Saúde

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Como a dança pode ajudar no combate ao envelhecimento do cérebro?

Que o exercício físico proporciona muitas vantagens ao corpo e à mente, muitas pessoas já sabem. Contudo, você sabia que a dança, especificamente, pode trazer ainda mais benefícios ao cérebro que uma atividade física comum? É isso mesmo. Como uma boa atividade aeróbica, além de ajudar no condicionamento físico, a dança pode auxiliar no combate ao envelhecimento do cérebro. Para entender como ocorre esse envelhecimento das células cerebrais e qual o papel da dança nesse caso, continue a leitura do texto.

Como ocorre o envelhecimento do cérebro?

Desde pequenos, nosso cérebro funciona a todo o vapor e tem sua capacidade expandida ao longo da infância. Quando chegamos na fase adulta, esse desenvolvimento estabiliza até o momento que começamos a perder nossa capacidade cognitiva, por volta dos 60 anos. Nessa idade, a irrigação sanguínea diminui, assim como o número de células nervosas presentes no cérebro.

Algumas práticas podem contribuir para acelerar esse envelhecimento, como fazer uso de bebidas alcoólicas ou cigarros, o aparecimento de doenças degenerativas ou outras enfermidades, como pressão alta e diabete mellitus. Por outro lado, também é possível retardar essa perda ou até reduzi-la com algumas práticas, tal qual o exemplo da dança, que vamos acompanhar no próximo tópico.

Quais são os benefícios da dança para o cérebro?

De acordo com uma pesquisa realizada com um grupo voluntário de idosos e publicada no Jornal Frontiers in Human Neuroscience, a dança pode ajudar a manter o equilíbrio e auxiliar na luta contra a perda de memória e a demência. Todos esses problemas, mais comuns em idosos, são sinais do envelhecimento do cérebro e da perda de sua capacidade cognitiva.

Além de trabalhar a memória espacial, isto é, a parte do seu cérebro responsável por lembrar de ambientes e se orientar no espaço, a dança é responsável por melhorar a concentração e o foco. Isso sem falar nos benefícios para a memória em si, pois a atividade exige memorização da coreografia.

A dança contribui, também, na socialização e ajuda a combater os sintomas da depressão, doença que afeta mais de 300 milhões de pessoas no mundo, segundo a OMS. Isso porque durante a atividade, os neurotransmissores ligados à sensação de bem-estar são liberados no organismo, tornando-a muito mais prazerosa.

Olha que nem falamos dos benefícios que a dança traz ao corpo, como resistência física, perda de calorias, tonificação dos músculos, melhora da memória muscular, entre outros.

Quais são os principais tipos de dança?

Todos os tipos de dança trazem benefícios ao praticante. Abaixo destacamos algumas das principais modalidades:

Esses são apenas alguns exemplos de uma lista infinita de danças e ritmos que dizem respeito à cultura de cada povo, lugar e país. Todas elas proporcionam os benefícios citados aqui, mas com algumas variações e destaques para determinadas características.

Por fim, vale lembrar de que a dança é um importante instrumento na luta contra o envelhecimento do cérebro e os nossos hábitos ao longo da vida podem influenciar em como as células vão se comportar quando estivermos mais velhos. Para dificultar que isso aconteça, é possível optar por diferentes tipos de dança e aproveitar os benefícios que vão desde a melhora no equilíbrio até a redução do risco de demência.

Gostou de aprender mais sobre os benefícios da dança no combate ao envelhecimento do cérebro? Então, acesse também o nosso post sobre a importância da dança na reabilitação física!

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Entenda já a importância da dança na reabilitação física

A prática de atividades físicas que auxiliem no desenvolvimento cognitivo é muito indicada para todas as pessoas e, especialmente, para quem sofre de alguma deficiência. Nesses casos, a dança é uma excelente aliada da reabilitação física, proporcionando inúmeros benefícios físicos e psicológicos a quem a pratica.

No post de hoje, você vai conhecer alguns desses ganhos e entender como a dança pode ser tão importante nesse processo de reabilitação. Acompanhe!

1. Desenvolve o senso de socialização

Quem tem alguma deficiência passa por uma série de tratamentos que são, em sua maioria, feitos individualmente. Sessões com psicólogos, fisioterapeutas e fonoaudiólogos são essenciais para o desenvolvimento intelectual e físico, mas dificilmente são feitos em grupo.

A dança estimula o contato social, a integração com outras pessoas, que tenham as mesmas deficiências ou não, e promove, assim, uma socialização necessária para que se sintam parte de um grupo e aprendam com as diferenças.

2. Ajuda no desenvolvimento motor

Os passos de dança e a maneira de executá-los são capazes de melhorar o desenvolvimento motor, promovendo a consciência corporal e dando leveza aos movimentos.

Algumas pessoas com deficiência melhoram muito a coordenação motora com a prática da dança, sendo capazes de desenvolver outras atividades físicas e ser autossuficiente para realizar tarefas do dia a dia.

3. Aumenta a capacidade mental

O desenvolvimento e a memorização das coreografias estimulam o cérebro a aumentar a capacidade da memória para que os passos sejam registrados na cabeça enquanto são apreendidos. Com os treinos, as lembranças da coreografia ficam mais intensas e o cérebro se expande.

A complexidade dos movimentos também estimula o cérebro para as novidades, aguçando ainda mais a capacidade intelectual.

4. Funciona como terapia

Separar uma hora para fazer o que gosta é essencial para esquecer os problemas, certo? Pessoas com deficiência também precisam dessa válvula de escape para que possam se desligar por um momento de qualquer preocupação e curtir um tempo de lazer.

A dança funciona como uma verdadeira terapia, já que o sentimento de superação a cada passo aprendido e a aceitação da turma fazem a pessoa se sentir especial, querida e capaz de realizar cada um dos movimentos ensinados nas aulas.

5. Estimula o corpo

Não é só a mente que é estimulada com a dança. O corpo também apresenta inúmeras diferenças depois que a atividade é incluída na rotina. A perda de peso é um dos sinais mais claros, já que algumas deficiências têm como característica o aumento de peso. Por isso, a prática do exercício é essencial para sua manutenção.

Além disso, a dança proporciona um bom alongamento e fortalecimento de todos os músculos, deixando o corpo mais forte e resistente.

A reabilitação física através da dança é muito indicada para qualquer que seja a deficiência, intelectual ou física. A prática dessa modalidade traz benefícios para a mente e para o corpo, aumentando também a autoestima e a confiança de que é possível realizar uma atividade divertida e muito benéfica para todas as idades.

E você, conhece alguém ou tem uma história de superação que aconteceu através da dança? Deixe seu comentário para nós!

Pés de Bailarina: 9 dicas incríveis para manter seus pés bem cuidados

Os pés da bailarina são o principal instrumento de execução dos movimentos clássicos, que encantam multidões. No entanto, escondidos debaixo de sapatilhas apertadas, muitas vezes eles se encontram marcados por calos, joanetes e unhas encravadas, causadas por uma intensa rotina de treinamentos.

Seguindo uma série de cuidados com os pés, é possível mantê-los saudáveis e sempre prontos para executar movimentos com perfeição. Neste post, listamos 9 dicas incríveis que lhe ajudarão a melhorar a saúde dos seus pés de bailarina. Confira!

  1. Mantenha as unhas curtas

Bailarinas já sabem o quanto unhas grandes podem ser desconfortáveis e doloridas durante a dança. Para as iniciantes, uma boa forma de cuidado com os pés é mantê-las bem cortadas e lixadas, de modo a evitar que encravem ao longo da prática do ballet e para que não atrapalhem a execução dos seus movimentos.

  1. Hidrate com moderação

Os hidratantes e óleos podem causar um efeito negativo se utilizados em excesso. Sua principal consequência é o afinamento da pele, que, em atrito regular com as sapatilhas ou com o solo, pode causar feridas popularmente chamadas de “carne viva”. Utilize-os, no máximo, duas vezes por semana, de preferência durante à noite, com os pés prontos para descansar.

Para hidratar de forma correta, opte por cremes específicos para as áreas dos pés, pois eles contêm ingredientes para essa parte do corpo. Você pode escolher os que apresentam propriedades refrescantes e calmantes ou os que contam com ingredientes que devolvem a oleosidade natural da pele.

  1. Cuide de bolhas e calos e não os estoure

As bolhas e os calos são bastante comuns em pés de bailarina. Pelo menos em algum momento da sua rotina eles aparecerão e, quando isso acontecer, não os estoure. Cair na tentação de retirar calos com alicates, tesouras ou outros instrumentos, além de criar um aspecto estético ruim, pode causar infecções graves. O ideal é esperar que eles saiam naturalmente, ou caso estejam muito doloridos, procure a ajuda de um podólogo.

Quando um deles aparecer, proteja-os com um curativo que não grude. Você pode optar por uma gaze coberta com vaselina líquida ou adquirir curativos chamados hidrocoloides, especiais para essa área. O ideal é manter a região machucada longe de contaminação e de mais atrito.

  1. Tenha cuidado com quem cuida das suas unhas

Mesmo sendo importante manter as unhas bonitas, tenha cuidado com as manicures ou pedicures. Algumas profissionais sem capacitação podem piorar a situação de unhas encravadas e serem responsáveis pela transmissão de bactérias graves por meio de instrumentos e alicates mal-esterilizados. Para um cuidado efetivo com os pés, faça visitas regulares ao podólogo, pois ele será capaz de tratá-los melhor e indicar a forma ideal de cortar e cuidar das unhas, de acordo com o seu formato, para evitar que elas encravem.

  1. Utilize protetores nas sapatilhas

Durante as aulas, use uma ponteira, de preferência de silicone, para ajudar a reduzir os impactos dos pés na sapatilha. Essa é uma forma de proteger os dedos e evitar que as unhas encravem ou quebrem ao longo do tempo.

É importante também comprar sapatilhas do tamanho certo para os seus pés, pois números muito menores podem provocar feridas e calos logo no primeiro dia de uso e causar os temíveis joanetes. Caso você já as tenha, o ideal é conservá-las de forma correta e utilizar um protetor especial também dentro das sapatilhas e na parte dos calcanhares.

  1. Dê um descanso para os seus pés

Diariamente, após os treinos ou antes de dormir, faça imersões dos seus pés em água morna, massageie-os suavemente e proteja-os com uma meia de algodão confortável. No dia a dia, fora das aulas de ballet, evite sapatos muito apertados ou saltos muito altos.

  1. Alimente-se bem

Uma boa alimentação também é importante no cuidado dos pés de bailarina. Alimentos ricos em cálcio, zinco e vitaminas são capazes de manter unhas fortes, saudáveis e difíceis de quebrar. Além disso, são a principal fonte de energia, força e resistência, essenciais para os treinos mais intensos.

  1. Faça massagens nos pés

Tanto para manter os pés bem-cuidados quanto para relaxar depois de um treino intenso, ou também para aliviar as dores musculares nessa região, fazer uma massagem caprichada é revigorante. Se for a um massagista, você pode pedir para que ele dedique uns minutos a mais em cada um dos pés. Porém, como sabemos que essa não é a realidade de todos os bailarinos, é possível que você mesmo faça uma bem-caprichada.

Para começar, dê atenção especial aos dedos e vá subindo por todo o cumprimento até chegar nos calcanhares. O peito dos pés é uma parte que não pode ser esquecida. Gaste um pouco de tempo nessa região também. Mesmo se não tiver muito tempo durante o dia para realizar tal procedimento, dedique pelo menos 5 minutos após o banho para cada pé, que eles agradecerão — e muito!

  1. Realize escalda-pés

Quando sentir que os pés estão sobrecarregados ou após um treino de ponta, você pode efetuar um escalda-pés para que eles relaxem. O procedimento é bem simples! Você vai precisar colocar água morna, uma colher de sopa de sal grosso e algumas pedrinhas redondas em um balde ou tacho. Depois, é só deixar os pés imersos nessa solução e ir pisando nas pedrinhas. Se quiser, pode incluir algumas ervas ou essência de cânfora ou eucalipto, que são calmantes e aliviam o cansaço.

Condições de saúde que podem ocorrer caso os pés não sejam cuidados

Caso você não faça o cuidado correto dos pés antes, durante e depois das práticas de ballet, pode acabar com alguns ferimentos sérios ou condições de saúde que não são agradáveis. Como os pés são utilizados, muitas vezes, exaustivamente, o mínimo descuido pode ser motivo de complicações bem sérias.

Por conta de maus hábitos e poucos cuidados, entre os ferimentos que podem acometer seus pés estão os calos, que se não tratados podem provocar dores intensas e atrapalhar os passos, as unhas podem se machucar com mais facilidade e as bolhas também aparecem com frequência para atrapalhar.

Outras condições que possivelmente ocorrem quando os cuidados básicos são negligenciados são os fungos e as micoses. Ainda há as frieiras, causadas por excesso de umidade, são pequenas infecções geradas por bactérias que causam a ruptura da pele, principalmente entre os dedos. Para evitá-las, o recomendado é enxugar bem essa região após o banho.

Como você pode perceber, é essencial cuidar dos pés de bailarina para evitar sérios problemas e manter seu instrumento de trabalho saudável. Além das dicas descritas aqui, é imprescindível escolher produtos de qualidade para realizar a prática da dança de maneira adequada e segura.

Para isso, você pode conferir algumas sugestões de como fazer a escolha desses produtos de forma certeira!

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5 dicas incríveis de como aliviar dores musculares

Quem pratica exercícios físicos com frequência e alta intensidade sabe que as dores sempre vêm depois deles, não é mesmo? Por isso, é importante saber como aliviar dores musculares para que no seu próximo ensaio você consiga um bom rendimento sem que esses desconfortos atrapalhem seus movimentos.

Como uma ajuda, neste texto você vai conferir algumas dicas para amenizar essas dores e continuar suas atividades mesmo após um treino longo e intenso. Acompanhe!

1. Descanse

Muitas vezes, os bailarinos ficam em uma rotina intensa e diária de ensaios e não conseguem parar sequer um dia para dar o descanso muscular necessário. Nesses casos, é preciso dormir bem, entre 7 e 8 horas, para que o corpo se restabeleça.

É na hora do sono, à noite, que seu corpo vai realizar a maior parte do processo de troca de tecidos e manutenção do seu organismo em geral. Isso inclui, também, o alívio dessa dor muscular tão insistente.

2. Alongue antes e depois dos ensaios

alongamento é essencial tanto antes — na preparação os músculos, para que possam ser estimulados e exercitados — quanto depois, para prevenir exatamente as dores musculares.

É claro que elas não vão deixar de aparecer, mas o alongamento é uma parte importante para evitar que elas sejam tão intensas a ponto de prejudicar seus ensaios nos dias seguintes.

3. Invista em massagens

As massagens são uma excelente opção para quem precisa aliviar dores musculares. Você pode procurar um profissional — como um fisioterapeuta, por exemplo — para realizar o método de liberação dos músculos, que ajuda a relaxá-los após um dia intenso de exercícios.

Você também pode fazer algumas massagens em casa ao passar um creme pelas pernas e pés lentamente, mas com movimentos intensos e com força moderada.

4. Aposte no gelo e no escalda-pés

Os pés dos bailarinos são a parte do corpo que mais sofrem durante os ensaios. Cãibras nessa parte do corpo são muito comuns até durante a realização dos movimentos e exercícios e, por isso, eles merecem uma atenção especial.

Além das massagens, você pode apostar em pomadas anti-inflamatórias, na colocação de bolsas de gelo para diminuir a dor e no escalda-pés, que além de relaxar, ajuda a tirar a tensão dessa região.

Para fazer o escalda-pés, use uma bacia que comporte seus dois pés e coloque 3 litros de água quente. Coloque também sal refinado e gotas de óleos essenciais da sua escolha. O sal ajuda a tirar o inchaço, já que drena os líquidos que se acumulam por ali durante o dia.

5. Alimente-se bem depois de ensaiar

Depois de um dia intenso de exercícios, o corpo precisa de alimento para recompor as energias e os músculos que estão completamente desgastados. Nesse momento, é preciso ficar atento à qualidade dos alimentos que você ingere.

Sempre se alimente bem após os ensaios com a ingestão de carboidratos bons — como arroz e macarrão integral — e proteínas magras, como frango, ovos e carne vermelha magra. A proteína atua na reconstrução dos músculos e, por isso, é muito importante para ajudar a fortalecê-los e evitar aquelas dores intensas, mesmo que indiretamente.

Ao seguir essas dicas de como aliviar as dores musculares, você vai conseguir manter uma boa rotina de treinos e exercícios sem o incômodo causado por elas. É claro que elas não vão desaparecer, mas diminuí-las já ajuda muito a continuar dançando sem que elas prejudiquem sua performance.

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5 maus hábitos que você deve evitar se quiser ser bailarino

Você já deve saber que ser um bailarino profissional é algo que requer muita dedicação e persistência para alcançar movimentos perfeitos. Para isso, além das horas diárias de ensaio, é preciso abolir os maus hábitos no cotidiano. Afinal, eles podem prejudicar o corpo durante o dia e, consequentemente, afetar seu desenvolvimento na dança.

Neste artigo, você vai conferir algumas atitudes capazes de comprometer sua performance nos ensaios e nos palcos. Continue a leitura e comece agora mesmo a se desvencilhar desses maus hábitos para crescer na carreira!

1. Usar celular ou laptop na cama ou no sofá

Dificilmente alguém checa rapidamente o celular ou laptop quando está em casa. Nesses momentos de descanso, as pessoas tendem a ficar por horas navegando na internet. Porém, quando se faz isso na cama ou deitado no sofá, a postura fica totalmente desalinhada, o que não faz bem para ninguém, especialmente para bailarinos.

Grande parte dos problemas ortopédicos se dá pela má postura, que normalmente aparece em períodos ociosos. Por isso, é sempre importante sentar-se com a coluna ereta, sem deixar o pescoço cair e sem sobrecarregar os quadris e as pernas com o peso do corpo, mantendo a região abdominal enrijecida para dar apoio a lombar.

2. Carregar peso em excesso só de um lado do corpo

As bolsas para a aula de ballet costumam ser pesadas, já que é preciso levar figurino, sapatilha, água, comida, entre outras coisas para aguentar o ritmo do ensaio. Porém, evite carregar a bolsa em apenas um lado do corpo, pois esse mau hábito pode comprometer sua estrutura física.

Esse desequilíbrio de peso pode causar desalinhamentos na postura e problemas musculares. Para carregar todo o seu material com segurança, invista em uma mochila ou uma mala com rodas. Se você não abre mão das bolsas com alça única, atente-se para sempre alternar entre os ombros.

3. Não fazer outro exercício além de dançar

É fato que a dança é um exercício completo e excelente para todos os músculos do corpo, mas quem faz isso profissionalmente precisa complementar a atividade com outra que trabalhe o alongamento e o fortalecimento muscular.

Pilates e ioga são exemplos de práticas que podem e devem ser adotadas pelos bailarinos, já que trabalham a consciência corporal, a postura e o fortalecimento dos músculos, com baixo risco de lesões e pouco impacto.

4. Não exercitar a mente

Força, disciplina, resiliência e persistência são características que um bailarino deve ter para ser um bom profissional. No entanto, é difícil encontrar alguém com essas quatro habilidades bem desenvolvidas a ponto de não precisar fazer algum preparo psicológico para aguentar as horas de aulas, ensaios, pressão e outros sentimentos.

Exercitar a mente é tão importante quanto exercitar o corpo. Então, procure formas de colocar tudo no lugar com práticas como meditação, terapia ou simplesmente desabafando com alguém que você confia.

5. Descuidar da hidratação, do repouso e da nutrição

A dança exige muito do corpo do bailarino. Em algumas horas de ensaio, muita energia é consumida e é preciso repor tudo com alimentação, água e repouso. Ter uma dieta proporcional ao quanto você treina, beber água durante e depois dos treinos e repousar vão garantir que seu corpo tenha o essencial para a máxima performance.

Eliminar os maus hábitos é uma forma de melhorar o seu desempenho no ballet, mas também de ter uma vida mais equilibrada e saudável. Alinhar mente e corpo é um dos grandes segredos para conquistar seus sonhos nos palcos.

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Piercing no ballet: é permitido?

Que o uso de piercing é uma tendência, todo mundo já sabe. Cada vez mais pessoas aderem aos acessórios para agregar estilo ao visual, sejam homens ou mulheres. Mas a dúvida de quem dança é sempre a mesma: piercing no ballet é permitido?

A gente já adianta a resposta para você, fã de piercings, não sair correndo e desistir da dança: pode, sim! No entanto, alguns cuidados devem ser observados tanto para a segurança de quem tem a joia quanto para a mensagem visual em um espetáculo.

Quer saber tudo sobre o assunto? É só continuar lendo este artigo!

E então, pode ou não pode?

Como adiantamos aqui em cima, o uso de piercing por bailarinos e bailarinas não é proibido. Afinal, as perfurações fazem parte da identidade de quem as usa e ninguém deve abrir mão de quem é por conta da dança.

Ao contrário, o ballet, assim como outras expressões, é uma maneira de comunicar ao mundo sua essência e sua verdade. A moda ballet anda de mãos dadas com o estilo urbano.

Mas o uso do piercing durante os ensaios pode ser perigoso e, em apresentações específicas, pode comprometer o conjunto estético. Ou seja: tomando alguns cuidados, você pode continuar com seu piercing tranquilamente (ou mesmo fazer aquele que você tanto sonha!).

Quais cuidados tomar para usar piercing no ballet?

Vamos, então, às precauções importantes para que o piercing seja usado sem comprometer sua performance.

Evite joias muito grandes

Você tem liberdade para usar piercing, mas será mais seguro se você optar por joias pequenas. Os tamanhos maiores, dependendo do movimento, podem incomodar e comprometer a fluidez.

Isso vale, por exemplo, para piercings no umbigo, nas orelhas ou qualquer outra parte. Se gosta de joias grandes, deixe para usá-las fora da aula, ensaios e espetáculos.

Modelos de argolas na aba do nariz, septo ou qualquer outra área são potencialmente mais perigosos, já que até mesmo itens do figurino (franjas, tules esvoaçantes etc.) podem agarrar nos aros.

Retire os piercings mais perigosos nos ensaios

Algumas partes do corpo ficam mais expostas na dança e isso deve ser levado em consideração. Uma sugestão é retirar o piercing do umbigo e dos mamilos, por exemplo, quando for dançar, pois eles podem sofrer trauma em algum movimento feito no chão, ou mesmo no contato brusco de outras partes do corpo.

Você pode, por exemplo, levar um potinho para as aulas e uma embalagem pequena de álcool em gel. Ao entrar para dançar, guarde o piercing no potinho, higienizado com o álcool, e repita o processo de limpeza para recolocar depois do ensaio (com as mãos lavadas).

Ou seja: apenas mais um passo na rotina de uma bailarina, sem comprometer o estilo e o gosto pessoal.

Dê um tempo do piercing nos espetáculos de ballet clássico

O ballet clássico, por ser mais tradicional, pede uma estética no mesmo estilo. O uso do piercing em um espetáculo assim pode comprometer a mensagem visual e o sentido de unidade do grupo.

Assim, tire a joia quando for o grande dia da apresentação. Ficar algumas horas sem a peça não vai fazer com que o furo feche. Em casos como o piercing no septo, é possível esconder o metal virando a abertura para cima e empurrando para mais fundo na narina (modelo ferradura).

Converse sempre com os professores

Uma boa forma de saber o que fazer em relação ao piercing no ballet é conversar com seu professor ou professora. São as pessoas ideais para indicar em quais momentos a joia deve ser deixada de lado.

O mesmo vale para saber a data das apresentações e evitar perfurações novas na época, porque o piercing em fase de cicatrização não pode ser retirado.

E então, tirou suas dúvidas sobre piercing no ballet? Esperamos que sim! Que tal compartilhar nosso artigo nas redes sociais e ajudar amigos e amigas com os mesmos questionamentos?

Dores musculares? Confira 5 dicas para relaxar após a aula

Dores musculares? Confira 5 dicas para relaxar após a aula

Se você é viciada em dança, sabe que por maior que seja essa paixão, às vezes é difícil não se deixar dominar pelo cansaço. O ritmo intenso de treinos, além de deixar o corpo exausto, também pode gerar estresse. Isso faz parte da rotina de qualquer dançarino. Mas há como diminuir o efeito dos movimentos contínuos das aulas, treinos, recitais e apresentações.

Esta é, aliás, uma discussão que tem sido cada vez mais frequente no mundo da dança. Afinal, sabe-se que a falta de exercícios físicos pode prejudicar o bom funcionamento do corpo. Mas pouco se fala sobre os problemas que podem ser causados devido ao desgaste muscular e o treino excessivo. Por isso, na hora que a música parar, é hora de cuidar do corpo e da mente para garantir que a dança seja sempre um prazer. Assim, confira algumas dicas para relaxar após a aula:

Alongar é essencial

Quando realizado logo após a aula, o alongamento tem a função de relaxar os músculos, além de melhorar a circulação sanguínea. O importante é fazer os movimentos de forma lenta, de modo que cada posição seja mantida por pelo menos vinte segundos.

Respire profunda e lentamente

Respirar fundo, além de acalmar, é uma ótima técnica para relaxar os músculos e repousar as funções fisiológicas. Com apenas cinco minutos de exercícios respiratórios, já é possível notar os resultados. Uma técnica muito comum é respirar apenas pelas narinas, fazendo com que a saída de ar dure o dobro do tempo da inspiração.

Busque um massagista

É claro que o sonho de consumo de qualquer bailarino é ter um massagista à disposição ao final de cada treino. Mas sabemos que isso não faz parte da realidade da maioria dos praticantes de dança. Então, o que resta é pedir a um amigo ou amiga que faça essa bondade por você. O ideal é que essa pequena massagem seja feita na região do pescoço, nuca e ombros. Os pés e as pernas também estão na lista, mas isso é uma coisa que você mesmo pode fazer sem a ajuda de outras pessoas.

Alimentação é essencial

Ao final de uma aula, além do desconforto muscular, a fome também irá surgir com força total. Nessa hora, o importante é ter sempre um alimento leve (uma fruta, por exemplo) para amenizar a ânsia por comida. Mas não adianta comer com pressa. Essa “refeição” deve ser feita de forma tranquila e consciente.

Esvazie a mente

O bem-estar mental acalma o corpo. Quem é adepto da prática da meditação, já sabe que não há nada mais relaxante do que manter a coluna ereta, as pernas cruzadas e afastar todos os pensamentos que possam surgir.  Mas mesmo que você não faça, é importante tentar relaxar a mente afastando-se do computador e do celular por um tempo.

Alimentação balanceada e dieta restritiva: qual é mais milagrosa?

A busca pelo corpo perfeito tem levado muita gente a cometer um erro que acaba contribuindo para um efeito inverso em relação a qualidade de vida: as dietas restritivas.

Ao deixar a alimentação balanceada de lado, o organismo acaba sofrendo em razão da falta de nutrientes, abrindo espaço para o chamado efeito sanfona, sem falar em várias consequências que podem até mesmo causar graves doenças.

Para auxiliar você a perder peso de uma maneira consciente, vamos mostrar neste post pontos negativos das dietas restritivas e as vantagens de conciliar alimentação saudável com a prática de atividades físicas, o conjunto ideal para uma vida equilibrada!

Conheça os pontos negativos das dietas restritivas

Nomes não faltam para tantas dietas restritivas que prometem resultados rápidos em um curto espaço de tempo.

Saiba que o corpo humano tem um funcionamento muito equilibrado e que acaba sofrendo quando é colocado em situações radicais.

Como na maior parte desses casos o cardápio fica pobre em nutrientes, o metabolismo acaba sentindo uma mudança drástica. A glicose existente nos músculos diminui, o que explica a queda no peso.

No entanto, a gordura corporal tem pouca redução, contribuindo para um ganho rápido do que foi perdido.

Além disso, as dietas restritivas afetam ainda o aspecto psicológico de quem se desafia, causando irritabilidade, aumento da ansiedade e problemas na concentração.

Com isso, é muito comum o surgimento da compulsão após o período restritivo, trazendo de volta os mesmos padrões de comportamento, ou seja, a ingestão de alimentos pouco saudáveis em grande quantidade e o consequente ganho de peso.

Por isso, nada melhor do que uma mudança no estilo de vida, que leva mais tempo, mas traz resultados eficazes e saudáveis.

Alimentação saudável: a chave de uma vida equilibrada

Para quem quer perder peso sem afetar a saúde como um todo, nada melhor do que o auxílio de um profissional especializado.

É preciso seguir uma dieta rica em nutrientes, como frutas, verduras e legumes, aprender a ter disciplina alimentar para comer em horários adequados, além de auxiliar tudo com a prática de atividades físicas.

Geralmente, a mudança no comportamento leva, em média, três meses para começar a trazer os primeiros resultados.

No entanto, é permanente, já que o organismo estará trabalhando adequadamente, de acordo com as modificações estabelecidas ao longo do tempo.

Dessa maneira, você conquista a longo prazo, já que a perda de peso será de uma maneira saudável, abrindo espaço para novos prazeres, o que modifica consideravelmente o seu estilo de vida, resultando em mais equilíbrio e harmonia.

Seguindo as orientações descritas por seu nutricionista, a sensação de saciedade após as refeições será notória, evitando os velhos padrões alimentares, muitos baseados na compulsão.

Além da perda de peso, o metabolismo começa a funcionar melhor, trazendo mais disposição para as atividades diárias e também o fortalecimento do sistema imunológico, o que evita muitas doenças.

Tendo esta devida consciência, muitos aspectos melhorarão em sua vida, ou seja, vale mais a pena se esforçar por um maior período de tempo e ter resultados muito mais duradouros. Pense nisso e viva melhor!

E você, já descobriu os prazeres de uma alimentação saudável? Compartilhe este post em suas redes sociais e ajude outras pessoas a não cair na tentação das dietas restritivas!

Ballet na gestação faz bem para o corpo e alma

A gravidez é um dos momentos mais belos e emocionantes na vida de uma mulher, mas é durante esse período que mitos e receios relacionados à prática de exercícios físicos começam a surgir. É muito natural que a mulher se questione se é seguro ou não continuar a realizar determinadas atividades, mais ainda se essas atividades forem uma combinação de piruetas, aberturas de pernas, saltos e movimentos cadenciados. Mas, será que é mesmo necessário colocar de lado as sapatilhas durante a gestação? Para a alegria das mamães bailarinas, a resposta é não.

Ao contrário do que se acredita, o ballet pode ser muito benéfico para as mães, a começar pela resistência física e psicológica que se cria por meio da dança. Nos ensaios trabalha-se muito os músculos do abdômen, o que previne problemas comuns na gravidez, como incontinência urinária e prolapso uterino. Durante o alongamento, a coluna e lombar saem fortalecidas, preparando o corpo para aguentar os inevitáveis quilinhos a mais. Mas o melhor de tudo é a possibilidade de se conectar ao bebê por meio da música de uma maneira única e prazerosa.

No entanto, existem também os cuidados indispensáveis e que não podem ser ignorados. É essencial que a dançarina faça um acompanhamento com seu médico e também com a professora de ballet, que irá indicar movimentos mais leves e dançantes, ao invés de saltos e manobras de impacto. O ideal mesmo é que a bailarina perceba seus limites e treine enquanto e até quando se sentir confortável.

Shape em dia com até 30 minutos de exercício

Às vezes, 24 horas parece pouco para a quantidade de afazeres que acumulamos ao longo do dia. Trabalho, estudos, tarefas domésticas e, quando nos damos conta, já está na hora de recomeçar tudo de novo. Em meio a tantas atividades, fica difícil incluir na agenda cuidados com o corpo e saúde, certo? Errado!

 

Quando se trata de exercício físico, quantidade nem sempre é sinônimo de qualidade. Por meio de movimentos aeróbicos, é possível alcançar bons resultados de forma simples e rápida, sem prejudicar seu planejamento diário. Acompanhe abaixo alguns exercícios que poderão ajuda-lo a manter o corpo saudável em até 30 minutos:

 

Caminhar ou correr

Se a ideia é queimar calorias, treinos que intercalam caminhada e corrida são uma excelente pedida. Até meia hora desses exercícios, entre duas ou três vezes por semana, podem trazer muitos benefícios à saúde e ainda deixar o corpo em forma.

Pular corda

Parece uma atividade simples, mas a verdade é que pular corda pode ser uma poderosa arma quando o assunto é livrar-se dos quilinhos a mais. Para melhores resultados, faça intervalos a cada 30 segundos da atividade.

 

Andar de bicicleta

Pedalar, principalmente ao ar livre, pode ser um exercício prazeroso e bastante eficiente. Isso porque o terreno irregular oferece muitas variedades de intensidade. Lembre-se de utilizar sempre o capacete para sua proteção.

 

Dançar

Talvez um dos exercícios mais divertidos e funcionais que existem. Além de queimar gordura e ajudar a emagrecer, a dança define e modela o corpo como poucas atividades conseguem fazer. Não que ir a uma academia? Tudo bem. Clique aqui e veja 5 canais do YouTube que te ensinam a dançar em casa mesmo.

 

Melhor do que praticar um desses exercícios, é praticar todos eles juntos. Um boa pedida é intercalar entre 20 minutos de dança e 10 de caminhada, por exemplo. Ou mesmo 15 minutos pulando corda e outros 15 de pedalada moderada para finalizar. Além disso, lembre-se de que fazer alongamentos é fundamental para alcançar bons resultados. Confira aqui os alongamentos mais indicados para cada exercício.

 

Durante a prática, lembre-se de optar por um look confortável, com peças que valorizem os movimentos. Veja aqui as opções da Evidence Ballet. Aproveite as dicas para deixar as desculpas de lado e mexer o esqueleto!