novas técnicas e apresentações especiais, mas os alunos estudam, geralmente, 8 horas por dia por 6 dias na semana.

Um dos cursos oferecidos frequentemente é o com metodologia Vaganova. Nas aulas, são ministradas as técnicas de cada série, passo a passo. Mais de 400 cursistas conseguem participar e contam com o auxílio de professores brasileiros e russos.

Importância na atualidade

Ao longo do século 20, a excelência do Bolshoi só aumentou. Considerado bastante exigente, o grupo selecionava de maneira criteriosa cada um dos seus dançarinos — o que garantia, em boa parte, a qualidade dos espetáculos assistidos por grandes públicos.

Nos dias de hoje, o seu prestígio permanece intacto, tanto que se trata da escola de balé mais conhecida em todo o mundo. Com uma intensa agenda mensal, o grupo encena desde clássicos, como Ivan, o Terrível (1975), até montagens contemporâneas, como Um Herói do Nosso Tempo (2015). Vale conferir! Atualmente, ele conta com novos talentos como Ekaterina Krysanova e Semyon Chudin.

A importância do Ballet Bolshoi é amplamente reconhecida. Em seu país de origem, o grupo ajudou a consolidar, com sua arte, o que seria a identidade russa. Em um período de turbulência (especialmente com a Revolução Bolchevique), o Bolshoi buscou se afastar, aos poucos, da influência da França na montagem de seus espetáculos, privilegiando temas, histórias e estilos próprios da Rússia.

Ao atingir a excelência, o Bolshoi se tornou uma referência para o balé do mundo todo. Seu estilo vigoroso, de grande apuro técnico e capaz de misturar drama com espetáculos vistosos serve de exemplo para escolas de todo o planeta, desde o fim do século 19 até hoje!

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Cápsula 3, nova coleção da Evidence, traz produtos voltados ao público masculino

Dança, carreira e moda sob o olhar masculino

Bailarino Uátila Coutinho explica como é o mundo e o mercado da dança para eles

Foi-se o tempo em que o dançar era “coisa de menina”. Desde a dança de salão até o próprio ballet, hoje muitos rapazes se interessam pela arte. Sim, preconceito existe. Mas, pouco a pouco, os homens vêm conquistando seus espaços e investindo na carreira de dança.

Essa análise é feita pelo bailarino Uátila Coutinho, que hoje representa o Balé da Cidade de São Paulo. “Comecei minha carreira na dança em 2008 e não escapei do preconceito de amigos na escola. Infelizmente muitas pessoas ainda relacionam a questão da dança à sexualidade”, explica o bailarino. E não é apenas com esse tipo de dificuldade que Uátila tem que lidar. O dançarino conta que a profissão de bailarino não atinge o seu devido reconhecimento, seja para homens ou para mulheres. “As pessoas confundem a dança profissional com hobby”, lembra. “É importante ressaltar que a dança está dentro do guarda-chuva das artes. Isso significa que tem um lugar importante dentro do currículo escolar e na formação de um indivíduo”, explica Uátila.

A sociedade, em geral pode até não considerar ainda essa arte uma profissão, mas o mercado da moda, sim. Tanto que já estão direcionando seus esforços para atender os bailarinos. Rose Prock, diretora da Evidence Ballet admite ter percebido uma mudança no comportamento masculino em relação à dança. “Sempre observamos o balé masculino com muita atenção e produzimos peças para os rapazes. No entanto, foi percebido nos últimos anos um aumento significativo na demanda por produtos específicos para esse público”, afirma.

No que se refere a artigos de dança, algumas peças da composição masculina se assemelhem ao figurino feminino. É o caso da sapatilha, por exemplo. Uátila Coutinho explica que as diferenças precisam ser levadas em consideração. “As sapatilhas podem até ser parecidas, mas o pé do homem é mais largo e isso influencia no modelo do calçado”. Em sintonia com as tendências para o setor, a estilista da Evidence Ballet, Lilian Marrul, também orienta sobre os produtos da linha masculina. “É fundamental compreender as diferenças entre as peças direcionadas ao público feminino e masculino. As sapatilhas possuem um molde diferenciado para se adaptarem melhor ao formato do pé dos homens. Além disso, temos suportes (roupa íntima masculina), que oferecem mais conforto durante a prática da dança”, finaliza Lilian.

Como escolher um suporte masculino?

Para os bailarinos, o uso do suporte íntimo é de extrema importância. A peça precisa dar conforto e flexibilidade aos movimentos, sem causar qualquer incômodo. “Tem que dar sustentação e não machucar a virilha”, explica Thiago Borges, bailarino que representa a Evidence Ballet em campanhas. Lilian Marrul explica que os suportes da marca possuem acolchoado na frente e são modelo fio, para não marcar a roupa.

Cápsula 3, nova coleção da Evidence, traz produtos voltados ao público masculino

Cápsula 3, nova coleção da Evidence, traz produtos voltados ao público masculino

A moda dança vem evoluindo muito nos últimos anos. À medida que o número de homens aumenta no ballet, as coleções oferecem diferentes possibilidades de roupas e acessórios para os bailarinos.

 

Seguindo essa tendência, a gama de produtos masculinos para dança da Evidence Ballet vem aumentando. A Cápsula 3, nova coleção da Evidence Ballet, chega com novidades para os rapazes: a regata nadador e a calça capri masculina. Os produtos são opções neutras para serem usadas nas aulas de ballet clássico ou em outras atividades, segundo Lilian Marrul, estilista da coleção.

Cápsula 3, nova coleção da Evidence, traz produtos voltados ao público masculino
Cápsula 3, nova coleção da Evidence, traz produtos voltados ao público masculino

A capri é um pedido antigo dos bailarinos. A calça, assim como a regata, é uma peça que adere à pele e oferece mobilidade e conforto durante os movimentos. As peças estão disponíveis na cores preto, branco e marinho.

Além da capri e da regata, a marca possui outras peças desenhadas para o público masculino, como o macaquinho curto, short em Amni Light e suporte masculino. Elas possuem proteção UV, tecidos que facilitam a transpiração e de secagem rápida.

Cápsula 3, nova coleção da Evidence, traz produtos voltados ao público masculino
Cápsula 3, nova coleção da Evidence, traz produtos voltados ao público masculino

Todos os produtos da Evidence Ballet contam com design inovador, tecidos de alta tecnologia e modelagem anatômica, ideais para a prática da dança e também para o dia a dia. Encante-se e dance dentro da moda!

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O que você precisa saber sobre o ballet russo

Quando pensamos em dança clássica, não é difícil lembrar quase que automaticamente do Ballet Bolshoi, não é mesmo? A companhia mais famosa do mundo é da terra soviética. E não só ela: Mariinsky (Kirov), Perm, Vaganova e outros grupos fazem do ballet russo o mais admirado do mundo.

Se você é uma pessoa apaixonada por ballet clássico, arte e cultura, acompanhe esta leitura e saiba porque a Rússia se destaca tanto nos palcos. Confira!

Origem do ballet russo

O reconhecimento mundial dos bailarinos russos começou a ser mais evidente no fim do século XVIII, especialmente devido ao declínio da “Era de Ouro” do ballet francês. O professor e coreógrafo Christian Johansson inclusive ficou famoso por dizer que a escola russa é “a escola francesa que os franceses esqueceram”.

O ponto determinante para o crescimento dessa arte foi a fundação, em 1738, da Escola Imperial, que mais tarde receberia o nome de Academia Vaganova de Ballet. A direção era de Jean-Baptiste Landé, ou seja, ainda havia raízes profundas da dança francesa no ballet russo.

Um pouco depois, ainda no mesmo século, foi fundada uma escola informal liderada pelo mestre italiano Felippo Beccari. Ele dava aulas de dança clássica para crianças de um orfanato e apresentava peças no Teatro Znamensky. Alguns anos após, o russo Ouroussoff e o inglês Maddox abriram a Escola Bolshoi.

Apesar da fama do Bolshoi, que virou uma importante casa após o incêndio do Teatro Petrovsky, o principal palco de ballet russo é o Mariinsky, em São Petersburgo. A casa estreou as principais obras-primas do país, incluindo muitas das peças de Piotr Tchaikovsky, considerado um dos mais célebres compositores russos.

Motivos para a fama mundial

Além de ser berço das obras de dança clássica mais reproduzidas no mundo todo, uma das maiores características do ballet russo e, também, o principal motivo de sua fama mundial é a extrema disciplina. As escolas normalmente seguem a técnica Vaganova, criada pela ilustre bailarina Agrippina Vaganova no início do século XX.

O chamado método russo de ballet se destaca pela exigência física e pela precisão dos movimentos. Os bailarinos dançam com o corpo todo em perfeito equilíbrio, com passos leves e delicados que não deixam desconfiar da força dos músculos reforçados, especialmente do abdômen, das pernas e das costas.

Principais companhias russas

As escolas de ballet da Rússia estão distribuídas em muitas cidades e exigem rígidas audições para aprovação do aluno. As mais famosas são:

  • a Academia de Vaganova, localizada em São Petersburgo e famosa por ser a formadora de Ana Pavlova;
  • a Academia Estatal de Coreografia de Moscou, mundialmente conhecida como Ballet Bolshoi;
  • a Escola Técnica de Ópera e Ballet de Perm, localizada na cidade de mesmo nome

Obras mais famosas do ballet russo

Tanto a escola de Moscou quanto a de São Petersburgo são famosas por interpretarem obras clássicas. Entre as peças mais reproduzidas no mundo estão:

  • O Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky, estrelada em 1877, no Teatro Bolshoi;
  • O Quebra Nozes, também de Tchaikovsky, estrelada em 1892, no Teatro Mariinsky;
  • Dom Quixote, de Ludwig Minkus, estrelada em 1869, no Teatro Imperial de São Petersburgo;
  • Romeu e Julieta, de Sergei Prokofiev, estrelada em 1940, no Teatro Mariinsky.

Dançarinos russos inesquecíveis

Certamente, os nomes mais lembrados do ballet russo são Anna Pavlova, Agripina Vaganova, Mikhail Baryshnikov, Rudolf Nureyev e Natalia Makarova. Todos se tornaram referência na dança clássica e marcaram o ballet mundial para sempre com seus passos inesquecíveis.

Agora, você sabe o que esses dançarinos têm em comum? Amor pela dança e foco! Afinal, foi com estudo e prática constantes, além da certeza de quererem ser bailarinos, que eles conseguiram se tornar os nomes mais lembrados do ballet russo.

Já que estamos falando sobre a terra de Tchaikovsky, que tal conhecer mais sobre a história do Bolshoi de Joinville? Aproveite a leitura!

Onde estão as bailarinas negras?

Profissional explica cada obstáculo que afasta as meninas negras dessa modalidade

Imagine uma bailarina. Sapatilha, tutu (como chamamos a saia em tule, própria para o ballet), faixa na cabeça, saltos e movimentos suaves. Agora responda para você mesmo(a): essa bailarina é negra? Provavelmente não.

Mas calma, isso não significa, necessariamente, que você tem algum tipo de preconceito, apenas que não está habituado(a) a ver dançarinas de ballet negras. E, para falar a verdade, elas são minoria no mundo da dança. Isso porque o ballet clássico, especificamente, ainda é uma atividade elitizada e pouco popular.

Para Amanda Lima, bailarina e professora de dança, existem poucos, mas expressivos nomes de bailarinas negras no cenário atual da dança. “Michaela DePrince, Ingrid Silva, Misty Copeland são verdadeiros ícones que alcançaram um espaço importante quando se trata de representatividade na mídia. Embora sejam bailarinas e personalidades notáveis, infelizmente ainda fazem parte de um pequeno grupo. É aí que percebemos o quanto estamos atrás das bailarinas brancas. Os lugares que estamos ocupando agora, em 2018, as bailarinas brancas já ocupam há séculos”, explica a profissional, que é uma das principais representantes de uma das coleções da marca Evidence Ballet.

Perguntada sobre as razões dessa discrepância na dança, a bailarina se volta ao cenário nacional e analisa o papel do negro na sociedade e também na modalidade. “Por mais que algumas pessoas queiram desmerecer a nossa fala e dizer que é vitimismo, sabemos que a população negra está em desvantagem econômica e social em relação a população branca. E isso reflete nas oportunidades de se frequentar aulas de ballet, por exemplo. A maioria das meninas negras que inicia o estudo da dança na infância depende de projetos sociais ou bolsas de estudo”.

Quando falamos sobre a trajetória de uma bailarina negra, Amanda explica que muitas crianças não se reconhecem nesse meio. “Tanto os colegas, quanto os professores, os quadros nas paredes, os vídeos na internet e os temas dos festivais (Cinderela, Lago dos Cisnes, O Quebra-Nozes etc.) são brancos. Então, é difícil se reconhecer nesse espaço. É um meio que está o tempo todo tentando te expulsar, mesmo de forma velada”, esclarece. Mesmo as bailarinas negras que resistem, o caminho para seguir carreira profissional é igualmente difícil, segundo ela. “É comum a gente se perguntar: ‘onde eu vou trabalhar?’. Porque talento, esforço e dedicação, nem sempre são o suficiente. Por mais que não seja algo dito pelas companhias, sabemos que muitas ainda não aceitam bailarinas negras”.

Em julho deste ano, Amanda Lima foi a face e o corpo da coleção Minimal, da marca Evidence Ballet. Ao analisar a campanha, a bailarina diz o quanto se sentiu privilegiada por ter sido instrumento de uma classe tão carente de representantes. “Não é só sobre uma menina que faz ballet e é negra conseguir se enxergar, mas é também sobre provar para todas as pessoas que a gente existe e resiste. Porque não é só um existir, mas principalmente resistir. Então fico muito feliz de ter feito parte disso de alguma forma”. Amanda mostra a importância da desconstrução da imagem da bailarina. “É uma imagem de que a bailarina só é bailarina se tem a pele clara. Aquela coisa no imaginário do tutu e sapatilha rosa. Precisamos desconstruir mesmo e desmistificar essa ideia que foi construída há muito tempo e mostrar que não existe só um tipo de bailarina.”

Rose Prock, diretora executiva da Evidence Ballet, conta que há muito tempo tinha o desejo de ver sua marca representada por uma bailarina negra, mas que teve dificuldade em encontrá-las. “Buscamos indicações, fomos a eventos e procuramos até nas redes sociais. É muito triste ver que o ballet ainda não é acessível a todos e todas. Nossa iniciativa foi, principalmente, com o objetivo de aumentar a representatividade de bailarinas negras nesse meio e encorajá-las nessa arte”, finaliza a empresária.

Mais que parceiros de dança casal sobe aos palcos na vida real - Evidence Ballet

Mais que parceiros de dança: casal sobe aos palcos na vida real

Bailarinos vão além da parceria na dança e apostam no amor

Como esquecer aquele pedido de casamento ao vivo no quadro “Dança dos Famosos” do programa Domingão do Faustão? O ator Nicolas Prattes surpreendeu a plateia junto com a dançarina Mayara Araújo. Ao fim da dança, sacou do bolso um par de alianças ao final da apresentação de foxtrote, em novembro do ano passado.

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O pedido, segundo ele, foi apenas um “ato cênico”. Mas não foi a primeira vez que vimos nas telas romances nascerem a partir da dança. O próprio cinema trouxe casais memoráveis: Baby e Johnny (Dirty Dancing) e Tyler e Nora (Se Ela Dança Eu Danço). (Veja quais são os filmes e séries sobre dança no Netflix que não pode perder).

Aproveite para saber quais famosos iniciaram a carreira por meio da dança.

Mas engana-se quem pensa que esses romances são possíveis apenas na ficção. Rodrigo Cucorocio é dançarino profissional da Companhia Raça de Dança. Ele diz ter encontrado a “outra metade” em uma aula de dança de salão, que começou a frequentar em 2011. “Eu nunca tinha praticado dança, até que um amigo me convidou para participar de uma aula na academia dele. Lá conheci a Patrícia. Ela já praticava jazz, ballet e contemporâneo desde criança. Entre uma coreografia e outra, acabamos nos aproximando e surgiu uma grande amizade, antes de qualquer coisa.”, explica o dançarino.

Foram quase dois anos de parceria nos palcos e na vida, já que ambos seguiram carreira como bailarinos e professores. Até que, em 2013 começaram a namorar. Hoje já são quase seis anos de relacionamento. “A dança foi fundamental para nossa aproximação no início, mas também para que nossos laços se estreitassem com o tempo.”, complementa.

Diariamente, ele e a namorada, Patrícia Rodrigues, da Companhia Anderson Couto de Dança, participam de aulas juntos, ensaios e festivais. “A gente está sempre junto. Muitas vezes ela participa da minha aula de contemporâneo ou eu participo de do ballet clássico com ela. É engraçado porque de namorados, acabamos nos tornando professores e alunos um do outro.”, comenta ele.

Expressividade que conecta pessoas

O ambiente expressivo e intenso da arte tem o poder de conectar pessoas e até despertar romances. A dança nos propõe muitos desafios, mas também nos presenteia com fortes laços afetivos. Assim, é natural que a rotina de treinos e convivência faça com que as pessoas se aproximem e criem vínculos.

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