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3 dicas de como escolher a melhor sandália de dança de

A escolha da sandália para a dança de salão é algo muito importante, pois interfere diretamente em uma boa performance, não é mesmo? Afinal, são desempenhados passos, manobras e movimentos que demandam muito esforço dos pés e eles precisam estar devidamente equipados.

Logo, para um bom desempenho é preciso ter a melhor sandália dança de salão à disposição, para garantir conforto aos pés, segurança na execução dos movimentos e, ainda, elegância ao exercício.

Mas, afinal, como escolher?

Para ajudar nessa missão, separamos algumas dicas e informações sobre o assunto que vão guiar você nessa jornada rumo a sandália ideal para seus pés na dança de salão.

1. Entenda a importância da sandália adequada

Ter uma sandália apropriada ao exercício dessa modalidade de dança pode parecer, inicialmente, algo superestimado ou, ainda, superficial, pois muitas pessoas agregam erroneamente a esse acessório apenas a função de compor o figurino ou, ainda, de embelezar os pés. Ou seja, para eles, qualquer sandália bonita do cotidiano serve.

Contudo, esse pensamento reflete uma postura totalmente equivocada. Afinal, para ter domínio e precisão dos movimentos, além de saúde e conforto, seja das pernas ou pés, são necessárias sandálias preparadas e feitas tecnicamente para essa atuação.

Por isso, busque sempre marcas reconhecidas que ofereçam produtos adequados a sua finalidade de dança. Além disso, com tantas variedades de sandálias no mercado é fundamental pesquisar e experimentar as opções existentes, alcançando o melhor modelo para as suas necessidades. Essas simples ações vão refletir positivamente em seus resultados e diferenciais na dança, pode apostar!

2. Priorize sempre o conforto

As sandálias para a dança de salão devem ser, além de bonitas, confortáveis aos seus pés. Por isso, nada de modelos frouxos ou apertados, essas características podem comprometer seu equilíbrio na dança, causando sérios danos, incômodos e possíveis lesões.

Priorize ainda sandálias que tenham o solado feito de materiais específicos para essa categoria de dança, como a camurça ou microduro. Isso porque solados de borracha, por exemplo, não proporcionam movimentos deslizantes, grudando no piso e comprometendo a sua mobilidade.

Uma excelente opção de pares de sandálias para o conforto dos pés na dança de salão são os modelos em tiras com correias. Além de poderem ser abertas nos dedos, as correias oferecem mais firmeza aos tornozelos, o que garantem uma dose extra de exatidão nos movimentos e distribuição do impacto das manobras. Que tal a dica?

3. Opte por sandálias de saltos baixos

Nessa modalidade de dança, em regra, se faz necessário algumas manobras de elevação natural dos pés (que permanecem nas pontas). Logo, o salto nas sandálias surge como um facilitador desse movimento, ajudando na prática da dança, além de trazer estabilidade e apoio ao movimento provocado.

No entanto, não é aconselhável ter opções de saltos muito altos e finos. Afinal, eles se tornam grandes inimigos de qualquer dançarina, pois trazem instabilidade, provocam um esforço a mais aos pés, deixando ainda os tornozelos à mercê da sorte dos passos sem erros.

Por isso, inicialmente, opte por sandálias que tenham um salto confortável aos seus limites de altura e tenham o formato quadrado ou em bloco. Você pode começar testando essas opções mais tradicionais e, com o passar do tempo e treino, migrar para opções mais arrojadas.

Aqui, não existem regras preestabelecidas, o importante é priorizar a sua segurança e bem-estar na dança, inclusive, com acessórios e equipamentos complementares às sandálias, mas sempre com qualidade, certo?

Pronto! Com as nossas dicas e informações você já sabe como escolher a melhor sandália dança de salão para um desempenho incrível. Agora só falta conhecer a nossa loja virtual e encontrar o seu par de sandálias perfeito!

Para isso, visite o nosso site, consulte o nosso catálogo completo de produtos específicos para a dança de salão e escolha a sua opção ideal e com glamour.

Gostou do nosso post? Que tal entrar em contato conosco para tirar suas dúvidas e entender melhor os nossos produtos para a dança de salão? Esperamos você!

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Ballet Quebra-Nozes: saiba como é realizado e as técnicas envolvidas

Piotr Tchaikovsky é um nome conhecido e obrigatório para quem ama e pratica ballet. Afinal, esse compositor, nascido ainda no século XIX, transformou a história da dança com uma das mais relevantes criações de todos os tempos: o Ballet Quebra-Nozes.

Como você sabe, existe uma forte relação dessa versão com as tradições natalinas. E não só na Rússia, terra de Tchaikovsky, mas no mundo inteiro. Ao longo do tempo, tal costume continuou a se fortalecer. Prova disso é que quase 130 anos depois da primeira apresentação, o Quebra-Nozes segue firme e forte.

Se você quer ficar ainda mais por dentro do assunto, permaneça conosco no texto e entenda melhor a origem, as diferentes versões, técnicas e estilos pertencentes ao Quebra-Nozes. Boa leitura!

Qual é a origem do Ballet Quebra-Nozes?

Para retornar ao surgimento real, precisamos voltar ao longínquo ano de 1844. Foi quando uma história de conto de fadas alemã passou por tradução para o francês, por Alexandre Dumas. Contudo, a ligação com o ballet só veio, de fato, em 1892.

Apenas na última década do século, Tchaikovsky fez o conto ser um ballet, com a coreografia sob comando da lenda Marius Petipa. O russo teve influência pesada de Ivan Vsevolojski, então diretor dos Teatros Imperiais de São Petersburgo. Tudo resultou na estreia ocorrida em dezembro daquele ano.

No entanto, a história da criação do Quebra-Nozes carrega um fato a se lamentar. Pela temática de caráter infantil, Tchaikovsky inicialmente não gostou tanto da ideia proposta, só aceitou porque poderia lançá-la em conjunto com a chamada Ópera Iolanta. Dentro de um curto espaço de um mês, estava divulgado o projeto duplo.

Falecido em novembro de 1893, o criador do espetáculo nunca teve a real dimensão do impacto positivo e inesperado da obra. Isso porque, no começo, os críticos não absorveram com a mesma receptividade conquistada tempo depois. De qualquer forma, o nome de Tchaikovsky já estava gravado na história.

Como o Ballet Quebra-Nozes é realizado?

Uma festa de Natal que acontece antes da virada para o século XX, na Alemanha, é o pano de fundo do Quebra-Nozes. A família Stahlbaum festeja a data e uma das filhas, Clara, ganha um quebra-nozes de presente, que se veste como um soldado, chamando a atenção do irmão, Fritz.

Ao tomar o presente da irmã, Fritz o quebra e deixa a menina triste e chorosa, mas seu padrinho, que deu o brinquedo, trata de tranquilizá-la. Mas muita coisa ocorre: o Quebra-Nozes ganha vida antes de ser morto por ratos. Só que, em seguida, ele se transforma em príncipe e vai com Clara até um reino encantado. A última reviravolta da história: a menina acorda e nota que tudo era um sonho.

Versões

Cinco versões merecem destaque ao falar do Ballet Quebra-Nozes. Veja:

  • Royal Ballet, 1984 — Peter Wright mantém partes originais, mas trata a relação entre Clara e o Quebra-Nozes com traços de uma história de primeiro amor;
  • Jofrey Ballet, 1893 — Chistopher Wheeldon transmite o conto original aos imigrantes;
  • Joburg Ballet — mostra-se a Clara a beleza e os encantos da África, com o Quebra-Nozes sendo transformado em um curandeiro sul-africano;
  • Ballet Nacional da China — Fritz é Tuantuan e, durante as celebrações do Ano Novo Chinês, intimida Clara, nomeada Yuanyuan, enquanto dragões e tigres fazem parte do imaginário de “ataque contra defesa”;
  • Ópera de Paris — Nureyev elimina a Fada Açucarada, que integra a história original, e também o reino dos doces. Nesse conto, poucos aspectos do começo são preservados.

Conhecer a origem e o desenrolo da história do Ballet Quebra-Nozes é incrível, principalmente para quem ama a dança. No Rio de Janeiro, o Theatro Municipal chegou a fazer uma apresentação online. Pela Europa, em Genebra ou Londres, o Quebra-Nozes também costuma aparecer nos espetáculos. Vale a pena pesquisar e conferir.

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O que você precisa saber para a sua primeira aula de ponta

Um momento muito marcante e especial na vida de uma bailarina é a primeira aula de ponta. Isso porque usar essa sapatilha é algo muito esperado por quem começa a praticar o ballet e só pode acontecer depois de alguns anos de prática, quando a musculatura já está preparada e já há técnica suficiente para isso.

Quando esse momento finalmente chega, é normal que bata um nervosismo, por isso, é importante estar preparada para aproveitar ao máximo a sua estreia na ponta. Quer saber quais os principais pontos para se preparar para a primeira aula de ponta? Então siga a leitura!

Como é a primeira aula de ponta?

A primeira experiência com as tão sonhadas sapatilhas de ponta marca o momento de começar a adaptação. De maneira geral, as aulas são focadas em fazer alguns movimentos na meia ponta, já que é a partir dela que será feita a passagem pela barra.

Além disso, serão feitos muitos exercícios na barra para que a bailarina comece a ganhar firmeza e consiga manter a posta, esticar os joelhos e controlar as sapatilhas.

O que eu preciso saber para estar pronta?

Para que tudo corra bem na sua primeira aula de ponta, é preciso tomar alguns cuidados e ter em mente algumas questões para que você não se frustre. Veja algumas dicas para se preparar para esse momento!

Adquira uma boa sapatilha

A compra da primeira sapatilha deve ser feita com muito cuidado e, de preferência, com a ajuda da sua professora. É preciso garantir que ela sirva perfeitamente no seu pé, sem ficar muito apertada nem muito solta, pois isso pode causar machucados ou atrapalhar o seu controle na hora de fazer a ponta.

Se possível, experimente várias até achar a mais confortável. Certifique-se também de que o material é de boa qualidade para garantir a sua segurança.

Escolha o tipo de proteção

Com as sapatilhas, é preciso pensar também nos acessórios de proteção. É importante escolher uma dedeira e uma ponteira, tendo, essa última, uma variedade de materiais: silicone, tecido, espuma ou gel. Se possível, é interessante experimentar alguns tipos antes de decidir. Assim como as sapatilhas, a ponteira deve ter um tamanho adequado para que não haja problemas.

Além disso, é importante usar fitas e elástico, pois eles também garantem a sua segurança, permitindo que a sapatilha esteja bem ajustada nos seus pés, de modo que haja firmeza e sustentação. Mas atenção: eles devem ser bem costurados à sapatilha e ajustados corretamente aos pés.

Perca o medo de tentar

É normal que haja alguma insegurança na primeira vez em cima das pontas. Porém, você não pode deixar que esse receio a paralise e atrapalhe o seu desenvolvimento: ficar muito pendurada na barra não vai ajudar os seus pés a ganharem firmeza. Fique atenta aos seus limites e ouça a sua professora, mas procure se soltar e, aos poucos, a confiança vem.

Como vimos, a primeira aula de ponta é um momento muito importante, em que você vai começar uma nova etapa da sua prática. Por isso, é importante estar equipada com bons materiais e ter coragem! Seguindo nossas dicas, você com certeza terá uma excelente experiência.

Agora que você já sabe tudo que é necessário para a sua primeira vez na ponta, confira os nossos produtos! Eles vão te ajudar a estar ainda mais preparada.

Entenda como o ballet influencia no desenvolvimento da criança

O ballet é uma atividade muito comum na infância e, não por acaso, uma das mais indicadas para essa faixa etária. Alguns motivos que levam a isso são o fato de que ele é um ótimo exercício físico, além de ser também uma forma de arte muito apreciada por sua beleza e graciosidade.

Porém, os benefícios vão muito além disso! Essa atividade pode contribuir bastante com o desenvolvimento da criança em vários aspectos. Quer saber mais sobre os pontos positivos de praticar balé desde a infância? Então continue a leitura!

Como o ballet influencia o desenvolvimento da criança?

Essa prática não só pode contribuir com a saúde física da criança, mas também ajudar muito no seu desenvolvimento emocional e social. Veja a seguir alguns dos prós do ballet.

Benefícios físicos

O balé é um dos exercícios físicos mais completos que existem. Ele conta com giros, saltos, alongamentos e diversos outros movimentos que trabalham a estrutura muscular e ajudam a criança a desenvolver inúmeras habilidades motoras e corporais. Veja algumas delas:

  • coordenação motora;
  • lateralidade;
  • equilíbrio;
  • expressão corporal;
  • consciência corporal;
  • noção espacial;
  • fortalecimento muscular;
  • flexibilidade;
  • ritmo.

Benefícios mentais

O ballet também pode contribuir muito com o desenvolvimento psicossocial das crianças. Isso porque, como se trata de uma atividade coletiva, ele se torna um meio de socialização para os pequenos, o que é benéfico principalmente para os mais tímidos. Por esse motivo, também, eles desenvolvem habilidades como a cooperação e a comunicação.

A autoestima e a autoconfiança são trabalhadas principalmente nas apresentações, de modo que a criança possa ter segurança para se expor em público. Além disso, por ser uma prática que libera endorfina, o ballet também ajuda muito as crianças estressadas ou ansiosas, bem como faz com que elas adquiram noções de disciplina.

Com que idade a criança pode começar a praticar?

Muitas escolas oferecem turmas de balé que começam bem cedo, a partir dos dois anos e meio. Nessa fase, as aulas costumam ser ministradas de forma lúdica, de modo que elas aprendam por meio de brincadeiras e jogos. Assim, as crianças começam a construir noções de consciência corporal e ritmo, de maneira que o aproveitamento a longo prazo de todos os benefícios que mencionamos é maior.

É importante, nesse momento, certificar-se de que a escola está cumprindo todas as recomendações da OMS para o combate ao coronavírus, como o uso de máscaras, a higienização constante e o distanciamento social. Assim, você poderá ter certeza de que o seu pequeno estará devidamente protegido para aproveitar tudo que o ballet tem a oferecer.

Como vimos neste post, o ballet traz inúmeros benefícios para o desenvolvimento da criança e, por isso, é uma das atividades mais recomendadas para essa faixa etária. Ele não só é um exercício físico completo, contribuindo com a saúde infantil, mas também traz ótimas consequências para a mente das crianças, tornando-as mais confiantes, relaxadas e felizes.

Gostou das dicas? Agora que você já conhece os benefícios que o ballet pode oferecer para o desenvolvimento da criança, veja mais detalhes sobre qual é a melhor idade para começar.

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Ritmo Salsa: conheça a sua origem e principais elementos na dança!

Você tem vontade de experimentar novos ritmos e passos? Se a resposta for afirmativa, a salsa pode ser uma ótima opção para explorar a dança sob uma nova perspectiva. O ritmo é extremamente contagiante e já conquistou bailarinos pelo mundo inteiro.

Pensando nisso, preparamos um post completo com curiosidades que vão desde a origem da salsa até os seus principais elementos de música e, principalmente, dança. Continue a leitura e explore esse universo apaixonante que é o ritmo salsa!

Dança de Salão

Dançar é uma prática que acontece há séculos. As primeiras danças que se tem registro são as que aconteciam em rituais de misticismo. Os praticantes faziam movimentos ritmados do corpo com o som dos instrumentos da época.

Por um longo período, dançar era exclusividade dos homens. Só muito tempo depois que as mulheres foram permitidas a praticar o privilégio da dança.

A dança de salão começou nas cortes italianas e, devido ao seu sucesso, chegou até a Inglaterra e França. Os mais populares eram os estilos mais clássicos, que utilizavam passos minimalistas e deslizantes. Somente nos séculos XV e XVI que começaram a surgir ritmos mais rápidos.

Com isso, a dança social passou a ser observada mais de perto e iniciaram a organização da que hoje é chamada de dança de salão. Nesse período, começaram a surgir competições de danças de salão que ficaram divididas entre social e de competição.

Só no século XIX que a dança de salão chegou ao Brasil. O primeiro registro de aulas de dança foi anunciado em 13 de julho de 1811, na Gazeta do Rio de Janeiro. O anúncio foi feito por Luís Lacombe, que era, inclusive, professor de dança de dom Pedro I.

A origem da salsa

A salsa surgiu nos anos 60, em Cuba. Ela foi caracterizada pela mistura de músicas caribenhas e teve influências do mambo, cha-cha-cha, rumba cubana, reggae e, até mesmo, do samba brasileiro.

A palavra Salsa é de origem espanhola e significa “tempero” ou “mistura”, que define muito o que esse ritmo significa. Primeiro veio a música no século XVI, que era chamada de “som cubano” e ganhou popularidade no século XIX. Só depois que veio a dança, ganhando cada vez mais força e se tornando um dos principais ritmos da dança de salão.

Essa mistura resultou em um ritmo bastante envolvente e sensual, que tem tudo a ver com o povo latino. Os cubanos da tradicional banda La Sonora Matancera escolheram a palavra “salsa” para nomear esse novo gênero de dança e música. A ideia inicial era mostrar que essa mistura tinha um “sabor” diferente de tudo o que as pessoas já conheciam.

A partir dos anos 70 a salsa chegou aos Estados Unidos, mais precisamente em Nova Iorque, e logo foi disseminada por todo o país. Aos poucos o estilo cubano foi ganhando popularidade e se espalhou por outros países, inclusive pelo Brasil.

No Brasil, a salsa foi propagada pelo bailarino Fernando Claumann. No ano 2000 foi inaugurada a primeira companhia de salsa, que foi a responsável por criar o Encontro Nacional de Salsa e, desde então, a prática de dança só cresceu no país.

A salsa hoje em dia

Assim como todos os ritmos modernos, a salsa tem passado por transformações e sofrido influências de outros gêneros musicais desde que surgiu, nos anos 60. Por cada país que passou, a salsa deixou sua marca e também recebeu novas características. A salsa moderna tem grandes influências do rap americano e do techno.

As características da dança

A salsa é caracterizada pelo movimento quaternário, ou seja, em quatro tempos. A dança lembra bastante o mambo, mas diferencia-se por algumas características próprias. No mambo, por exemplo, os movimentos são executados para frente e para trás. Já na salsa, os movimentos são executados para os lados. Além disso, a salsa faz o uso de muitos movimentos com giros.

Geralmente, a dança é executada em pares, mas também existem passos para quem quer dançar sozinho ou para os momentos da coreografia em que os casais dançam separados, conhecido como shining. O ritmo é bastante rápido, o que envolve muita técnica, equilíbrio e consciência corporal.

Muitas pessoas dizem que dançar esse ritmo não é fácil e que é preciso crescer no universo da salsa para atingir um alto nível. Realmente, o ritmo não é um dos mais fáceis de se aprender, mas é possível, sim, alcançar excelência na dança, mesmo iniciando suas aulas mais tarde. Vale lembrar que os campeões mundiais de salsa são os brasileiros Carine e Rafael.

Benefícios de Dançar Salsa

São inúmeros os benefícios que dançar salsa proporciona. A dança de salão é considerada por muitos como uma terapia. Além de fazer bem para a saúde do corpo, faz bem para a alma. Confira algumas das vantagens de praticar o estilo de dança:

Ajuda a emagrecer e tonificar os músculos

Uma aula de salsa feita com vontade e intensidade pode ajudar a perder até 600 calorias. Por ter passos rápidos e que exigem várias repetições, a frequência cardíaca do praticante sobe, ajudando na queima calórica e na perda de peso.

Além disso, por usar muito as pernas e a firmeza dos braços, tonifica os músculos, tornando-os mais resistentes.

Aumenta a autoestima

Um dos pontos a ser trabalhado em aula é a sensualidade. Isso aumenta a confiança para quem pratica. Por esses motivos, trabalha diretamente a autoestima do dançarino e dançarina, fazendo com que eles fiquem, a cada aula, mais seguros de si por meio da sensualidade.

Ajuda a fazer novos amigos

As aulas geralmente são realizadas em grupos, com outros dançarinos que têm o mesmo interesse: aprender mais sobre o ritmo salsa. Com isso, você conhece novas pessoas, troca experiência, se diverte e faz novos amigos.

Combate o estresse e ansiedade

Dançar salsa diminui a tensão do corpo e relaxa a musculatura, combatendo diretamente o estresse. Além disso, praticar a dança libera endorfina, serotonina e dopamina, que são hormônios responsáveis pela diminuição da ansiedade e trazem a sensação de bem-estar.

O mais importante é experimentar o ritmo salsa e se divertir explorando novos passos. No começo, você pode buscar vídeos na internet e tentar reproduzir os movimentos. Existe também um aplicativo para celular, o Salsa Anywhere, que ensina alguns passos para iniciantes. O app está disponível nos sistemas Android e iOS.

Agora que você já conhece a origem da salsa, que tal conhecer, também, sobre o street jazz? Descubra a história desse estilo de dança!

4 dicas que vão te ajudar a aprender coreografias com mais rapidez

No universo da arte, aprender coreografias é tão importante quanto desafiador. Essa habilidade não se desenvolve de uma hora para outra, e as grandes figuras da história do ballet e outras danças sempre trabalharam em cima de técnicas para harmonizar suas performances.

Quando os passos individuais são mais complexos ou a apresentação é feita em equipe, essa característica ganha um destaque ainda maior. Se não fosse o papel da coreografia, o ato de dançar não passaria de uma série de movimentos aleatórios, verdade?

Para criar uma reputação positiva como dançarina e ter sucesso nessa arte, você pode seguir algumas estratégias para assimilar e praticar coreografias. Continue conosco no post e confira, a seguir, 4 dicas capazes de acelerar esse aprendizado!

1. Primeiro, assista

Pode soar contraditório, não é mesmo? Mas pense: alguns detalhes de movimentos são simplesmente indescritíveis, o que quer dizer que o coreógrafo talvez não consiga traduzir em palavras, mas a observação ajuda a assimilar.

Quando uma dançarina assiste à performance de outra, o modo de enxergar a arte é diferente do que a plateia vê, por exemplo. A explicação de cada detalhe em palavras demoraria tempo demais, daí surge a dica número 1: respire atentamente e analise com cuidado os passos de quem está no palco.

Além de espetáculos ao vivo em teatros e casa de show, você, como bailarina, pode tirar proveito de exibições em programas de TV, filmes e competições transmitidas on-line. Tente identificar pequenas técnicas, movimentos e posturas da dançarina, usando essas observações para aprender coreografias.

2. Compreenda a sequência de passos

Como um complemento do tópico anterior, vale enfatizar a importância de fazer a ligação entre cada ação da dançarina. Assim, com o passar do tempo, você desenvolve uma análise mais apurada sobre a sequência de passos.

Essa relação entre o passo anterior e o próximo pode ser feita a partir dos braços erguidos com meia volta do ponteiro de um relógio. Divide-se a coreografia em etapas, fazendo com que cada movimento flua de maneira natural do início ao fim da apresentação.

3. Continue mesmo depois de errar

Durante todo o processo de aprendizagem de coreografias, o erro é absolutamente normal. Afinal de contas, é errando que se aprende. Em meio às aulas, o coreógrafo controla o ritmo e, por vezes, pode ficar difícil de acompanhar.

A busca pela evolução deve ser constante e infinita, mas se cobrar por uma suposta perfeição só atrapalha. Com isso em mente, aceite possíveis falhas em determinados movimentos, focando apenas em melhorar quando voltar a repeti-los. Aproveite os períodos de intervalo para focar nas lacunas.

4. Filme ou faça anotações

A capacidade de continuar sempre melhorando a técnica de dança é o que distingue uma dançarina de sucesso das outras. Nesse sentido, tanto a filmagem quanto a anotação de passos e habilidades ajudam bastante na absorção de aprendizados.

Dá para escrever os passos de determinada coreografia e estudar em casa, facilitando a memorização da sequência, ou gravar o seu próprio desempenho para entender quais aspectos são passíveis de evolução clara. Enumere as etapas e seja objetiva ao analisar, o que também auxilia na eficiência dessa prática.

Para aprender coreografias, conforme observamos no texto, o treinamento é fundamental, desde a teoria até a execução. Uma bailarina de sucesso se destaca também nesses princípios, pois entende a importância do crescimento contínuo, incrementando técnicas e gestos nos mínimos detalhes.

Curtiu o post? Se você é dançarina e sofre com a ansiedade antes de apresentações, confira seis dicas de como controlar esse problema!

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Musicalidade na dança: descubra sua importância e como desenvolver

A arte desperta diferentes emoções justamente porque carrega sentimentos únicos expressados por meio de movimentos, letras e coreografias. Música e dança, por exemplo, são ligadas de maneira íntima desde sempre, o que ajudou na criação de inúmeras obras fantásticas ao longo da história. Nesse sentido, a musicalidade na dança é um dos principais aspectos que qualquer dançarina deve conhecer para ter sucesso na carreira. Trata-se de não apenas sentir a música, mas também de interpretá-la ao guiar o que vai de dentro para fora.

Se você ficou curiosa e quer saber mais a respeito do conceito de musicalidade e qual é a relação disso com a dança, sobretudo o ballet, continue conosco. Ao longo do post, trazemos informações valiosas. Faça boa leitura!

O que é musicalidade?

”Caráter do que é musical” e ”talento ou sensibilidade para criar ou executar determinada música”. Essas duas frases, encontradas ao pesquisar a definição de musicalidade, ajudam a dar uma ideia acerca do significado do termo..

Para qualquer dançarina que se preze, a compreensão da musicalidade garante uma série de benefícios ao desempenho. Isso vai desde a maior concentração até a exposição mais genuína de emoções, passando pela contagem correta e por impedir atrasos corriqueiros na hora de dançar.

Melodia, ritmo e harmonia são alguns dos elementos concretos da musicalidade na dança, por exemplo,. Mas ainda há a parte mais abstrata, que, ao contrário da anterior, não é exatamente mensurável ou racional, acrescentando muitos aspectos subjetivos e particulares à arte.

Como desenvolver a musicalidade na dança?

Por mais que essa subjetividade apareça com bastante destaque, assim como em outras áreas da dança e da música, é possível estimular práticas capazes de desenvolver sua musicalidade como dançarina. A seguir listamos as principais, que certamente estão ao seu alcance.

Escute a mesma música várias vezes

Essa repetição, com o tempo, permite a criação de novas percepções sobre um mesmo som. Cada música, nos nossos ouvidos, vai tomando diferentes significados e recebendo distintas interpretações conforme a frequência com que a ouvimos.

Respire fundo e se concentre na melodia, em cada tom, cada singelo detalhe que torna aquela produção especial. Forma-se, então, uma relação de intimidade com a música.

Observe o ritmo atentamente

A musicalidade na dança está diretamente atrelada ao ritmo, pois os movimentos devem seguir o que a música aponta. Se você observar com atenção esse aspecto, será capaz de aperfeiçoar seus movimentos com o objetivo de, depois de muito repetir, entregar uma performance cada vez mais conectada entre música e dança.

Sinta o que a música quer dizer

Dança e música são duas das principais maneiras de expressão da sociedade. Ou seja, ao traduzir a real intenção da letra e do ritmo, tente captar o real significado que, por vezes, fica implícito em detalhes bem particulares e até escondidos.

Assim, expresse a sua interpretação através da dança.

Treine os movimentos no tempo certo

Para garantir a eficiência na tradução dos sentimentos, é necessário realizar os movimentos da dança no momento exato.

Isso aumenta o poder de conexão entre música e performance da dançarina, transmitindo uma sensação única e despertando os mais profundos ideais de subjetividade que citamos anteriormente.

Não desenvolver a musicalidade na dança pode prejudicar sua compreensão do que é a arte como um todo. Todas as esferas se conectam, ou seja, você, como bailarina, precisa ser capaz de fazer as relações entre as diferentes artes e, através de uma performance única, transmitir o sentimento que deseja.

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Os 8 estilos de dança de salão que você tem que conhecer

Quem é apaixonado por dança, sabe como é gostoso conhecer novos ritmos e descobrir novas formas de se expressar com o corpo, não é verdade? Este artigo foi feito justamente para mostrar que, muito além do ballet, há uma infinidade de estilos de dança de salão, igualmente apaixonantes.

Muitas pessoas, no entanto, têm dúvidas quanto à definição de dança de salão, como ela surgiu, quais são os estilos etc. Se você faz parte desse grupo e também gostaria de saber mais sobre essa modalidade, continue a leitura e conheça 8 subtipos superdescolados e diferentes de dança de salão para você aproveitar a dois. Confira!

A história da dança de salão

No mundo

As danças de salão são definidas, principalmente, por movimentos corporais e ritmados realizados por uma dupla de dançarinos. Elas se originaram nos bailes da nobreza europeia no final da idade média, aparecendo pela primeira vez nas cortes italianas. Os ritmos mais populares eram os clássicos e sofisticados, como a dança medieval, e eram praticados somente pela aristocracia da época.

Somente nos séculos XV e XVI que ritmos mais rápidos foram sendo introduzidos, como o galliard (caracterizado por saltos, pulos e rodopios) e o sarabande, no qual os casais se posicionavam em uma linha dupla e eram embalados por castanholas e melodias animadas.

No Brasil

A dança de salão só foi chegar a territórios brasileiros durante o século XIX, por meio dos professores da corte portuguesa que ensinavam etiqueta e dança social.

No decorrer dos anos, a dança de salão passou a ter uma maior variedade rítmica e foram introduzidos os ritmos latinos como cha cha cha, mambo, maxixe, jive, paso doble, rumba etc. A partir disso, a organização internacional de danças de competição, World Dance Sport Federation (WDSF), passou a classificar as danças de salão em dois tipos: as latinas (mencionadas acima) e as clássicas (valsa, slowfox, tango, quickstep etc.)

Ficou curioso para saber um pouco mais sobre esses e outros estilos? Então, continue a leitura!

8 estilos de dança de salão

1. Maxixe

O maxixe, também conhecido como o tango brasileiro, foi criado na periferia do Rio de Janeiro, em meados de 1870. Essa dança, que deu origem ao samba de gafieira, é sensual e desenvolta, chegando até a ser proibida por ser considerada muito provocante para a época.

Nesse estilo, o casal deve dançar com os pés rasteiros, quase sem tirá-los do chão, e toda a coreografia concentra-se no intenso rebolado e nas pernas entrecruzadas. A posição das mãos é entrelaçada às do parceiro e suspensas no ar, similar ao forró.

A principal diferença entre as duas danças é que, no maxixe, os passos são mais curtos e há muito mais jogo de cintura. Por ser muitas vezes rápido, esse é um estilo que sua a camisa e contribui para a vida fitness dos dançarinos.

2. Lindy Hop

De origem afro-americana, o lindy hop é dançado ao som do swing jazz e é, com certeza, uma das danças mais animadas que você já viu na vida. Embora seja relativamente recente no Brasil, o lindy já fez seu nome por aí desde os anos 20, quando habitantes da periferia de Nova Iorque se reuniam para dançar ao som das chamadas big bands da época.

Apesar da alta segregação racial desse período, negros e brancos se divertiam juntos, criando novos passos usando como base o sapateado e o charleston, que influenciaram muito a estrutura atual dessa dança.

O interessante dessa atividade é que ela não apenas promove o emagrecimento (provocado pelo intenso e ligeiro jogo de pernas), mas também favorece a saúde mental do seu praticante. Isso porque os passos são relaxados, divertidos, e apesar de terem uma marcação básica, não há restrições. Ou seja: há muito espaço para o improviso e a criatividade.

3. Mambo

O mambo é um estilo de dança de salão tipicamente latino, de origem cubana e com influências dos ritmos africanos e do jazz, criado nos anos 30. De coreografia rápida, essa é uma atividade que exige fôlego e força.

Além disso, o casal deve tomar uma posição mais afastada, de modo a ter equilíbrio na execução dos passos. A flexibilidade e a rapidez também são pontos-chave a serem desenvolvidos pelos dançarinos para que a dança seja bem executada.

4. Bachata

Criada na República Dominicana, nos anos 60, a bachata é dançada em ritmo mais lento e se distingue pelo acentuado movimento do quadril. Romântica e contagiante, essa dança permite que seu praticante seja capaz de controlar os membros inferiores como se não fizessem mais parte do próprio corpo.

Por ser sensual ao extremo e dançada bem de perto, a prática da bachata é capaz de potencializar a capacidade de sedução, melhorar a autoestima e permitir que o corpo se expresse com uma linguagem própria.

5. Paso Doble

Originado no século XVI, na Espanha, o paso doble é um dos ritmos mais representativos desse país. Isso porque a sua postura é tensa, bem marcada, forte e decidida, semelhante ao flamenco.

Esse ritmo intenso é dançado frente a frente, mas um pouco mais afastado que a maioria das outras danças de salão. Ele consiste em um passo por tempo, no qual o casal permanece paralelo e com as mãos unidas.

Os homens costumam ser mais abruptos, enquanto as mulheres movimentam levemente os quadris. Dentre os principais benefícios está o controle da ansiedade, e equilíbrio, mantidos pelo alto nível de concentração do(a) dançarino(a).

6. Quickstep

Como o próprio nome já diz, o estilo é marcado por passos rápidos e pequenos saltos, sendo classificado como um tipo de dança de salão clássica. Seu surgimento está intimamente ligado a dois gêneros musicais, o jazz e o ragtime, este último caracterizado pelas batidas intensas e vibrantes.

Embora o quickstep ainda seja comparado com a valsa, já que suas posições iniciais são muito parecidas, ele se diferencia porque combina movimentos circulares e lineares e, em grande parte da dança, os homens ficam com as pernas abertas.

7. Cha cha cha

A dança tem origem em Cuba e é derivada do mambo e da rumba tocados nas décadas de 40 e 50. O cha cha cha tem como principal característica o ritmo quaternário, ou seja, conta-se “2, 3, 4 e 1”, sendo o “4 e 1” marcados pelos dançarinos como “cha cha cha”.

A origem do nome vem de um dos passos da dança, chamado de “chassé”, pois o som que era emitido pelos pés dos bailarinos ao fazerem esse movimento parecia retumbar “cha cha cha” no ambiente. Hoje em dia, o ritmo (embora um pouco modificado) pode ser ouvido nas rádios por meio de grandes estrelas do pop, como Carlos Santana e Rick Martin.

8. Jive

Esse estilo de dança de salão se popularizou nos Estados Unidos na década de 30 e tem origem nas comunidades afro-americanas dessa época. Assim como no cha cha cha, ele tem um ritmo quaternário e é caracterizado por movimentos sincopados (efeito rítmico que desloca os acentos do tempo fraco ao forte de uma música) e passos rápidos e soltos.

O jive é um dos estilos de dança de salão mais conhecidos e populares, sendo um dos favoritos entre os dançarinos profissionais ao redor do mundo.

Como visto, a dança de salão engloba diversos estilos e, além de entreter, é uma ótima forma de exercitar o corpo, perder aqueles quilinhos extras e, até mesmo, combater a depressão.

Conheça a linha de dança de salão Evidence Ballet

Gostou de saber mais sobre os estilos de dança de salão que apresentamos? Então, aproveite e conheça mais sobre o street jazz, estilo que tem feito a cabeça de muita gente por aí, principalmente dos mais jovens.

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Descubra quais são as 5 melhores escolas de ballet do mundo!

A arte é construída pela humanidade desde os seus primórdios. Não à toa, várias formas de expressão ocupam lugar de destaque há, literalmente, alguns séculos. São tradições desenvolvidas em diferentes lugares e nos mais distintos contextos sociais, caso do ballet, por exemplo.

Com o passar do tempo, certas instituições atingiram um patamar bastante alto. Hoje, as melhores escolas de ballet do mundo garantem visibilidade e maiores oportunidades de carreira, além, é claro, de grande prestígio.

Conviver e aprender com professores conceituados a nível global alavanca a trajetória de qualquer dançarina, não é mesmo? Então, continue conosco por aqui, confira o texto na íntegra e conheça as cinco principais escolas espalhadas pelo planeta. Boa leitura!

1. Royal Ballet School

Anye Linden, Beryl Grey, Margot Fonteyn e Lunn Seymour são três dos grandes talentos forjados na Royal Ballet School. Sediada em Londres, essa instituição nasceu em 1926, criada por Dame Ninette de Valois. Lá, a exigência é alta e a expectativa também.

No imponente Royal Opera House, a formação dura oito anos, e as aulas acontecem em período integral. A metodologia é própria, desenvolvida e aperfeiçoada ao longo do tempo, o que fortaleceu a tradição e a credibilidade da Royal Ballet School na Europa e no mundo.

2. Bolshoi Ballet Academy

Na introdução, falamos sobre a relevância da arte desde séculos atrás. A Bolshoi Ballet Academy foi fundada em 1776. Mais de 240 anos de tradição construíram uma excelente reputação, portanto, é de se compreender que o padrão de rigorosidade seja bastante elevado.

Um dos países mais influentes na história da dança, a Rússia formou, por meio da Bolshoi, nomes famosos mundialmente, como Ekaterina Maximova, Nina Ananiashvilli e Maya Plisetskaya, intitulada a primeira bailarina da história.

Parece distante o acesso a uma instituição desse tamanho, verdade? Mas não é! Desde 2000, a Bolshoi tem uma filial no Brasil, mais precisamente em Joinville, no norte catarinense. Ou seja, você nem precisa sair do país para frequentar uma das melhores escolas de ballet do mundo.

3. Kirov Academy of Ballet

Em atividade desde 1989, a Kirov tem sede em Washington, DC. Lá, as aulas acontecem tanto em tempo integral quanto parcial, com foco no público infantil de 7 a 12 anos e residência para bailarinas ainda iniciantes na carreira.

Nas três décadas de existência, essa escola estadunidense já revelou nomes como Sascha Radetesky e Danny Tidwell, por exemplo. A Kirov, então, é forte no cenário do desenvolvimento de promessas do ballet.

4. American Ballet Theatre

O ano era 1934 quando o histórico coreógrafo e bailarino George Balanchine fundou essa escola, em Nova York. Inicialmente, o objetivo principal consistia em associar a instituição a alguma marca já reconhecida, o que levou à criação do New York City Ballet.

A ideia no começo era formar bailarinos para integrar, de forma exclusiva, a nova companhia de dança. Hoje, muitas décadas depois, a American Ballet Theatre virou referência e formou a grande Misty Copeland, primeira afro-americana promovida à dançarina principal da escola.

5. National Ballet of Canada’s School (NBS)

Para fechar a nossa lista, vamos com outra instituição da América do Norte, mas agora canadense. Desde 1959, quando foi fundada por Celia Franca e Betty Oliphant, em Toronto, a NBS ganhou credibilidade como formadora de dançarinas clássicas e instrutores de ballet.

O interessante da escola canadense é a abertura para estrangeiros: existe um programa para quem chega de fora e também para encaminhar alunos formados por lá rumo a outros países. Intercâmbio cultural significa maior aprendizado, certo?

Conforme conferimos no post, as melhores escolas de ballet do mundo provam que a tradição da dança nunca se perderá. Para escolher uma instituição e dar início às aulas práticas, avalie a fundo a formação dos profissionais envolvidos e considere o local e o espaço físico, além de outros aspectos que podem se mostrar relevantes.

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Fique por dentro das características marcantes dos ballets românticos

Assim como outras expressões artísticas marcantes na história da humanidade, o ballet surgiu há séculos. Ainda na Idade Média, nas cortes italianas, a dança se consolidou de vez e, em seguida, ganhou força na Europa. Não à toa, França, Inglaterra e Rússia criaram uma tradição que permanece até hoje.

Já por volta do século 18, começou o período do chamado Romantismo. Prezando pela coexistência entre o mundo real e o sobrenatural, esse movimento literário trazia em sua proposta a idealização do amor, a elevação espiritual e o culto ao místico. Diversas formas de artes foram influenciadas pela corrente, e daí surgiram também os ballets românticos, afinal, a dança é um segmento social importante.

Continue conosco no texto e confira as principais características dessa vertente do ballet!

Figurino

Na contramão das alternativas de vestidos mais pesados que se observava até então, Eugene Lami marcou época ao criar a combinação entre saia de tule e sapatilha de ponta. A ideia central consistia em fazer com que a dançarina parecesse flutuar no palco durante a apresentação.

Sem os tecidos grossos, que prejudicavam a variedade de passos dados pela bailarina, os ballets românticos levavam a saia até o tornozelo, mostrando os pés femininos, novidade naquele contexto. De quebra, outro tabu foi superado: os famosos pequenos saltos, então exclusividade dos homens, passaram a ser feitos por mulheres.

Supervalorização feminina

Uma das principais transformações resultantes da influência do Romantismo no ballet foi a do protagonismo de gênero. Se antes os homens figuravam como foco durante os espetáculos, a quebra de paradigmas alçou as mulheres a esse patamar.

A presença feminina representava leveza, graciosidade e delicadeza, algo bastante próximo à perfeição humana. Ao contrário do padrão anterior, no qual homens cumpriam inclusive papéis de mulheres, o toque masculino à dança recebe tratamento de ”cavalheiro acompanhante”.

Amor romântico

A corrente do Romantismo prega o amor sempre acima da razão. Trata-se de um amor cheio de intensidade, por vezes, utópico e aparentemente impossível. Basta olhar para a personagem Giselle e sua história, na qual ela perdoa Albretch sabendo das mentiras contadas por ele. Depois, porém, os dois morrem de forma trágica, sem jamais ficarem juntos em vida. A ideia por trás é que o amor continua vivo mesmo assim.

Tecnologia e efeitos especiais

Se engana quem pensa que os ballets românticos não usavam as opções da época para causar efeitos especiais. Vale lembrar de que até o advento do Romantismo não existiam inovações tecnológicas relevantes: os palcos recebiam iluminação a gás, que, aliás, acabava de ganhar fama.

As figuras etéreas, ou seja, representações de pessoas muitas vezes oriundas de outros planetas ou âmbitos espirituais, pode ter sido fruto desse contexto. Para transmitir a sensação de voo de uma bailarina, por exemplo, fios a levantavam, criando um cenário realista.

Conforme observamos, os ballets românticos são, de fato, incríveis pelas características que apresentam. Para praticá-lo com maestria, lembre-se de prezar por movimentos leves, além de demonstrar a delicadeza marcante do estilo. O tutu romântico, com a saia longa e fluida, também não pode faltar.

E aí, gostou do texto? Se foi útil, aproveite a visita e compartilhe o conteúdo nas redes sociais para que seus amigos também conheçam melhor a influência do Romantismo no ballet!