Alimentação

Quer saber como fazer a dieta low carb? Veja os alimentos permitidos

Emagrecer de forma saudável e ganhando massa magra é o sonho de muita gente. Investir tempo em uma modalidade, como musculação ou dança, por exemplo, exige a criação de hábitos alimentares adequados para potencializar as atividades e garantir benefícios ao corpo.

Dentro desse contexto, saber como fazer a dieta low carb é fundamental. A redução da quantidade de carboidratos ingeridos influencia diretamente os resultados, mas já vale lembrar que não existe fórmula mágica para atingir os objetivos.

De qualquer maneira, caso você busque mais informações a respeito do tema, está no lugar certo. Ao longo do post, trouxemos dicas sobre a tão famosa low carb, incluindo o conceito e os alimentos que devem ou não integrá-la. Siga conosco e uma faça boa leitura!

O que é a dieta low carb?

O baixo teor de carboidratos, conforme enfatizamos acima, consiste no principal preceito da dieta low carb. Mas ela vai além: trata-se de uma rotina alimentar envolvendo alto consumo de proteínas e lipídios.

Na low carb, a quantidade de carboidratos oriundos da alimentação jamais excede 40% em um dia. A intenção é preservar a massa magra e estimular a sensação de saciedade, reduzindo a secreção da insulina.

Essa dieta, portanto, impacta de modo direto a diminuição do peso corporal e da gordura. De quebra, auxilia no controle dos índices glicêmicos.

Quais são os principais alimentos indicados e proibidos?

Como em qualquer dieta, existem determinados alimentos que precisam figurar na rotina, além de outros que devem ser evitados. Confira na sequência.

Indicados

Ovos

De galinha, pata, gansa, orgânicos ou convencionais, os ovos têm alta capacidade nutritiva e são saudáveis. Se você quer saber como fazer a dieta low carb, não esqueça: clara e gema devem estar na sua rotina alimentar.

Baratos e gostosos, eles são ótimas alternativas para qualquer hora do dia, principalmente para o café de manhã.

Carnes

A lista de uma dieta low carb pode muito bem abordar diversos tipos de carne. A proteína encontrada nela desempenha papel importante. É possível consumir carne bovina, carne de frango, peixe ou bacon. Apenas preste atenção na quantidade, pois o exagero nunca é bom.

Sementes e oleaginosas

Nutritivas e saborosas, as sementes e as oleaginosas contam com baixo nível de carboidratos. Entretanto, vale abrir o olho a respeito do alto teor calórico delas. Se for comer, preze pelo autocontrole e não passe do ponto. Nozes, amêndoas e diferentes tipos de castanhas são os melhores exemplos.

Antes de partir para as opções proibidas na low carb, é importante mencionar que frutas, verduras e legumes precisam fazer parte da rotina alimentar. Quanto mais colorido o prato, melhor.

Proibidos

Açúcar

Risque completamente da sua lista refrigerantes, doces, sorvetes, bolos, adoçantes e sucos de caixinha. Qualquer dieta low carb que se preze não pode tolerar esse tipo de opção.

Carnes processadas

Acima, comentamos sobre as carnes sob um viés positivo, mas lembre-se da diferença delas para as alternativas processadas. Assim, elimine itens como salsicha, linguiça, salame, peito de peru e presunto.

Farinhas

Aquela cervejinha é sagrada pra você? Então comece a se acostumar com a realidade de tirá-la da rotina. Afinal de contas, a cevada figura como item proibido nas dietas low carb. O mesmo vale para trigo, centeio e algumas comidas, como pão, salgados etc. Para finalizar, também procure excluir do dia a dia a massa, a farofa e o arroz branco.

Viu a relevância de saber como fazer a dieta low carb? Lembre-se: existe uma grande diferença entre ela e a dieta cetogênica, na qual a redução de carboidratos é bem maior, sem mudança drástica no consumo de proteínas. Além disso, frutas e legumes perdem protagonismo na alternativa cetogênica.

Antes de colocar em prática um novo cotidiano alimentar, esteja seguro dos hábitos definidos. A low carb não é considerada uma dieta equilibrada. Por isso, demanda a delimitação de objetivos bem claros para evitar problemas de saúde.

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Alimentação balanceada e dieta restritiva: qual é mais milagrosa?

A busca pelo corpo perfeito tem levado muita gente a cometer um erro que acaba contribuindo para um efeito inverso em relação a qualidade de vida: as dietas restritivas.

Ao deixar a alimentação balanceada de lado, o organismo acaba sofrendo em razão da falta de nutrientes, abrindo espaço para o chamado efeito sanfona, sem falar em várias consequências que podem até mesmo causar graves doenças.

Para auxiliar você a perder peso de uma maneira consciente, vamos mostrar neste post pontos negativos das dietas restritivas e as vantagens de conciliar alimentação saudável com a prática de atividades físicas, o conjunto ideal para uma vida equilibrada!

Conheça os pontos negativos das dietas restritivas

Nomes não faltam para tantas dietas restritivas que prometem resultados rápidos em um curto espaço de tempo.

Saiba que o corpo humano tem um funcionamento muito equilibrado e que acaba sofrendo quando é colocado em situações radicais.

Como na maior parte desses casos o cardápio fica pobre em nutrientes, o metabolismo acaba sentindo uma mudança drástica. A glicose existente nos músculos diminui, o que explica a queda no peso.

No entanto, a gordura corporal tem pouca redução, contribuindo para um ganho rápido do que foi perdido.

Além disso, as dietas restritivas afetam ainda o aspecto psicológico de quem se desafia, causando irritabilidade, aumento da ansiedade e problemas na concentração.

Com isso, é muito comum o surgimento da compulsão após o período restritivo, trazendo de volta os mesmos padrões de comportamento, ou seja, a ingestão de alimentos pouco saudáveis em grande quantidade e o consequente ganho de peso.

Por isso, nada melhor do que uma mudança no estilo de vida, que leva mais tempo, mas traz resultados eficazes e saudáveis.

Alimentação saudável: a chave de uma vida equilibrada

Para quem quer perder peso sem afetar a saúde como um todo, nada melhor do que o auxílio de um profissional especializado.

É preciso seguir uma dieta rica em nutrientes, como frutas, verduras e legumes, aprender a ter disciplina alimentar para comer em horários adequados, além de auxiliar tudo com a prática de atividades físicas.

Geralmente, a mudança no comportamento leva, em média, três meses para começar a trazer os primeiros resultados.

No entanto, é permanente, já que o organismo estará trabalhando adequadamente, de acordo com as modificações estabelecidas ao longo do tempo.

Dessa maneira, você conquista a longo prazo, já que a perda de peso será de uma maneira saudável, abrindo espaço para novos prazeres, o que modifica consideravelmente o seu estilo de vida, resultando em mais equilíbrio e harmonia.

Seguindo as orientações descritas por seu nutricionista, a sensação de saciedade após as refeições será notória, evitando os velhos padrões alimentares, muitos baseados na compulsão.

Além da perda de peso, o metabolismo começa a funcionar melhor, trazendo mais disposição para as atividades diárias e também o fortalecimento do sistema imunológico, o que evita muitas doenças.

Tendo esta devida consciência, muitos aspectos melhorarão em sua vida, ou seja, vale mais a pena se esforçar por um maior período de tempo e ter resultados muito mais duradouros. Pense nisso e viva melhor!

E você, já descobriu os prazeres de uma alimentação saudável? Compartilhe este post em suas redes sociais e ajude outras pessoas a não cair na tentação das dietas restritivas!

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Vida de bailarina: 9 alimentos energéticos que ajudam no desempenho

A vida de bailarina é uma das carreiras mais bonitas que uma pessoa pode ter, mas também exige muita disposição, disciplina e energia. Para alcançar melhores resultados, não basta dedicar-se aos treinos e ensaios: é preciso ir além e cuidar do seu maior e melhor instrumento de trabalho, o seu corpo.

Nesse contexto, a alimentação é fundamental para manter uma vida saudável e equilibrada, garantindo mais energia para o seu dia a dia. Pensando nisso, no post de hoje, preparamos uma lista com 9 alimentos poderosos e que são excelentes fornecedores de energia. Continue a leitura e aprimore seu cardápio!

1. Damasco

O damasco não era uma fruta tão popular no Brasil, mas ela vem ganhando espaço nas gôndolas dos supermercados e nas prescrições dos nutricionistas, por conta do seu incrível número de propriedades positivas. A frutinha, entre outras coisas, é rica em vitaminas A, E, B1, B2, B3, B5, B9 e C, além de possuir baixos índices glicêmicos.

Consumir de 3 a 5 unidades de damasco por dia ajuda o organismo a repor toda a energia perdida durante os exercícios! E o melhor é que a versão seca da fruta possui todos os nutrientes necessários para garantir mais energia, além de ser muito prática e ideal para ser levada sempre com você na bolsa.

2. Maçã

Um dos grandes benefícios da maçã é que ela é fácil de ser encontrada e pode ser comprada em qualquer local. Mesmo com um imenso número de variantes, não é preciso escolher com parcimônia: todas possuem um número excelente de propriedades positivas e altamente vantajosas para quem quer levar uma vida de bailarina.

Além de ser um lanche prático, delicioso e nutritivo, esse maravilhoso fruto de casca avermelhada possui açúcares naturais e que fornecem bastante energia para o nosso organismo. Por isso, essa é uma excelente opção tanto para antes quanto para depois dos ensaios.

3. Pão integral

O pão tradicional, fabricado com farinha branca, pode provocar aquela sensação de inchaço e peso no estômago, além de ser o pão com maiores índices glicêmicos. Ele pode até fornecer a energia que você precisa, mas ela não é duradoura e também acaba tendo efeitos nocivos, como o ganho de peso e uma fome precoce posteriormente.

Por todas essas razões, os médicos e nutricionistas não recomendam que ele seja consumido antes do treino ou logo antes de dormir. Uma boa dica é substituí-lo pela versão integral, que é uma fonte de carboidratos mais saudável e rica em fibras, o que promove disposição e saciedade por muito mais tempo.

4. Pipoca

Essa pode parecer uma escolha surpreendente, pois esse alimento é uma delícia e, muitas vezes, é ligado a escolhas menos saudáveis em um plano alimentar. No entanto, isso é um tremendo erro, pois você precisa compreender que essa iguaria deliciosa nada mais é do que o milho estourado.

O nosso corpo gasta muita energia durante o processo de digestão e, por isso, consumir comidas que ajudem nesse processo é fundamental para sentir-se mais disposta. Você sabia que a pipoca cumpre muito bem essa função, por ser rica em fibras? Entretanto, fique atenta: a opção ideal para você é a pipoca feita na panela, sem manteiga e com pouco sal.

5. Chocolate

Você pode até não ligar o consumo de chocolate com a vida de bailarina, mas o fato é que algumas versões do doce podem ser efetivamente saudáveis. Ele possui uma substância chamada teobromina, que tem uma ação similar à da cafeína.

Além de dar mais energia, essa substância também tem o poder de melhorar o humor, fazendo do chocolate um dos companheiros mais queridos das mulheres durante a TPM. Dê preferência às versões amargas e sem açúcar!

6. Nozes e outras oleaginosas

As nozes são ricas em ômega 3, vitamina C e zinco. Além de oferecer mais energia para o organismo, o alimento também promove uma melhor qualidade do sono, algo fundamental para o seu desempenho, bem-estar e saúde. Ainda dentro dessa realidade, você pode optar por outras oleaginosas que possuem propriedades semelhantes.

Um dos grandes destaques é a castanha de caju, que tem se mostrado muito benéfica ao organismo quando é consumida constantemente, mas com moderação. Outras escolhas certeiras são a castanha do Pará, o pistache, a avelã e o amendoim sem casca.

7. Peixes

Os peixes com pouca gordura e ricos em ômega 3, como o salmão, favorecem a saúde do sistema cardiovascular. Um coração saudável bombeia mais oxigênio para o corpo, promovendo maior energia para o dia a dia e, consequentemente, melhores desempenhos nos ensaios e na vida de bailarina.

Outras opções interessantes do mar são o atum, a sardinha, o arenque e a cavalinha. Vale prestar atenção no preparo, pois muita gente gosta de consumi-los fritos. Dê preferência para as versões grelhadas, assadas ou cozidas.

8. Peito de frango

O peito de frango possui poucas calorias e é considerado com uma das opções de proteína com mais alto valor biológico, ou seja, possui uma proporção mais adequada e interessante de macronutrientes. Como se não bastasse, é bastante versátil e cai bem em qualquer refeição do dia.

Você pode, por exemplo, prepará-lo antes do ensaio. Dessa forma, quando você voltar, é possível simplesmente aquecê-lo novamente e comê-lo. Ele vai bem a qualquer hora do dia. Uma outra opção é comê-lo desfiado com pão integral, no seu café da manhã. No almoço ou no jantar, ele é perfeito para comer com legumes.

9. Banana

A banana já é uma escolha tradicional de pessoas que levam um estilo de vida mais ativo e, por isso mesmo, pode ser a alternativa perfeita para a vida de bailarina. Além de rica em carboidratos, essa fruta tão tradicional do nosso país é rica em um nutriente essencial para não ter câimbras: o potássio.

Você pode consumi-las sozinhas, com aveia ou fazendo um shake saudável com outras frutas como morango, maçã e mamão. Misture com leite desnatado e você terá um dos melhores energéticos naturais para aumentar sua resistência.

Além de incluir alimentos energéticos na sua dieta, certifique-se de hidratar o seu corpo corretamente, bebendo no mínimo 8 copos de água por dia. Outra dica muito importante é que você jamais deve ficar muito tempo sem comer. O ideal é se alimentar a cada 3 horas, evitando assim sintomas como fraqueza, sono, indisposição e tontura, que são verdadeiros vilões para a vida de bailarina.

Agora que você já sabe quais são os alimentos energéticos que vão ajudar a melhorar seu desempenho, que tal adquirir mais conteúdos como esse em primeira mão seguindo os nossos perfis no Facebook, e no Instagram?.

5 dicas essenciais para a sua alimentação pré e pós-treino

Como já falamos em outros posts, não são apenas os treinos e ensaios que podem proporcionar a melhora do seu desempenho na dança. Diversos fatores têm o poder de otimizar ou de prejudicar sua performance, como horas adequadas de descanso e hábitos de alimentação.

É preciso criar uma rotina saudável e equilibrada, mantendo uma boa alimentação pré-treino e pós-treino, o que garantirá mais conforto, disposição e foco durante os seus ensaios de ballet. Pensando nisso, listamos 5 dicas valiosas para alimentar-se bem antes e depois da prática de atividades físicas. Continue a leitura para conferir!

1. Evite alimentos gordurosos no pré-treino

Em um treino de ballet, você precisará demonstrar leveza e delicadeza nos movimentos, não é mesmo? Nesse caso, os alimentos muito gordurosos não são recomendados no pré-treino, pois eles costumam causar desconforto gastrointestinal e aquela indesejada sensação de sobrepeso.

Carboidratos simples, como pão branco, açúcares e bolachas recheadas, também devem ser evitados, pois esse tipo de alimento é digerido com muita rapidez, o que pode ocasionar uma alta na taxa de glicose e tontura durante o ensaio. Por outro lado, os carboidratos complexos são permitidos e até mesmo recomendados no pré-treino. Nesse grupo estão os pães integrais, a batata-doce e o iogurte natural.

2. Invista nos alimentos que são fonte de energia

Alguns alimentos são excelentes para dar aquela energia extra necessária durante os ensaios de dança. Invista em frutas (principalmente damasco e maçã), torradas e cereais integrais, bebidas à base de soja e sanduíches de pão integral com frios magros.

No mercado, existem diversos produtos que prometem dar mais energia para o treino, como energéticos, shakes e termogênicos. Tome muito cuidado, pois o consumo desse tipo de alimento pode trazer riscos e deve ser supervisionado por um profissional da saúde. Prefira sempre uma alimentação natural!

3. Fique de olho na hidratação antes, durante e depois do treino

Muitas vezes, na correria do dia a dia, nos esquecemos de beber água na quantidade ideal. Isso é muito perigoso, principalmente para quem mantém uma vida ativa. A desidratação pode causar sintomas como dor de cabeça, tontura, vertigens e sonolência.

Você não quer sentir esses incômodos durante o treino de dança, não é mesmo? Portanto, beba muita água antes, durante e depois de dançar.

4. Evite ficar longos períodos em jejum

Conciliar os treinos de dança com o trabalho, os estudos, os amigos e a família realmente não é uma tarefa fácil, mas isso não pode ser uma desculpa para você se “esquecer” de comer.

Quando ficamos muito tempo em jejum, podemos apresentar dificuldade de concentração e tontura, além de perder músculos, apresentar flacidez e sentir fraqueza.

5. Nada de exageros na alimentação pós-treino

Depois de um treino de dança intenso, é comum bater aquela “fome de leão”. Isso acontece porque o corpo perde nutrientes durante as atividades físicas. Nessa hora, é preciso ser consciente e controlar o impulso de comer alimentos gordurosos e repletos de açúcares.

O ideal para repor os músculos e os nutrientes é consumir alimentos que são fontes de proteínas magras, como peixes, iogurte natural, frango cozido ou grelhado e quinoa real.

Agora que você já conhece as nossas dicas essenciais para a alimentação pré-treino e pós-treino, incremente o seu cardápio e mantenha uma vida mais equilibrada. O que você costuma consumir atualmente nesses períodos? Deixe a sua resposta na área de comentários!

Descubra 4 grandes mitos sobre nutrição esportiva

Na busca pelo corpo ideal, muita gente pode entrar em verdadeiras enrascadas. Inclusive, comprometendo a saúde em razão de más orientações referentes a nutrição esportiva.

Seja no ambiente das academias, em lojas de suplementos ou em textos na internet, é preciso sempre ficar muito atento para não acreditar em mitos.

Isso porque muitas conclusões não são baseadas em estudos científicos, ou seja, é preciso contar com orientações de profissionais qualificados e também de fontes seguras de informação.

Para auxiliá-lo nessa busca, vamos mostrar neste post quatro mitos que frequentemente entram na pauta das discussões de quem está em busca de mais qualidade de vida. Vamos lá?

Mitos sobre a nutrição esportiva

1. Consumir açúcar antes do treino é prejudicial

O consumo de açúcar tanto antes de um treinamento, de uma apresentação ou competição contribui para aumentar os níveis de glicose no sangue, ou seja, ajuda no armazenamento de energia.

Dessa maneira, os estoques de glicogênio auxiliam em uma boa resposta do corpo ao longa da prática esportiva, principalmente em atividades de longa duração, como em uma apresentação de ballet.

Por isso, é importante sempre manter os níveis equilibrados para que não aconteça uma hipoglicemia — queda no nível de glicose —, fato que pode influenciar em quedas no rendimento e até mesmo em desmaios.

2. Vitaminas e minerais fornecem energia extra

Mais um mito, pois as vitaminas e sais minerais, na verdade, são recursos auxiliares, ou seja, precisam de complementos no fornecimento de energia.

Para isso, é preciso manter uma alimentação balanceada, rica em carboidratos, proteínas, frutas, legumes, verduras, fibras, grãos, enfim, tudo de acordo com orientações de profissionais especializados, como nutricionistas.

Portanto, não caia nessa armadilha. Evite comprar várias vitaminas como se fossem a resposta para a sua disposição. É preciso manter a cautela sempre em evidência.

3. Muita proteína reflete em ganho muscular

Se você acha que comer muita proteína é sinônimo de ganho de massa muscular, abandone esta ideia.

Primeiramente, é preciso manter o equilíbrio, independentemente do tipo da atividade física escolhida, da dança à musculação.

Afinal, apesar dos macronutrientes existentes nas fontes de proteína, necessários para a construção do tecido muscular, é preciso evitar o excesso, que é prejudicial em todos os aspectos da vida.

Com isso em mente, seja cauteloso e faça uma dieta equilibrada, de acordo com a sua estrutura física, sem excessos, pois o consumo exagerado de proteína pode sobrecarregar o fígado, trazendo até mesmo problemas renais.

Ou seja, se a sua meta é cuidar da saúde, não caia neste mito que pode trazer um efeito inverso.

4. Câimbras são sinais de desidratação

Se você já ouviu falar que câimbras são reflexo da falta de água no organismo, saiba que esta afirmação está totalmente equivocada.

Existem vários fatores que podem causar este problema e a nutrição esportiva não tem ligação direta com as câimbras. Exceto para quem tem alguma influência genética, mas não por conta da desidratação.

Dentre as causas da câimbra, podemos citar o esforço excessivo de exercícios físicos, sobrecarregando os músculos e o organismo como um todo.

Nutrição esportiva

Diante desses quatro mitos apresentados, a orientação é sempre buscar orientação profissional antes de começar uma dieta.

Seja no ballet, na musculação, na corrida, enfim, não importa qual seja a sua atividade de preferência, manter uma dieta alicerçada em uma boa distribuição dos alimentos é essencial para contribuir com a qualidade de vida.

Tenha sempre em mente que não existem milagres. Tudo é resposta de várias pequenas ações ao longo de um bom período de tempo, ou seja, tenha calma na busca de seus objetivos e não tente radicalizar.

Afinal, o mais importante é conseguir manter a meta alcançada seja no ganho de massa ou perda de peso assim como as evoluções obtidas em sua modalidade de preferência, em especial, por meio das aulas de ballet.

E você, já caiu em algum mito sobre nutrição esportiva? Compartilhe este artigo em suas redes sociais e ajude amigos e familiares a não entrarem nessa fria!

Por que a hidratação é essencial na prática da dança?

É indiscutível a importância da água para o bom funcionamento do corpo humano. E a hidratação na dança é ainda mais importante, pois a atividade física exige cuidado com a quantidade de água que é consumida diariamente.

Neste post, você vai conferir os benefícios da hidratação antes, durante e após a prática da dança e quais são os principais benefícios que o consumo de água pode trazer ao seu organismo. Continue a leitura:

Ajuda a prevenir e a curar lesões

Pode parecer que não, mas a água é uma importante aliada na cura e na prevenção de lesões comuns no meio da dança. Com o aumento do consumo do líquido, a circulação sanguínea funciona melhor, e as toxinas são expelidas pelo corpo em maior quantidade.

Isso faz com que o seu organismo aproveite melhor os nutrientes — algo que, entre tantos benefícios, ajuda a curar processos inflamatórios, acelera a cicatrização e ajuda na reconstrução da pele e dos músculos.

Mantém o bom funcionamento dos rins

Os rins trabalham filtrando o sangue e as impurezas do seu corpo. Para que ele desenvolva o seu papel, a água precisa estar presente em abundância. Caso contrário, ele fica sobrecarregado e pode começar a tornar o processo de filtragem mais lento e falho.

Dentre os malefícios que essa falta provoca, está o aparecimento de pedra nos rins, a pressão alta, entre outros problemas relacionados à insuficiência renal.

Promove a desintoxicação do organismo

Comer frutas e fibras e não tomar água o suficiente pode trazer o efeito contrário. Afinal, as fibras só funcionam quando há líquido suficiente para que elas sejam transportadas e realizem a sua função desintoxicante.

Dessa forma, uma alimentação equilibrada — com a ingestão de 2 a 3 litros de água — pode resultar em um corpo menos inchado e livre de toxinas.

Aumenta a energia e a concentração

A dança é, certamente, uma das atividades em que a concentração precisa estar 100% presente para que a execução dos movimentos seja perfeita e para que você consiga memorizar as sequências.

A água também ajuda o dançarino nesse aspecto: desidratado, o seu corpo precisa trabalhar mais para bombear o sangue, que fica mais grosso e circula lentamente. Por isso, o cérebro começa a trabalhar mais devagar e, consequentemente, a concentração e a energia ficam reduzidas.

Lembre-se de se hidratar entre as pausas durante as aulas e também antes e depois das atividades.

Auxilia na manutenção do peso

A dança exige que o corpo do dançarino seja maleável. Por isso, estar acima do peso pode significar maior dificuldade para realizar algumas coreografias. Além de ajudar na desintoxicação e fazer com que você elimine mais toxinas por meio da urina, o hábito de beber água pode ajudar na perda de peso.

Com a quantidade certa de água no organismo, o seu intestino funciona melhor e você fica seguro para realizar os movimentos da sua coreografia com mais facilidade.

Os benefícios da água são inúmeros, e a hidratação na dança é fundamental tanto para a saúde quanto para se desempenho na atividade. A média para o consumo indicado pelos médicos é de 2 a 3 litros de água por dia, mas é importante procurar seu nutricionista para estabelecer os valores indicados para o seu peso, a sua idade e as suas necessidades físicas.

Você já sabe que a água é uma poderosa aliada para seu sucesso na dança, certo? Agora, confira a importância da alimentação saudável na prevenção de lesões e melhore a sua performance!.

Conhece a dieta cetogênica? Saiba agora todas a suas vantagens!

Você sabia que existe uma dieta que utiliza a gordura do próprio organismo como fonte de energia? Conhecida como cetogênica, dispensa a ingestão de carboidratos e açúcar branco, influenciando em bons resultados na busca pela perda de peso.

No entanto, é preciso ter muita disciplina já que o cardápio diário sofre várias mudanças, eliminando os alimentos que podem ser prejudiciais ao metabolismo.

Quer conhecer um pouco mais sobre a dieta cetogênica? Então venha conosco e não pare de ler este post!

O que é a dieta cetogênica?

O nome pode soar como algo complicado, mas não se engane: a cetogênica é bem simples e o nome é proveniente de cetose, um estado do metabolismo que queima gordura de maneira natural.

Isso acontece quando acabam as fontes de glicose ou açúcar provenientes da alimentação.

Ao quebrar as gorduras em ácidos graxos e glicerol, elas acabam sendo transformadas em corpos cetônicos no fígado, ou seja, é dessa energia que o corpo irá se apropriar para a obtenção de força voltada ao seu devido funcionamento.

Ao combater os efeitos negativos da gordura no organismo, a dieta acaba tendo uma ligação direta com o bem-estar e, consequentemente, com a qualidade de vida, influenciando na busca constante por uma alimentação saudável.

Que vantagens existem nesta dieta?

A exclusão de alimentos ricos em carboidratos e açúcar, como arroz, pão francês, doces em geral, refrigerantes, batata, macarrão, leite e iogurtes, entre muitos outros, contribui para a queima de gordura de uma maneira natural.

Com isso, haverá um equilíbrio nas calorias ingeridas, tendo um resultado ainda mais eficaz e rápido quando conciliada com a prática de atividades físicas.

No momento em que o seu organismo se adaptar a funcionar com gorduras boas e proteínas, certamente ele vai entrar em cetose natural, abrindo espaço para o aumento da estrutura muscular.

Mas existem algumas restrições na dieta cetogênica: pessoas com mais de 65 anos ou que tenham propensão a doenças cardiovasculares, insuficiência hepática ou renal e pacientes em tratamento com cortisona não devem se arriscar.

Inclusive, mesmo que você não esteja dentro deste rol, é aconselhável buscar a orientação de um profissional especializado antes de iniciar esta ou qualquer outra dieta.

Além disso, como os carboidratos são importantes no organismo para equilibrar os níveis de glicose, muita gente utiliza a cetogênica por um período de tempo pré-determinado.

Há também aqueles que optam pelo regime em ciclos, como por exemplo, alternando entre semanas com e sem carboidratos ou estipulando dois dias da semana para consumir o que foi cortado, enfim, tudo de acordo com as metas a serem alcançadas.

Que alimentos ajudam no sucesso da dieta cetogênica?

Quem entra na dieta cetogênica terá uma alimentação rica em proteína e gorduras, ou seja, o cardápio estará recheado de carnes, peixes, ovos, frutas, legumes e verduras, amendoim, nozes, avelã, castanha, queijos, iogurtes sem açúcar, embutidos, como linguiça e bacon, além de azeite, óleo de coco, manteiga, margarina, incluindo sementes de girassol e linhaça.

É importante deixar claro que a ingestão de frutas deve ocupar pelo menos quatro momentos do seu dia, podendo variar o seu cardápio com sucos, uma salada de frutas, um abacate, enfim, use a criatividade para não se desmotivar!

Gostou da dieta cetogênica? Leve este post para mais pessoas compartilhando o conteúdo em suas redes sociais! Com certeza alguém vai se interessar pelo assunto!

 

Entenda o papel da alimentação na prevenção de lesões musculares

A alimentação adequada tem papel fundamental para a prevenção de lesões musculares, mas muitas vezes é deixada em segundo plano. Assim como a duração dos treinos, visitas ao ortopedista e o uso de equipamentos adequados na hora do exercício, a alimentação tem papel chave para que as lesões não aconteçam.

Uma alimentação adequada envolve uma dieta nutricional rica e complementada por uma boa suplementação. É preciso considerar que cada atleta, de acordo com a modalidade que pratica, seja ele amador ou profissional, terá sua dieta específica. No entanto, alguns fatores gerais podem ser considerados para todos, como evitar o uso de álcool, o tabagismo, bem como de açúcares e frituras, que devido ao caráter inflamatório que possuem, prejudicam bastante a recuperação de lesões e a prevenção.

Listamos, abaixo alguns alimentos essenciais para uma boa dieta para quem pratica exercícios.

Cúrcuma

Sabe aquele tempero amarelado, em pó, muito utilizado pelos indianos, mas que não é o curry? Pois é, a cúrcuma tem um elemento chamado curcumina com ótimo efeito anti-inflamatório, o que a torna muito interessante para a cura de lesões. Carnes, molhos, saladas e sucos ficam ótimos com cúrcuma!

Gengibre

Assim como a curcumina, o gingerol, substância presente no gengibre, é excelente para redução de infamações. Atua também no combate de inchaços e dores, bem como vai de encontro às chamadas citocinas inflamatórias. Cai muito bem, picadinho, ralado ou em pó, em molhos, carnes, saladas e sucos.

Proteína

Uma boa dieta para quem pratica esportes envolve o consumo de proteínas, sejam elas de origem animal, de mais fácil absorção e mais fácil de encontrar (em peixes, aves e carne bovina), como vegetal (presente na soja, no feijão, na lentilha e no grão-de-bico, por exemplo).

A proteína é o que fornece a estrutura adequada para as articulações, tendões, ligamentos e músculos. Por isso é fundamental não se abrir mão.

Chá verde

Assim como o gengibre e a cúrcuma, se você quer cortar as chamadas citocinas inflamatórias, use a erva do chá verde. Ele ainda protege, contra lesões oxidativas, as articulações.

Ômega 3

Presente em peixes, como bacalhau, atum, salmão e cacao, os ácidos graxos ômega 3 contribuem fortemente no tratamento de lesões e na redução do inchaço. É ele que contribui para a entrada de novas células nas articulações. É vendido também como capsula.

Cálcio

Lembre-se que quem te deixa de pé, em conjunto dos músculos, são os ossos. Por isso cuide de fortalecê-los, dando espaço para leite, queijos e iogurte na sua dieta! Lembre-se que, quando envelhecer, as chances de osteoporose aumentam. Previna-se desde já!

Como complemento, busque sempre ingerir vitaminas C (presente na laranja, na acerola e no limão) e E. Elas estimulam a sintetização de substâncias que formam as cartilagens. E sempre fique longe de substâncias proibidas, como anabolizantes, que fazem promessas de crescimento muscular, mas só tendem a ferrar com a sua saúde e podem causar até câncer.

E aí, muita coisa ajuda a deixar os seus 1200 músculos de pé, não é? Se souber de mais dicas, comente aqui no post. Busque sempre uma dieta equilibrada para não deixar nenhum deles parar no meio daquele alongamento puxado com a perna pro ar!

Como é a dieta de uma bailarina?

Toda bailarina, ou mulher que deseja dançar ballet, provavelmente, já ouviu falar sobre as grandes exigências com o peso que as academias de dança têm com suas talentosas dançarinas. A dieta de uma bailarina, apesar de ter a fama de ser restritiva e de baixa caloria, não deve ser tão radical como muitos especialistas de dança solicitam. No artigo de hoje, vamos falar um pouco mais sobre esse assunto. Confira!

A importância da alimentação equilibrada para a bailarina

Assim como acontece com qualquer outro atleta, a bailarina também tem na alimentação uma de suas principais forças para exercer sua arte com a dedicação que precisa. Sem energia e os principais nutrientes, é impossível que a bailarina consiga se sustentar dançando e realizando seus movimentos por muito tempo. Por isso é importante reforçar que a prática de dietas restritivas e de baixo teor calórico jamais serão indicadas para essa atividade.

As bailarinas devem aprender a comer de tudo, de maneira equilibrada e fracionada ao longo do dia, para se manterem nutridas e saudáveis.

Cuidado com a paranoia com o peso

Um dos maiores cuidados que uma bailarina deve ter com relação à sua alimentação e saúde é a atenção com a paranoia que ela pode desenvolver por causa do peso. Como seus treinadores geralmente exigem que ela seja magra para poder executar os movimentos com facilidade, essa demanda pode se transformar em um problema psicológico grave, que compromete a saúde da dançarina.

É importante lembrar que ser magra não quer dizer ter que passar fome para perder peso, da mesma maneira que não significa que a bailarina não possa apresentar umas gordurinhas espalhadas pelo corpo. Vale a pena reforçar que o ballet, quando praticado de maneira amadora ou profissional, é um exercício que demanda muita energia e que, naturalmente, vai resultar em mais queima de calorias.

Distribua bem todos os nutrientes na dieta

Uma dieta para bailarinas deve ser composta de maneira muito similar a uma dieta padrão para qualquer outra pessoa saudável. São sugeridos 55% das calorias oriundas de carboidratos complexos (como pães integrais, grãos integrais, frutas e vegetais), 20% de proteínas de origem magra (como carnes com pouco teor de gordura e produtos desnatados) e cerca de 20 a 25% de produtos fonte de gordura (equilibrada em saturadas e insaturadas).

Além disso, a ingestão de vitaminas e minerais deve obedecer às necessidades diárias recomendadas pela Organização Mundial de Saúde.

Alimentar-se de três em três horas é a melhor maneira de equilibrar a ingestão de todos esses nutrientes, de maneira que a bailarina não se sinta desconfortável ao treinar de estômago cheio.

Beba muita água

Outro cuidado muito importante para qualquer praticante de atividade física é a ingestão de água. Como o ballet é uma atividade que acelera o processo natural de desidratação do corpo, é preciso repor esse volume.

Especialistas recomendam a ingestão de dois litros de água por dia, sendo que, durante as atividades, devem ser acrescentados 250mL de água a cada 15 minutos de exercício, para garantir a hidratação durante todo o tempo.

Valorize os alimentos com vitamina C

Como o ballet é um exercício intenso, é natural que a produção de radicais livres pelo organismo humano seja relativamente alto. Isso significa que a ingestão de antioxidantes naturais também deve ser valorizada por essas praticantes.

Alimentos ricos em vitamina C devem ser priorizados na dieta das bailarinas, para ajudar a minimizar os efeitos dos radicais livres no organismo.

Não se esqueça de contar com um acompanhamento nutricional

Para garantir uma dieta saudável e equilibrada, toda bailarina deve ser acompanhada de perto por um profissional da área da nutrição. Somente ele será capaz de garantir o consumo adequado de todos os nutrientes essenciais para a saúde da dançarina.

Marque sua consulta e mantenha uma dieta equilibrada e de acordo com suas necessidades nutricionais!

Você é uma bailarina profissional ou dança ballet por hobby? Como cuida da sua dieta e do seu corpo? Conte para a gente!

Alimentação de bailarina: o que não pode faltar no cardápio?

Graça, leveza, elegância, boa forma e charme de sobra. Essas são algumas das características mais admiradas nas bailarinas. Mas para manter todos esses adjetivos e ainda garantir boa memória para decorar a coreografia, melhor performance e boa resistência tanto nos ensaios quanto no dia da apresentação da dança, as bailarinas precisam ter muita disciplina em vários aspectos do seu dia a dia, inclusive, na alimentação.

A seguir, confira quais ingredientes não podem faltar em uma alimentação de bailarina:

Carboidratos e cereais integrais

Ambos fornecem energia e saciam por mais tempo. Os cereais integrais ainda garantem maior disposição, pois nutrem o corpo com vitaminas, minerais e proteínas.

Invista em carboidratos e cereais com baixo índice glicêmico, pois eles demoram mais tempo para liberar a glicose no sangue, evitando a fome, a sensação de inchaço e a falta de disposição durante o treino. Consuma-os nas refeições principais, sempre combinando com fibras. São exemplos:

  • Carboidratos: batata-doce, mandioca, inhame e mel;
  • Cereais: arroz, pão e macarrão integrais; aveia, milho, farinha de centeio e quinoa, chia, linhaça e sua farinha, além do farelo de trigo.

Grãos integrais

Por serem ricos em ferro, grãos como feijão, lentilha, grão-de-bico e ervilha ajudam a proteger o sistema imunológico, evitando faltas em ensaios por doenças e garantindo maior disposição para dançar. Eles ainda ajudam na formação de colágeno, proteína responsável pela firmeza dos músculos — evitando a flacidez —, e também pela boa aparência da pele. Além disso, ainda apresentam baixo índice glicêmico! Consuma no almoço e no jantar.

Proteínas

Fornecem energia a longo prazo (para conseguir ficar horas sem comer enquanto treina), ajudam a manter os ossos e músculos fortes, nutrem as células cerebrais e ainda aceleram o metabolismo. São proteínas: carnes, ovos, grãos, leite e derivados. Peixes, filé de frango, de peru ou de lombo de porco são as opções magras.

Consuma uma porção no café da manhã e no almoço, como dois ovos ou um filé; e meia porção no jantar como um ovo ou meio filé de frango desfiado, para não atrapalhar o sono. Procure consumir com fibras.

Laticínios

Leite e seus derivados como iogurte, queijo e requeijão. Dê preferência às opções desnatadas. Esses alimentos são fonte de cálcio e, por isso, deixam os ossos mais fortes, aumentam a absorção de vitamina D, além de serem importantes para a contração muscular. Consuma pela manhã e em um dos lanches (refeições entre o almoço e o jantar).

Gorduras boas

Elas estão presentes em nozes, castanhas, no abacate e no azeite de oliva. Trazem muitos benefícios para bailarinas, como ajudar na digestão, deixar a pele linda e saudável e fornecer energia em pequenas quantidades, que serão usadas no fim de um treino longo.

Seus ácidos graxos essenciais ainda são capazes de ajudar na saúde mental. Lembre-se de que esse alimentos são muito calóricos, então, consuma-os com moderação para não perder a elegância típica das bailarinas. Consuma no café da manhã ou na hora do lanche.

Fibras e alimentos laxantes

As fibras e os laxantes naturais melhoram o funcionamento intestinal, livrando o ventre dos gases que deixam o estômago e a barriga estufados, ou seja: esteticamente desagradável. Imediatamente após consumir muitas fibras é fundamental que você beba mais água para que a fibra consiga cumprir seu papel.

O mamão e o iogurte são os reis dos alimentos laxantes, por isso, não deixe de incluí-los em sua dieta. Já as fibras estão nas verduras e em todos os legumes. Outras excelentes fontes incluem: farelo e gérmen de trigo, farinha de linhaça e chia. Consuma porções de fibras em todas as refeições.

Água e frutas suculentas

Beba cerca de dois litros de água ao longo do dia, inclusive durante as aulas. Então, não esqueça de carregar um squeeze sempre com você. Além de hidratar o corpo ela ajuda a prevenir câimbras.

Para variar um pouco a forma como a água é consumida, aposte em frutas como melancia, melão e abacaxi. Consuma in natura em vez de em sucos, pois é preciso muita quantidade de fruta para render um copo de suco, o que o deixará com muito açúcar das frutas.

Gostou das dicas para uma eficiente alimentação de bailarina? Conte para a gente aqui nos comentários a sua dica preferida!