Dicas

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O que você precisa saber para a sua primeira aula de ponta

Um momento muito marcante e especial na vida de uma bailarina é a primeira aula de ponta. Isso porque usar essa sapatilha é algo muito esperado por quem começa a praticar o ballet e só pode acontecer depois de alguns anos de prática, quando a musculatura já está preparada e já há técnica suficiente para isso.

Quando esse momento finalmente chega, é normal que bata um nervosismo, por isso, é importante estar preparada para aproveitar ao máximo a sua estreia na ponta. Quer saber quais os principais pontos para se preparar para a primeira aula de ponta? Então siga a leitura!

Como é a primeira aula de ponta?

A primeira experiência com as tão sonhadas sapatilhas de ponta marca o momento de começar a adaptação. De maneira geral, as aulas são focadas em fazer alguns movimentos na meia ponta, já que é a partir dela que será feita a passagem pela barra.

Além disso, serão feitos muitos exercícios na barra para que a bailarina comece a ganhar firmeza e consiga manter a posta, esticar os joelhos e controlar as sapatilhas.

O que eu preciso saber para estar pronta?

Para que tudo corra bem na sua primeira aula de ponta, é preciso tomar alguns cuidados e ter em mente algumas questões para que você não se frustre. Veja algumas dicas para se preparar para esse momento!

Adquira uma boa sapatilha

A compra da primeira sapatilha deve ser feita com muito cuidado e, de preferência, com a ajuda da sua professora. É preciso garantir que ela sirva perfeitamente no seu pé, sem ficar muito apertada nem muito solta, pois isso pode causar machucados ou atrapalhar o seu controle na hora de fazer a ponta.

Se possível, experimente várias até achar a mais confortável. Certifique-se também de que o material é de boa qualidade para garantir a sua segurança.

Escolha o tipo de proteção

Com as sapatilhas, é preciso pensar também nos acessórios de proteção. É importante escolher uma dedeira e uma ponteira, tendo, essa última, uma variedade de materiais: silicone, tecido, espuma ou gel. Se possível, é interessante experimentar alguns tipos antes de decidir. Assim como as sapatilhas, a ponteira deve ter um tamanho adequado para que não haja problemas.

Além disso, é importante usar fitas e elástico, pois eles também garantem a sua segurança, permitindo que a sapatilha esteja bem ajustada nos seus pés, de modo que haja firmeza e sustentação. Mas atenção: eles devem ser bem costurados à sapatilha e ajustados corretamente aos pés.

Perca o medo de tentar

É normal que haja alguma insegurança na primeira vez em cima das pontas. Porém, você não pode deixar que esse receio a paralise e atrapalhe o seu desenvolvimento: ficar muito pendurada na barra não vai ajudar os seus pés a ganharem firmeza. Fique atenta aos seus limites e ouça a sua professora, mas procure se soltar e, aos poucos, a confiança vem.

Como vimos, a primeira aula de ponta é um momento muito importante, em que você vai começar uma nova etapa da sua prática. Por isso, é importante estar equipada com bons materiais e ter coragem! Seguindo nossas dicas, você com certeza terá uma excelente experiência.

Agora que você já sabe tudo que é necessário para a sua primeira vez na ponta, confira os nossos produtos! Eles vão te ajudar a estar ainda mais preparada.

Entenda como o ballet influencia no desenvolvimento da criança

O ballet é uma atividade muito comum na infância e, não por acaso, uma das mais indicadas para essa faixa etária. Alguns motivos que levam a isso são o fato de que ele é um ótimo exercício físico, além de ser também uma forma de arte muito apreciada por sua beleza e graciosidade.

Porém, os benefícios vão muito além disso! Essa atividade pode contribuir bastante com o desenvolvimento da criança em vários aspectos. Quer saber mais sobre os pontos positivos de praticar balé desde a infância? Então continue a leitura!

Como o ballet influencia o desenvolvimento da criança?

Essa prática não só pode contribuir com a saúde física da criança, mas também ajudar muito no seu desenvolvimento emocional e social. Veja a seguir alguns dos prós do ballet.

Benefícios físicos

O balé é um dos exercícios físicos mais completos que existem. Ele conta com giros, saltos, alongamentos e diversos outros movimentos que trabalham a estrutura muscular e ajudam a criança a desenvolver inúmeras habilidades motoras e corporais. Veja algumas delas:

  • coordenação motora;
  • lateralidade;
  • equilíbrio;
  • expressão corporal;
  • consciência corporal;
  • noção espacial;
  • fortalecimento muscular;
  • flexibilidade;
  • ritmo.

Benefícios mentais

O ballet também pode contribuir muito com o desenvolvimento psicossocial das crianças. Isso porque, como se trata de uma atividade coletiva, ele se torna um meio de socialização para os pequenos, o que é benéfico principalmente para os mais tímidos. Por esse motivo, também, eles desenvolvem habilidades como a cooperação e a comunicação.

A autoestima e a autoconfiança são trabalhadas principalmente nas apresentações, de modo que a criança possa ter segurança para se expor em público. Além disso, por ser uma prática que libera endorfina, o ballet também ajuda muito as crianças estressadas ou ansiosas, bem como faz com que elas adquiram noções de disciplina.

Com que idade a criança pode começar a praticar?

Muitas escolas oferecem turmas de balé que começam bem cedo, a partir dos dois anos e meio. Nessa fase, as aulas costumam ser ministradas de forma lúdica, de modo que elas aprendam por meio de brincadeiras e jogos. Assim, as crianças começam a construir noções de consciência corporal e ritmo, de maneira que o aproveitamento a longo prazo de todos os benefícios que mencionamos é maior.

É importante, nesse momento, certificar-se de que a escola está cumprindo todas as recomendações da OMS para o combate ao coronavírus, como o uso de máscaras, a higienização constante e o distanciamento social. Assim, você poderá ter certeza de que o seu pequeno estará devidamente protegido para aproveitar tudo que o ballet tem a oferecer.

Como vimos neste post, o ballet traz inúmeros benefícios para o desenvolvimento da criança e, por isso, é uma das atividades mais recomendadas para essa faixa etária. Ele não só é um exercício físico completo, contribuindo com a saúde infantil, mas também traz ótimas consequências para a mente das crianças, tornando-as mais confiantes, relaxadas e felizes.

Gostou das dicas? Agora que você já conhece os benefícios que o ballet pode oferecer para o desenvolvimento da criança, veja mais detalhes sobre qual é a melhor idade para começar.

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Ritmo Salsa: conheça a sua origem e principais elementos na dança!

Você tem vontade de experimentar novos ritmos e passos? Se a resposta for afirmativa, a salsa pode ser uma ótima opção para explorar a dança sob uma nova perspectiva. O ritmo é extremamente contagiante e já conquistou bailarinos pelo mundo inteiro.

Pensando nisso, preparamos um post completo com curiosidades que vão desde a origem da salsa até os seus principais elementos de música e, principalmente, dança. Continue a leitura e explore esse universo apaixonante que é o ritmo salsa!

Dança de Salão

Dançar é uma prática que acontece há séculos. As primeiras danças que se tem registro são as que aconteciam em rituais de misticismo. Os praticantes faziam movimentos ritmados do corpo com o som dos instrumentos da época.

Por um longo período, dançar era exclusividade dos homens. Só muito tempo depois que as mulheres foram permitidas a praticar o privilégio da dança.

A dança de salão começou nas cortes italianas e, devido ao seu sucesso, chegou até a Inglaterra e França. Os mais populares eram os estilos mais clássicos, que utilizavam passos minimalistas e deslizantes. Somente nos séculos XV e XVI que começaram a surgir ritmos mais rápidos.

Com isso, a dança social passou a ser observada mais de perto e iniciaram a organização da que hoje é chamada de dança de salão. Nesse período, começaram a surgir competições de danças de salão que ficaram divididas entre social e de competição.

Só no século XIX que a dança de salão chegou ao Brasil. O primeiro registro de aulas de dança foi anunciado em 13 de julho de 1811, na Gazeta do Rio de Janeiro. O anúncio foi feito por Luís Lacombe, que era, inclusive, professor de dança de dom Pedro I.

A origem da salsa

A salsa surgiu nos anos 60, em Cuba. Ela foi caracterizada pela mistura de músicas caribenhas e teve influências do mambo, cha-cha-cha, rumba cubana, reggae e, até mesmo, do samba brasileiro.

A palavra Salsa é de origem espanhola e significa “tempero” ou “mistura”, que define muito o que esse ritmo significa. Primeiro veio a música no século XVI, que era chamada de “som cubano” e ganhou popularidade no século XIX. Só depois que veio a dança, ganhando cada vez mais força e se tornando um dos principais ritmos da dança de salão.

Essa mistura resultou em um ritmo bastante envolvente e sensual, que tem tudo a ver com o povo latino. Os cubanos da tradicional banda La Sonora Matancera escolheram a palavra “salsa” para nomear esse novo gênero de dança e música. A ideia inicial era mostrar que essa mistura tinha um “sabor” diferente de tudo o que as pessoas já conheciam.

A partir dos anos 70 a salsa chegou aos Estados Unidos, mais precisamente em Nova Iorque, e logo foi disseminada por todo o país. Aos poucos o estilo cubano foi ganhando popularidade e se espalhou por outros países, inclusive pelo Brasil.

No Brasil, a salsa foi propagada pelo bailarino Fernando Claumann. No ano 2000 foi inaugurada a primeira companhia de salsa, que foi a responsável por criar o Encontro Nacional de Salsa e, desde então, a prática de dança só cresceu no país.

A salsa hoje em dia

Assim como todos os ritmos modernos, a salsa tem passado por transformações e sofrido influências de outros gêneros musicais desde que surgiu, nos anos 60. Por cada país que passou, a salsa deixou sua marca e também recebeu novas características. A salsa moderna tem grandes influências do rap americano e do techno.

As características da dança

A salsa é caracterizada pelo movimento quaternário, ou seja, em quatro tempos. A dança lembra bastante o mambo, mas diferencia-se por algumas características próprias. No mambo, por exemplo, os movimentos são executados para frente e para trás. Já na salsa, os movimentos são executados para os lados. Além disso, a salsa faz o uso de muitos movimentos com giros.

Geralmente, a dança é executada em pares, mas também existem passos para quem quer dançar sozinho ou para os momentos da coreografia em que os casais dançam separados, conhecido como shining. O ritmo é bastante rápido, o que envolve muita técnica, equilíbrio e consciência corporal.

Muitas pessoas dizem que dançar esse ritmo não é fácil e que é preciso crescer no universo da salsa para atingir um alto nível. Realmente, o ritmo não é um dos mais fáceis de se aprender, mas é possível, sim, alcançar excelência na dança, mesmo iniciando suas aulas mais tarde. Vale lembrar que os campeões mundiais de salsa são os brasileiros Carine e Rafael.

Benefícios de Dançar Salsa

São inúmeros os benefícios que dançar salsa proporciona. A dança de salão é considerada por muitos como uma terapia. Além de fazer bem para a saúde do corpo, faz bem para a alma. Confira algumas das vantagens de praticar o estilo de dança:

Ajuda a emagrecer e tonificar os músculos

Uma aula de salsa feita com vontade e intensidade pode ajudar a perder até 600 calorias. Por ter passos rápidos e que exigem várias repetições, a frequência cardíaca do praticante sobe, ajudando na queima calórica e na perda de peso.

Além disso, por usar muito as pernas e a firmeza dos braços, tonifica os músculos, tornando-os mais resistentes.

Aumenta a autoestima

Um dos pontos a ser trabalhado em aula é a sensualidade. Isso aumenta a confiança para quem pratica. Por esses motivos, trabalha diretamente a autoestima do dançarino e dançarina, fazendo com que eles fiquem, a cada aula, mais seguros de si por meio da sensualidade.

Ajuda a fazer novos amigos

As aulas geralmente são realizadas em grupos, com outros dançarinos que têm o mesmo interesse: aprender mais sobre o ritmo salsa. Com isso, você conhece novas pessoas, troca experiência, se diverte e faz novos amigos.

Combate o estresse e ansiedade

Dançar salsa diminui a tensão do corpo e relaxa a musculatura, combatendo diretamente o estresse. Além disso, praticar a dança libera endorfina, serotonina e dopamina, que são hormônios responsáveis pela diminuição da ansiedade e trazem a sensação de bem-estar.

O mais importante é experimentar o ritmo salsa e se divertir explorando novos passos. No começo, você pode buscar vídeos na internet e tentar reproduzir os movimentos. Existe também um aplicativo para celular, o Salsa Anywhere, que ensina alguns passos para iniciantes. O app está disponível nos sistemas Android e iOS.

Agora que você já conhece a origem da salsa, que tal conhecer, também, sobre o street jazz? Descubra a história desse estilo de dança!

4 dicas que vão te ajudar a aprender coreografias com mais rapidez

No universo da arte, aprender coreografias é tão importante quanto desafiador. Essa habilidade não se desenvolve de uma hora para outra, e as grandes figuras da história do ballet e outras danças sempre trabalharam em cima de técnicas para harmonizar suas performances.

Quando os passos individuais são mais complexos ou a apresentação é feita em equipe, essa característica ganha um destaque ainda maior. Se não fosse o papel da coreografia, o ato de dançar não passaria de uma série de movimentos aleatórios, verdade?

Para criar uma reputação positiva como dançarina e ter sucesso nessa arte, você pode seguir algumas estratégias para assimilar e praticar coreografias. Continue conosco no post e confira, a seguir, 4 dicas capazes de acelerar esse aprendizado!

1. Primeiro, assista

Pode soar contraditório, não é mesmo? Mas pense: alguns detalhes de movimentos são simplesmente indescritíveis, o que quer dizer que o coreógrafo talvez não consiga traduzir em palavras, mas a observação ajuda a assimilar.

Quando uma dançarina assiste à performance de outra, o modo de enxergar a arte é diferente do que a plateia vê, por exemplo. A explicação de cada detalhe em palavras demoraria tempo demais, daí surge a dica número 1: respire atentamente e analise com cuidado os passos de quem está no palco.

Além de espetáculos ao vivo em teatros e casa de show, você, como bailarina, pode tirar proveito de exibições em programas de TV, filmes e competições transmitidas on-line. Tente identificar pequenas técnicas, movimentos e posturas da dançarina, usando essas observações para aprender coreografias.

2. Compreenda a sequência de passos

Como um complemento do tópico anterior, vale enfatizar a importância de fazer a ligação entre cada ação da dançarina. Assim, com o passar do tempo, você desenvolve uma análise mais apurada sobre a sequência de passos.

Essa relação entre o passo anterior e o próximo pode ser feita a partir dos braços erguidos com meia volta do ponteiro de um relógio. Divide-se a coreografia em etapas, fazendo com que cada movimento flua de maneira natural do início ao fim da apresentação.

3. Continue mesmo depois de errar

Durante todo o processo de aprendizagem de coreografias, o erro é absolutamente normal. Afinal de contas, é errando que se aprende. Em meio às aulas, o coreógrafo controla o ritmo e, por vezes, pode ficar difícil de acompanhar.

A busca pela evolução deve ser constante e infinita, mas se cobrar por uma suposta perfeição só atrapalha. Com isso em mente, aceite possíveis falhas em determinados movimentos, focando apenas em melhorar quando voltar a repeti-los. Aproveite os períodos de intervalo para focar nas lacunas.

4. Filme ou faça anotações

A capacidade de continuar sempre melhorando a técnica de dança é o que distingue uma dançarina de sucesso das outras. Nesse sentido, tanto a filmagem quanto a anotação de passos e habilidades ajudam bastante na absorção de aprendizados.

Dá para escrever os passos de determinada coreografia e estudar em casa, facilitando a memorização da sequência, ou gravar o seu próprio desempenho para entender quais aspectos são passíveis de evolução clara. Enumere as etapas e seja objetiva ao analisar, o que também auxilia na eficiência dessa prática.

Para aprender coreografias, conforme observamos no texto, o treinamento é fundamental, desde a teoria até a execução. Uma bailarina de sucesso se destaca também nesses princípios, pois entende a importância do crescimento contínuo, incrementando técnicas e gestos nos mínimos detalhes.

Curtiu o post? Se você é dançarina e sofre com a ansiedade antes de apresentações, confira seis dicas de como controlar esse problema!

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Musicalidade na dança: descubra sua importância e como desenvolver

A arte desperta diferentes emoções justamente porque carrega sentimentos únicos expressados por meio de movimentos, letras e coreografias. Música e dança, por exemplo, são ligadas de maneira íntima desde sempre, o que ajudou na criação de inúmeras obras fantásticas ao longo da história. Nesse sentido, a musicalidade na dança é um dos principais aspectos que qualquer dançarina deve conhecer para ter sucesso na carreira. Trata-se de não apenas sentir a música, mas também de interpretá-la ao guiar o que vai de dentro para fora.

Se você ficou curiosa e quer saber mais a respeito do conceito de musicalidade e qual é a relação disso com a dança, sobretudo o ballet, continue conosco. Ao longo do post, trazemos informações valiosas. Faça boa leitura!

O que é musicalidade?

”Caráter do que é musical” e ”talento ou sensibilidade para criar ou executar determinada música”. Essas duas frases, encontradas ao pesquisar a definição de musicalidade, ajudam a dar uma ideia acerca do significado do termo..

Para qualquer dançarina que se preze, a compreensão da musicalidade garante uma série de benefícios ao desempenho. Isso vai desde a maior concentração até a exposição mais genuína de emoções, passando pela contagem correta e por impedir atrasos corriqueiros na hora de dançar.

Melodia, ritmo e harmonia são alguns dos elementos concretos da musicalidade na dança, por exemplo,. Mas ainda há a parte mais abstrata, que, ao contrário da anterior, não é exatamente mensurável ou racional, acrescentando muitos aspectos subjetivos e particulares à arte.

Como desenvolver a musicalidade na dança?

Por mais que essa subjetividade apareça com bastante destaque, assim como em outras áreas da dança e da música, é possível estimular práticas capazes de desenvolver sua musicalidade como dançarina. A seguir listamos as principais, que certamente estão ao seu alcance.

Escute a mesma música várias vezes

Essa repetição, com o tempo, permite a criação de novas percepções sobre um mesmo som. Cada música, nos nossos ouvidos, vai tomando diferentes significados e recebendo distintas interpretações conforme a frequência com que a ouvimos.

Respire fundo e se concentre na melodia, em cada tom, cada singelo detalhe que torna aquela produção especial. Forma-se, então, uma relação de intimidade com a música.

Observe o ritmo atentamente

A musicalidade na dança está diretamente atrelada ao ritmo, pois os movimentos devem seguir o que a música aponta. Se você observar com atenção esse aspecto, será capaz de aperfeiçoar seus movimentos com o objetivo de, depois de muito repetir, entregar uma performance cada vez mais conectada entre música e dança.

Sinta o que a música quer dizer

Dança e música são duas das principais maneiras de expressão da sociedade. Ou seja, ao traduzir a real intenção da letra e do ritmo, tente captar o real significado que, por vezes, fica implícito em detalhes bem particulares e até escondidos.

Assim, expresse a sua interpretação através da dança.

Treine os movimentos no tempo certo

Para garantir a eficiência na tradução dos sentimentos, é necessário realizar os movimentos da dança no momento exato.

Isso aumenta o poder de conexão entre música e performance da dançarina, transmitindo uma sensação única e despertando os mais profundos ideais de subjetividade que citamos anteriormente.

Não desenvolver a musicalidade na dança pode prejudicar sua compreensão do que é a arte como um todo. Todas as esferas se conectam, ou seja, você, como bailarina, precisa ser capaz de fazer as relações entre as diferentes artes e, através de uma performance única, transmitir o sentimento que deseja.

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Os 8 estilos de dança de salão que você tem que conhecer

Quem é apaixonado por dança, sabe como é gostoso conhecer novos ritmos e descobrir novas formas de se expressar com o corpo, não é verdade? Este artigo foi feito justamente para mostrar que, muito além do ballet, há uma infinidade de estilos de dança de salão, igualmente apaixonantes.

Muitas pessoas, no entanto, têm dúvidas quanto à definição de dança de salão, como ela surgiu, quais são os estilos etc. Se você faz parte desse grupo e também gostaria de saber mais sobre essa modalidade, continue a leitura e conheça 8 subtipos superdescolados e diferentes de dança de salão para você aproveitar a dois. Confira!

A história da dança de salão

No mundo

As danças de salão são definidas, principalmente, por movimentos corporais e ritmados realizados por uma dupla de dançarinos. Elas se originaram nos bailes da nobreza europeia no final da idade média, aparecendo pela primeira vez nas cortes italianas. Os ritmos mais populares eram os clássicos e sofisticados, como a dança medieval, e eram praticados somente pela aristocracia da época.

Somente nos séculos XV e XVI que ritmos mais rápidos foram sendo introduzidos, como o galliard (caracterizado por saltos, pulos e rodopios) e o sarabande, no qual os casais se posicionavam em uma linha dupla e eram embalados por castanholas e melodias animadas.

No Brasil

A dança de salão só foi chegar a territórios brasileiros durante o século XIX, por meio dos professores da corte portuguesa que ensinavam etiqueta e dança social.

No decorrer dos anos, a dança de salão passou a ter uma maior variedade rítmica e foram introduzidos os ritmos latinos como cha cha cha, mambo, maxixe, jive, paso doble, rumba etc. A partir disso, a organização internacional de danças de competição, World Dance Sport Federation (WDSF), passou a classificar as danças de salão em dois tipos: as latinas (mencionadas acima) e as clássicas (valsa, slowfox, tango, quickstep etc.)

Ficou curioso para saber um pouco mais sobre esses e outros estilos? Então, continue a leitura!

8 estilos de dança de salão

1. Maxixe

O maxixe, também conhecido como o tango brasileiro, foi criado na periferia do Rio de Janeiro, em meados de 1870. Essa dança, que deu origem ao samba de gafieira, é sensual e desenvolta, chegando até a ser proibida por ser considerada muito provocante para a época.

Nesse estilo, o casal deve dançar com os pés rasteiros, quase sem tirá-los do chão, e toda a coreografia concentra-se no intenso rebolado e nas pernas entrecruzadas. A posição das mãos é entrelaçada às do parceiro e suspensas no ar, similar ao forró.

A principal diferença entre as duas danças é que, no maxixe, os passos são mais curtos e há muito mais jogo de cintura. Por ser muitas vezes rápido, esse é um estilo que sua a camisa e contribui para a vida fitness dos dançarinos.

2. Lindy Hop

De origem afro-americana, o lindy hop é dançado ao som do swing jazz e é, com certeza, uma das danças mais animadas que você já viu na vida. Embora seja relativamente recente no Brasil, o lindy já fez seu nome por aí desde os anos 20, quando habitantes da periferia de Nova Iorque se reuniam para dançar ao som das chamadas big bands da época.

Apesar da alta segregação racial desse período, negros e brancos se divertiam juntos, criando novos passos usando como base o sapateado e o charleston, que influenciaram muito a estrutura atual dessa dança.

O interessante dessa atividade é que ela não apenas promove o emagrecimento (provocado pelo intenso e ligeiro jogo de pernas), mas também favorece a saúde mental do seu praticante. Isso porque os passos são relaxados, divertidos, e apesar de terem uma marcação básica, não há restrições. Ou seja: há muito espaço para o improviso e a criatividade.

3. Mambo

O mambo é um estilo de dança de salão tipicamente latino, de origem cubana e com influências dos ritmos africanos e do jazz, criado nos anos 30. De coreografia rápida, essa é uma atividade que exige fôlego e força.

Além disso, o casal deve tomar uma posição mais afastada, de modo a ter equilíbrio na execução dos passos. A flexibilidade e a rapidez também são pontos-chave a serem desenvolvidos pelos dançarinos para que a dança seja bem executada.

4. Bachata

Criada na República Dominicana, nos anos 60, a bachata é dançada em ritmo mais lento e se distingue pelo acentuado movimento do quadril. Romântica e contagiante, essa dança permite que seu praticante seja capaz de controlar os membros inferiores como se não fizessem mais parte do próprio corpo.

Por ser sensual ao extremo e dançada bem de perto, a prática da bachata é capaz de potencializar a capacidade de sedução, melhorar a autoestima e permitir que o corpo se expresse com uma linguagem própria.

5. Paso Doble

Originado no século XVI, na Espanha, o paso doble é um dos ritmos mais representativos desse país. Isso porque a sua postura é tensa, bem marcada, forte e decidida, semelhante ao flamenco.

Esse ritmo intenso é dançado frente a frente, mas um pouco mais afastado que a maioria das outras danças de salão. Ele consiste em um passo por tempo, no qual o casal permanece paralelo e com as mãos unidas.

Os homens costumam ser mais abruptos, enquanto as mulheres movimentam levemente os quadris. Dentre os principais benefícios está o controle da ansiedade, e equilíbrio, mantidos pelo alto nível de concentração do(a) dançarino(a).

6. Quickstep

Como o próprio nome já diz, o estilo é marcado por passos rápidos e pequenos saltos, sendo classificado como um tipo de dança de salão clássica. Seu surgimento está intimamente ligado a dois gêneros musicais, o jazz e o ragtime, este último caracterizado pelas batidas intensas e vibrantes.

Embora o quickstep ainda seja comparado com a valsa, já que suas posições iniciais são muito parecidas, ele se diferencia porque combina movimentos circulares e lineares e, em grande parte da dança, os homens ficam com as pernas abertas.

7. Cha cha cha

A dança tem origem em Cuba e é derivada do mambo e da rumba tocados nas décadas de 40 e 50. O cha cha cha tem como principal característica o ritmo quaternário, ou seja, conta-se “2, 3, 4 e 1”, sendo o “4 e 1” marcados pelos dançarinos como “cha cha cha”.

A origem do nome vem de um dos passos da dança, chamado de “chassé”, pois o som que era emitido pelos pés dos bailarinos ao fazerem esse movimento parecia retumbar “cha cha cha” no ambiente. Hoje em dia, o ritmo (embora um pouco modificado) pode ser ouvido nas rádios por meio de grandes estrelas do pop, como Carlos Santana e Rick Martin.

8. Jive

Esse estilo de dança de salão se popularizou nos Estados Unidos na década de 30 e tem origem nas comunidades afro-americanas dessa época. Assim como no cha cha cha, ele tem um ritmo quaternário e é caracterizado por movimentos sincopados (efeito rítmico que desloca os acentos do tempo fraco ao forte de uma música) e passos rápidos e soltos.

O jive é um dos estilos de dança de salão mais conhecidos e populares, sendo um dos favoritos entre os dançarinos profissionais ao redor do mundo.

Como visto, a dança de salão engloba diversos estilos e, além de entreter, é uma ótima forma de exercitar o corpo, perder aqueles quilinhos extras e, até mesmo, combater a depressão.

Conheça a linha de dança de salão Evidence Ballet

Gostou de saber mais sobre os estilos de dança de salão que apresentamos? Então, aproveite e conheça mais sobre o street jazz, estilo que tem feito a cabeça de muita gente por aí, principalmente dos mais jovens.

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4 curiosidades sobre ballet que você deveria conhecer

O ballet é uma dança bastante tradicional e praticada em vários lugares do mundo. Ela requer aplicação de técnicas e principalmente leveza nos movimentos para a execução adequada dos passos.

Apesar de ser conhecida e facilmente reconhecida, a dança tem algumas peculiaridades que poucas pessoas conhecem. Continue a leitura deste post para descobrir 4 curiosidades sobre ballet.

História do ballet

O ballet foi criado no século 15 pelos nobres italianos em período renascentista, com o objetivo de promover entretenimento para pessoas da corte em festas aristocráticas. Tratavam-se de espetáculos com enredos teatrais e a disseminação de sua prática se estendeu até a Inglaterra, a Rússia e a França.

Neste último país, sabe-se que o principal motivador foi o casamento entre a nobre italiana Caterina de Medici com o príncipe herdeiro francês Henri II. O gosto pela dança fez com que a aristocrata italiana a levasse para o outro país e incentivasse sua prática em festas e apresentações.

Sua prática atravessou séculos, sofrendo algumas modificações como o maior foco dado à música e à dança, alteração dos trajes usados nas performances, adaptações das sapatilhas, entre outras.

4 curiosidades sobre ballet

Tantos anos de existência fizeram com que o ballet reunisse não apenas uma série de técnicas e passos, mas também algumas curiosidades. Acompanhe a leitura para entender quais são elas.

1. Estilos de tutu

Os tutus são uma das curiosidades sobre ballet. Sim, diferentemente do que algumas pessoas podem pensar, existe mais de um tipo de tutu. Eles se diferenciam em seus formatos, tipo de tecido, comprimento, materiais para apoio, bordados etc. Os tipos são: bandeja (ou prato ou panqueca), sino, balanchine, romântico e tutu de ensaio.

2. Princípios básicos

Como mencionamos, para a execução da dança, é preciso bastante técnica e passos apurados. Alguns dos princípios básicos são: leveza, harmonia, postura ereta, membros inferiores voltados para rotação externa, disciplina, simetria e verticalidade corporal.

3. Benefícios da prática para o corpo

Além do fortalecimento de músculos, principalmente de membros inferiores, e auxílio na flexibilidade, o ballet promove o equilíbrio (especialmente quando consideramos que os bailarinos precisam se equilibrar em sapatilhas de ponta com superfície de contato com o solo medindo cerca de 2,5 cm² apenas). Tudo isso sem contar que pode ser considerado uma atividade física, promovendo bem-estar e auxiliando na manutenção da saúde.

4. Evolução das sapatilhas

Quando o ballet foi criado, por ser uma dança nobre, era executada com sapatos de salto. Isso foi quebrado no século 18 com o primeiro uso de sapatilha sem salto. Somente depois da Revolução Francesa os saltos deixaram de ser um padrão e surgiram as sapatilhas de ponta, com o objetivo de conferir maior leveza para os movimentos das bailarinas.

Conhecer as curiosidades sobre ballet é fundamental para qualquer bailarino. Dessa maneira, é possível compreender melhor a elaboração das vestimentas, a importância do uso de sapatilhas e os processos de criação dos passos. Tais fatores são capazes de aumentar o interesse e a identificação pela dança.

Por falar em interesse, aproveite para entender a história do ballet de forma ainda mais aprofundada!

Confira 4 dicas para conciliar estudo e treino!

Você consegue conciliar estudo e treino? Com uma rotina corrida de trabalhos da faculdade, semana de provas e seminários, como o estudo e a prática do ballet podem se encaixar na agenda? Você já deve ter se perguntado como conseguir dar conta de tudo e, em meio a isso, ainda encontrar um tempinho para descansar, não é mesmo?

Neste texto, vamos mostrar que é possível encontrar uma forma de fazer ambas as coisas sem precisar sacrificar os estudos da faculdade ou diminuir o tempo de aperfeiçoamento dos seus movimentos do ballet. Pensando no seu bem-estar e comodidade, confira algumas dicas sobre como conciliar estudo e treino na sua rotina!

1. Tenha disciplina e organização

Essa é, provavelmente, uma frase que você ouve muito, certo? Pode parecer batido e repetitivo, mas sem disciplina e organização, você pode achar que precisa abrir mão de alguma coisa para conseguir dar conta de tudo. E isso não precisa acontecer. Portanto, planejamento deve ser a palavra de ordem da sua rotina. Faça uma agenda — por escrito — de tudo o que você precisa fazer na semana.

Separe algumas horas por dia para seu treino de ballet e algumas horas para o estudo. No momento em que estiver fazendo a sua programação semanal, avalie suas prioridades. Pode ser que, em uma semana de provas, por exemplo, você tenha que focar um pouco mais nos estudos, e tudo bem. Porém, com mais ou menos tempo, não deixe de treinar todos os dias para aperfeiçoar a prática. Seu corpo precisa de costume e treino recorrente.

2. Treine com o uniforme correto

Para que você consiga alcançar a excelência do movimento, é importante estar confortável e se vestir de acordo. Mesmo que você treine em casa, utilize sempre o uniforme correto. Afinal, vai ser difícil ver se os seus movimentos estão certos se você usar uma blusa larga em vez do collant, não é mesmo?

Utilizar o uniforme e os acessórios corretos otimiza seu treino. Fazer um coque bem-feito, por exemplo, evita que você perca tempo arrumando o cabelo no meio do treino e facilita na visualização dos movimentos. Além disso, a sapatilha do tamanho certo e adequada às suas habilidades evita quedas e te dá mais liberdade, mas esses são só alguns exemplos. Por isso, fique atento e lembre-se de que nenhum dos itens pode causar incômodo, ok?

3. Tenha equipamentos em casa

Para agilizar sua rotina e ter mais praticidade, você precisa ter facilidade para treinar. Se você não está tendo treinos regulares na sua academia, utilize equipamentos e acessórios que vão ajudar a manter o seu condicionamento físico em casa.

Você pode optar por ter uma thera-band, por exemplo, que vai ajudar no alongamento de braços e pernas, ou pela chinerina, que auxilia especificamente no alongamento dos pés. Já para os treinos, pode optar pela técnica Barra a Terre. O que não dá para fazer é ficar sem treinar. Mas lembre-se de ter muito cuidado ao treinar sozinha. Respeitar os seus limites é muito importante para qualquer bailarina que se preocupa com a sua saúde.

4. Separe um tempo para descansar

Até aqui, você aprendeu que precisa ter os equipamentos e uniformes necessários dentro de uma rotina organizada para conciliar estudos e ballet. Mas isso não é suficiente. Se você quer manter a sua mente e o seu corpo preparados para encarar essa rotina, é essencial inserir nela merecidos momentos de descanso. Tenha boas noites de sono e separe um tempo durante o seu dia para se dedicar a você. Leia um livro, assista a uma série, cuide da sua pele ou não faça absolutamente nada. Isso é importante para sua saúde física e mental, além de evitar a sobrecarga.

Agora que aprendeu a conciliar estudo e treino, você está pronta para os desafios que uma rotina dupla pode trazer. Lembre-se de seguir o seu cronograma, utilizar o uniforme correto e treinar sempre respeitando seus limites para conseguir fazer tudo de maneira equilibrada. Nós, da Evidence Ballet, podemos ajudar nessa jornada, pois temos os acessórios e produtos que você precisa para o seu treino ser mais funcional e prático.

Quer saber mais sobre os nossos produtos? Então, entre em contato com a gente e conheça nossa coleção!

Dança e inclusão social: conheça o poder dessa relação!

Sem dúvidas, a dança é uma das manifestações artísticas mais democráticas que existem. Através dela, é possível expressar-se fisicamente e emocionalmente, comunicar-se, adquirir consciência corporal e manifestar a criatividade.

Todas essas possibilidades fazem com que exista uma enorme relação entre dança e inclusão social. Ao proporcionar mais autonomia e autoestima para seus adeptos, podemos dizer que apesar das limitações, a dança pode e deve ser para todos.

Qualquer pessoa, em qualquer situação, é capaz dançar e explorar novos sentimentos, hábitos, prazeres e, sobretudo, emoções. O poder da dança é enorme, e não existem limites que não possam ser ultrapassados!

Benefícios da dança para a vida

Além de todos os benefícios que a dança proporciona para o autoconhecimento, também é possível desenvolver as habilidades físicas durante o processo de aprendizado, fortalecendo a musculatura e favorecendo a postura.

Um deficiente que dança, como um cego ou cadeirante por exemplo, ganha mais agilidade ao se locomover, maior equilíbrio do tronco e aumenta a sua resistência corporal, além de diminuir os riscos de ter problemas de circulação sanguínea.

Além disso, essas pessoas desenvolverão uma melhor percepção musical, ao mesmo tempo em que estimulam os outros sentidos do corpo e levam este aprendizado para suas atividades cotidianas.

No caso de pessoas com pouca ou nenhuma audição, também é possível ingressar no mundo da dança utilizando as vibrações do som para ditar o ritmo do corpo. Com isso, elas tendem a desenvolver a consciência e expressão corporal, o que pode facilitar o seu processo de comunicação.

Os rendimentos dessa prática vão muito além da saúde física e mental de seu praticante. Muitas pessoas em situações sociais ou econômicas vulneráveis encontram na carreira artística uma esperança de independência financeira, através de projetos sociais em suas comunidades.

Com tantos benefícios, fica claro que a dança e inclusão social devem caminhar sempre juntas, assim como todas as manifestações artísticas.

A dança como um instrumento de socialização

Uma das principais características da dança é a promoção da integração entre as pessoas, independentemente da sua cor, idade ou condição social.

Nesse ponto, podemos afirmar que a dança promove a cidadania e evidencia o direito que todas as pessoas têm de expressar duas ideias, vontades e sentimentos.

A dança quebra as barreiras do preconceito e torna as pessoas mais confiantes, não apenas no ambiente dos ensaios, mas na sociedade em geral. Ao perceber que pode usar o corpo como ferramenta de comunicação, o dançarino passa a entender que não existem diferenças que possam separá-lo ou isolá-lo da sociedade.

A dança e inclusão social como agentes de transformação

Todo e qualquer cidadão tem o direito à participação de atividades sociais, pedagógicas e culturais, sem que haja qualquer tipo de distinção ou isolamento.

Eles não apenas podem receber um treinamento em dança gratuito e de qualidade, como também têm a possibilidade acrescentar suas experiências e vivências aos seus grupos de dança, proporcionando crescimento qualitativo para todos.

Podemos afirmar que a relação entre dança e inclusão social traz apenas benefícios. Além de adquirir habilidades e manter-se em forma, compartilhar experiências e sentimentos é o que nos torna mais interessantes aos olhos dos outros, e também transforma coisas simples em arte.

Você conhece algum grupo de dança ou bailarino que promove a inclusão através da dança? Conte a sua experiência deixando uma mensagem na nossa área de comentários. Estamos ansiosos para conhecer boas histórias!

Descubra como lidar com o nervosismo numa apresentação de dança

Quer saber como fazer para não ficar nervosa em uma apresentação? O nervosismo que antecede uma performance de dança é muito similar ao que acontece com palestrantes em início de carreira: o medo de se apresentar em público pode causar calafrios! Já demos aqui dicas para você se preparar para uma audição, e neste post daremos algumas orientações para evitar o nervosismo na hora de se apresentar em público.

São muitos ensaios até chegar o grande dia. A hora da apresentação é o momento em que você vai mostrar todo o seu talento e esforço para a plateia, o que requer muita responsabilidade de todo o corpo de baile. Mas como lidar com os sentimentos nessa hora?

Em momentos de ansiedade, o corpo humano responde rapidamente a essa sensação com sintomas físicos. Por isso, a boca começa a secar, a respiração fica ofegante e as mãos podem até ficar geladas e tremer. Quer aprender a lidar com essa situação? Continue a leitura e conheça algumas dicas para se tranquilizar e deixar a insegurança de lado!

Faça exercícios de respiração

Para acalmar o corpo e a mente e aprender como fazer para não ficar nervosa em uma apresentação, fazer exercícios de respiração é uma boa pedida. Ao respirar com calma, o corpo passa a entender que é preciso se tranquilizar e envia mensagens para o cérebro de que ele pode baixar a ansiedade.

Praticar esse tipo de exercício não é difícil. Para começar, tente inspirar enquanto conta até 5 e expirar contando até 10. Repita essa respiração de 6 a 7 vezes e perceba que você vai ficar cada vez mais calma e relaxada.

Use roupas confortáveis

Uma das formas de descobrir como fazer para não ficar nervosa em uma apresentação tem relação direta com a roupa que você usará. É preciso que ela seja confortável para que não fique marcando o seu corpo e isso não atrapalhe os movimentos da coreografia.

Escolha com antecedência o figurino que usará na performance e não se esqueça de checar se o modelo é adequado ao tipo de dança que será apresentado. Para não errar na escolha, você pode pesquisar por marcas que trabalhem só com esse tipo de roupa.

Pense nos seus ensaios

Antes do dia da apresentação, você certamente se preparou e ensaiou muito, certo? E a prática é, sem dúvidas, o grande segredo do sucesso. Então, se a insegurança e a ansiedade começarem a aparecer no grande dia, pense em todos os ensaios e na sua dedicação.

Resgate a segurança em si mesma e fique com a consciência tranquila. Tenha em mente o tempo todo que você fez o melhor que pôde para se preparar para esse momento tão importante.

 Conte com a ajuda do professor

Caso ainda esteja se sentindo nervosa, uma boa dica é pedir ajuda para o instrutor ou instrutora de dança. Como eles têm mais experiência, com toda certeza, poderão ajudar nesse momento em que os nervos estão à flor da pele. Assim, você conseguirá se acalmar com mais facilidade.

Outra dica é contar com o auxílio dos próprios colegas de dança caso surja alguma dúvida ou se você se esquecer de alguma parte da coreografia por conta do nervosismo. Com o apoio de todos à sua volta, a apresentação será realizada de forma impecável e memorável!

Concentre-se na sua apresentação

Outra dica muito importante para descobrir como fazer para não ficar nervosa em uma apresentação é direcionar sua concentração para o que realmente importa, que é a performance em si. Não se preocupe com a plateia, com o medo de errar ou com o que outras pessoas podem pensar sobre o seu momento no palco.

Use os minutos antecedentes como uma oportunidade de repassar a coreografia em sua cabeça e concentre-se em dar o seu melhor, sem se preocupar excessivamente nem deixar espaço para a insegurança. Além disso, atenha-se a checar sua lista de peças do figurino e outros itens de que você vai precisar.

Tente ensaiar no palco

Se for possível, ensaie no palco em que vai se apresentar. Geralmente, quando o dia da apresentação se aproxima, as escolas marcam um ensaio geral no palco. Além disso, há a marcação do palco no próprio dia, que é feita um pouco antes da performance.

Programe-se para não faltar em nenhuma dessas situações. Esses ensaios ajudarão a ter maior noção do espaço que você ocupará no palco durante cada um dos desenhos da coreografia, e isso, com certeza, transmitirá maior segurança.

Pense que você é a melhor

Por que não se dar uma injeção de autoestima nesse momento? O nervosismo e a ansiedade andam lado a lado com a insegurança, e se lembrar do quanto você é boa no que faz e de todos os treinos que fez para executar um lindo grand jeté pode trazer a determinação de que você precisa!

Pense no seu talento, no que você tem de bom e na sua especialidade, que é a dança. Coloque-se como a melhor dançarina, tenha certeza de que você é capaz de brilhar no palco e mande o medo embora!

Mantenha uma postura de autoconfiança

Qualquer ser humano está suscetível a cometer erros. Se mesmo seguindo todas as dicas para não ficar nervosa em público, você cometer um erro na hora da apresentação, mantenha-se com uma postura autoconfiante, faça aquele “carão” de quem fez exatamente o que era pra ter sido feito e siga a coreografia olhando discretamente para o colega ao lado.

Todo bailarino, mesmo os mais experientes que até estudaram fora do país, pode cometer erros no dia da apresentação, portanto, não se sinta mal por isso — e é bem possível que seu erro seja imperceptível para a plateia.

Trabalhe sua expressão corporal

Ainda pensando em manter uma postura de autoconfiança, pense que isso deve ser demonstrado tanto na expressão facial — abra um grande sorriso — quanto na expressão corporal. Então, estique a coluna, levante a cabeça, estufe o peito e siga confiante.

Essa é uma grande dica para não ficar nervosa em público e que pode ser aplicada antes e durante a apresentação. Se errar, cair ou esquecer a coreografia, não abaixe a cabeça nem os ombros, siga na sua postura até encontrar o fio da meada e continue.

Não se deixe dominar pela ansiedade

Ansiedade é sofrer por algo que ainda não aconteceu, o que significa que você ainda nem errou e já está sofrendo com isso! Concentre-se no presente e desfrute cada momento de maneira agradável. Desde a hora de se maquiar, colocar o figurino e arrumar os cabelos até aquele friozinho na barriga minutos antes da apresentação podem ser momentos muito prazerosos.

Durante a apresentação, curta cada movimento, cada instante e não fique pensando naquele passo superdifícil que está lá no final da coreografia. Deixe-o apenas para a hora certa e, claro, lembre-se sempre de respirar.

Faça atividades agradáveis antes da apresentação

Fazer qualquer atividade de que você goste e que seja capaz de trazer diversão para os momentos que antecedem a apresentação tem um efeito muito positivo no seu psicológico. Por esse motivo, é uma boa indicação para conseguir controlar o nervosismo.

Por esse motivo, planeje-se para se distrair um pouco antes de subir ao palco. Se preferir, faça uma lista do que gosta de fazer e das atividades que, com certeza, te deixarão mais leve e sem tantas preocupações. Elas podem incluir comer algo gostoso, conversar com amigos ou qualquer outra coisa que te faça feliz. Só não se esqueça de que, independentemente do que escolher, nada pode atrapalhar o horário da apresentação. Seja responsável e pontual!

Faça aquecimentos

Nunca entre no palco com o corpo frio. É imprescindível sempre se aquecer antes de uma apresentação. Isso porque, quando estamos nervosos, a tendência é de nos machucarmos mais, por estarmos distraídos ou muito tensos. Sem o aquecimento adequado, as chances só aumentam.

Leve em consideração que os palcos dos teatros costumam ser mais frios que os das salas de aula, então, não negligencie esse passo. Você pode fazer os exercícios que preferir, ou até mesmo uma miniaula para se aquecer, o importante é não subir ao palco sem estar com o corpo preparado.

Domine a coreografia

Foram meses ensaiando, não é mesmo? Treinos de força, equilíbrio, flexibilidade, coordenação e memória para decorar a coreografia toda. Sente que está dominando tudo? Então ótimo, tranquilize-se!

Tem algum ponto no qual ainda se sente insegura? Treine mais aquela parte, faça anotações, filme você mesma executando os movimentos e depois assista para avaliar o que está ruim e pensar em como pode melhorar. Ter o domínio da coreografia e do desenho de palco vai te deixar mais confiante e tranquila para o grande dia.

Estar no palco é um grande desafio, seja para dançar, interpretar ou palestrar. Você está em evidência e, para alguns, é comum que isso traga certo desconforto, mas esse nervosismo é também a cereja bolo! Que graça teria se não existisse esse friozinho na barriga, não é mesmo?

Além do mais, tudo isso é treino. Certamente, com o tempo, o nervosismo vai diminuindo, a ansiedade já não é tão intensa e você vai arrasar nos palcos do Brasil e do mundo! Por que não?

Ficar apreensiva quando vai se apresentar ou até falar em público é uma situação normal. Mas, agora que você sabe como fazer para não ficar nervosa em uma apresentação, consegue controlar esse sentimento e não deixar que ele tome conte de você. Saber como lidar com o nervosismo é um grande passo em busca da excelência nos palcos!

Se gostou das dicas para não ficar nervosa em público em uma apresentação de dança, que tal deixar um comentário?  Conte como estão suas emoções e seus sentimentos dias antes da apresentação. Queremos saber!