Dicas

Você sabe como se preparar para a aula de ballet? Entenda aqui!

O Ballet é uma das modalidades de dança mais tradicionais do mundo, já que vem desde o século XV, na Itália, conquistando dançarinos e apaixonados por essa arte. Por conter passos precisos e movimentos que exigem máxima flexão do corpo, é preciso se preparar antes de fazer uma aula de Ballet. Essa preparação vai deixar o corpo alongado e pronto para executar os passos perfeitos que a dança exige.

Mas você sabe como se preparar para uma aula de Ballet? No texto de hoje, você vai conferir algumas dicas de alongamento e outros hábitos que você deve adquirir antes de colocar o corpo em movimento. Confira!

Aquecimento

É o primeiro passo para a preparação para a aula de ballet. É muito importante aquecer o corpo para prepará-lo para o alongamento e para os exercícios que estão por vir. O aquecimento ajuda o corpo a elevar a frequência cardíaca gradualmente, preparando-o para mantê-la alta na hora de praticar a dança.

Alguns tipos de aquecimento são mais comuns:

Respiração adequada

A respiração profunda antes de começar a dançar é excelente para aumentar a capacidade pulmonar e ajudar na resistência física.

Plié

O famoso exercício do Ballet é considerado o mais importante para o aquecimento. Repeti-lo em séries vai elevar a frequência cardíaca e já começar a aquecer as juntas e deixar os tendões mais flexíveis para os movimentos que estão por vir.

Caminhada

Outro exercício de elevação da frequência cardíaca e de simples execução. Dê passos e movimente os braços durante a caminhada pelo salão. Inicie devagar e comece a aumentar o ritmo conforme sua frequência cardíaca for aumentando.

Alongamentos

É através do alongamento que você vai deixar seus músculos prontos para a dança, aumentando sua flexibilidade, tendo maior amplitude dos movimentos, reduzindo possíveis tensões musculares e minimizando a chance de sofrer de distensões dos músculos. Por isso, a prática é considerada essencial antes de qualquer atividade física, incluindo o Ballet.

São 3 tipos de alongamento que podem ser feitos antes de uma aula de Ballet:

Alongamento passivo – estático ou dinâmico

No alongamento passivo estático, o praticante usa de outros pesos que não os do próprio corpo para alcançar a flexibilidade do movimento. É possível contar com a ajuda de um colega ou com pesos: o dançarino então faz uma posição alongada e se mantém estático por 10 segundos ou mais.

No caso do alongamento dinâmico, são realizados movimentos que oscilam entre ritmos variados e amplitudes diversas.

Alongamento ativo – estático e dinâmico

No caso do ativo estático, o dançarino alcança a flexibilidade que puder sem ajuda, além da própria contração. Por exigir muito do músculo, esses alongamentos são mantidos por até 10 segundos.

No caso do tipo dinâmico, os membros oscilam para ampliar os limites de cada movimento. Eles são realizados em séries e ajudam a conquistar maior mobilidade dos músculos, sempre interrompendo os movimentos caso haja algum sinal de fadiga.

Alongamento isométrico

Este é um tipo de alongamento estático, mas combinado com uma postura de isometria, que consiste em contrair o músculo alongado em uma posição estática. Esse tipo de alongamento pode ter como apoio a parede, o chão e até um colega! O importante é que o apoio não se mova. Durante o alongamento, é preciso contrair o músculo em questão por alguns segundos e depois relaxar.

Preparar-se para a aula de Ballet é fundamental para um bom desempenho durante a prática dessa dança, que exige perfeição a cada movimento. Realizando os exercícios corretamente, você terá seu desempenho cada vez mais melhorado e conseguirá realizar os passos com mais desenvoltura e leveza, atributos essenciais para um bom bailarino.

E então, você pratica aquecimento e alongamento antes da sua aula? Quais são seus exercícios favoritos? Deixe seu comentário!

Maquiagem de bailarina: vem ver essas 6 dicas!

No palco, na hora de uma apresentação, cada detalhe conta: a iluminação, o figurino e, claro, a maquiagem, que deve ajudar na construção da sua personagem. Para entender a importância de uma make bem caprichada, é só se lembrar que, lá da plateia, muitas vezes, o público não vai conseguir enxergar com detalhes as suas expressões e, nessas horas, a maquiagem faz toda a diferença.

Uma bailarina precisa se apresentar com os olhos e boca bem marcados, criando a sensação de ser uma “boneca”, com traços femininos e expressivos. Preparamos seis dicas para você produzir um visual impecável para o palco e acertar em cheio na sua próxima maquiagem de bailarina.

1. Use produtos de qualidade

Essa é uma das questões mais importantes. Com toda a luz e movimentação durante a apresentação, é impossível não suar. Por isso, você vai precisar de uma maquiagem de qualidade, que não derreta nos primeiros minutos. Vale a pena investir em marcas consagradas, como MAC, Revlon e Lancôme. Os seus produtos vão durar muito mais e, com certeza, não vão te deixar na mão.

Outra dica importante: escolha produtos à prova d`água, que são bem mais resistentes.

2. Limpe e hidrate a pele

Para aumentar a fixação dos seus produtos, é superimportante, também, estar com a pele limpa e bem hidratada. Antes de começar a se maquiar, lave o rosto com um bom sabonete adstringente e seque bem.

Para o dia a dia, escolha um hidrante com protetor solar e não ande sem ele. Uma pele bem cuidada faz toda a diferença no resultado final.

3. Escolha um tom abaixo da sua pele

A maquiagem de palco é completamente influenciada pela iluminação do espaço — são muitas sombras e contra-luz todo o tempo e não podemos correr o risco de compor um look pesado ou carregado demais.

Além disso, é essencial estar com o rosto bem iluminado e claro. Por isso, uma boa dica é sempre usar a base e o pó um pouquinho mais claros que o tom da sua pele. Isso não funciona para o dia a dia (afinal, não dá para sair por aí parecendo superpálida ou fantasminha), mas, para as suas apresentações, é excelente e faz uma superdiferença!

4. Encontre o equilíbrio

Na hora de fazer a sua maquiagem de bailarina, o mais importante é encontrar a medida: não dá para ser discreta demais, mas também não pode ficar pesada e extravagante.

O segredo é o equilíbrio: fazer uma make que é um pouco mais impactante que aquela que você usa no seu dia a dia, gerando um resultado que vai encantar o público e trabalhar a seu favor durante a apresentação.

5. Use cores neutras para os olhos

Não é por acaso que sempre dizemos que os olhos são a janela da alma. Eles são essenciais para sua expressão e para a construção de personagens interessantes e apaixonantes em cima do palco. Por isso, essa parte da maquiagem é essencial.

Para não errar, aposte nas cores mais neutras: dourado e prata, marrom, chumbo e preto. Essas cores dão força ao olhar, de forma elegante e clássica — tudo a ver com o ballet, não é?

6. Faça uma finalização impecável

Para finalizar, duas questões essenciais, que dão o acabamento perfeito para qualquer make: cílios postiços e um belo batom vermelho. Os cílios postiços dão o toque final a um olhar superpoderoso e ficam deslumbrantes para o palco.

O batom vermelho tem o mesmo efeito: te ajuda a criar um visual bem feminino e elegante e dá um up em qualquer produção. É claro que a personagem que você for representar deve ser levada em conta. Se for uma camponesa, por exemplo, não vale exagerar no batom.

Agora é só arrasar! Capriche na produção, prepare as sapatilhas e esbanje confiança, talento e beleza em cima do palco — os aplausos te esperam!

Enquanto isso, conte para nós quais são os seus truques e suas dicas para uma make impecável.

Carreira no Ballet: como seguir seu sonho?

Quem vive o mundo da dança e, mais precisamente o do ballet, sabe que é um espaço de muito trabalho, muito envolvimento e dedicação, mas também envolto por uma aura de sonho e fantasia.

Quantas pessoas não desejam transformar essa paixão em uma carreira? Se você é uma delas, a boa notícia é que é super possível investir no ballet e encontrar formas incríveis para fazer dele o seu trabalho.

O que estudar?

Para se iniciar uma carreira no ballet, mais do que prática e talento, é preciso muito estudo. Além das aulas de dança que você provavelmente já frequenta, saiba que existem faculdades que oferecem curso superior em dança. Não é incrível?

Normalmente são quatro anos de curso, que misturam a teoria com a prática. Você vai estudar história da arte, anatomia, fisiologia e, claro, ter uma visão bem completa sobre todas as modalidades de dança.

É uma forma muito interessante de ingressar no mercado, uma vez que se configura como um diferencial frente a outros dançarinos que têm apenas um conhecimento prático.

Além de tudo é super interessante para enriquecer a sua experiência e apresentar um olhar mais completo sobre esse universo tão apaixonante.

Qual o perfil de um bailarino?

É claro que cada profissional tem a sua personalidade e os seus traços individuais mais marcantes, mas é fato que algumas características são desejáveis para quem quer transformar o ballet em carreira.

Para começar, claro, é necessário muita disciplina. Isso porque um bailarino ou bailarina precisa de muitas e muitas horas de treino para alcançar o sucesso e os movimentos perfeitos. Você sabe disso melhor do que ninguém, não é?

Além disso, para todos aqueles que vão trabalhar no mundo da arte, é recomendada uma dose de ousadia e coragem: para experimentar, arriscar e sair do lugar-comum. Geralmente, os melhores resultados vêm dessas experimentações e buscas.

Por fim, podemos falar da sensibilidade para perceber a beleza em cada movimento e para transformar o corpo em um instrumento de trabalho único e muito poderoso.

Onde atua?

A carreira de um bailarino profissional pode seguir vários rumos e vai depender bastante de seus objetivos e interesses. Além do mais conhecido, que é atuar como parte do corpo artístico de uma grande companhia, é possível trabalhar como assistente em montagens, como preparador de elenco, como professor e como coreógrafo.

São vários os caminhos que um profissional pode seguir na construção de sua carreira na dança e é possível, inclusive, que as atividades mudem de acordo com o passar dos anos. Por exemplo, para chegar a ser a bailarina principal de um grande teatro, é quase certo que você vai precisar atuar como professora e assistente por alguns anos. O importante é perceber que tudo é aprendizado e faz parte do seu desenvolvimento.

E então? Está pronta para seguir o seu sonho? O ballet pode ser uma oportunidade incrível para você e lhe trazer muitas realizações e conquistas. Com planejamento e bastante dedicação é super possível construir uma carreira de sucesso.

Pense bem sobre os seus sonhos e tome aquela decisão que vai te fazer mais feliz e realizada! Que tal compartilhar esse texto nas redes sociais, para que todos possam entender um pouco melhor a sua paixão e, quem sabe, até embarcar junto nessa aventura?

7 dicas-para-te-ajudar-a-memorizar-sequencias-na-barra - Paixão Pela Dança

6 dicas para te ajudar a memorizar sequências na barra

Sabemos que memorizar as sequências na barra faz parte dos exercícios das aulas de ballet e ajuda a harmonizar a coreografia. Mas, muitas vezes, ficamos confusas com tantos passos e achamos que não vamos dar conta do recado. Entretanto, alguns truques podem melhorar nossa performance na dança.

Veja a seguir 6 dicas para te ajudar a memorizar sequências na barra e prepare-se para fazer bonito no plié!

Faça um alongamento

Realizar o alongamento correto vai ajudá-la a iniciar da melhor maneira todos os passos da dança. Você pode iniciar pela borboletinha. Junte pé com pé e balance suas pernas para cima e para baixo como se imitasse de fato o movimento das asas de uma borboleta.

Você pode prolongar o alongamento da borboletinha jogando seu corpo para frente e tentando encostar a cabeça no chão. Mas tente não desmanchar o formato de borboleta, ok? Mantenha as pernas abaixadas e se tiver o apoio de alguém, peça para que a pessoa force as pernas para baixo enquanto estiver na posição.

Tire todas as suas dúvidas

Perguntar o que você não entendeu durante a aula é a melhor forma de memorizar sequências na barra. Tire as suas dúvidas com seu professor para ficar com tudo na ponta do pé e fazer o seu melhor na hora do ballet. Você vai ver como vai ser muito mais fácil decorar os passos e dançar conforme a música. Não fique com vergonha de fazer perguntas, combinado?

Aprenda o nome das sequências

Isso é essencial para ajudá-la a decorar os passos. Geralmente o professor fala o nome enquanto mostra a sequência, especialmente nas aulas iniciais. Por isso é importante associar o nome ao movimento, fica mais simples memorizar os passos na barra e fazer bonito no ballet.

Tenha concentração

Foco e concentração são fatores importantíssimos para decorar as sequências na barra. Se você tem uma vida agitada — com direito a filhos, chefe, contas e família — qualquer pensamento que não seja relacionado ao ballet vai atrapalhar seu desempenho. Portanto, preste atenção no exercício para que a memorização seja mais fácil de absorver, ok?

Aprenda o plié

O plié é um dos movimentos mais importantes do ballet e é o primeiro exercício realizado na barra. Por isso é fundamental decorá-lo o quanto antes. O passo compreende uma flexão dos joelhos que é executado em diversas posições. Também temos o demi plié, uma meia dobra dos joelhos.

Aprenda a contar

Compreender a contagem da música e saber qual sequência precisa realizar em que tempo exato é essencial para a harmonia da dança. E isso também auxilia a dividir as partes para a memorização. É que grande parte das vezes a sequência possui duas partes que se dividem em 8 tempos. E se você não compreender quando acaba um tempo e quando começa outro, pode se confundir.

Gostou das dicas para ajudar a memorizar sequências na barra? Tem alguma sugestão para dar? Conte para a gente! Queremos saber seus truques para colocar os passos de ballet na ponta do pé!

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Ballet Fitness: o segredo para o corpo dos seus sonhos!

Que tal aliar queima de calorias, melhoria da postura e fortalecimento dos músculos em uma mesma aula? E o melhor, com uma boa música dando aquele gás na atividade física. Pois bem, é isso o que promete o Ballet Fitness! A modalidade vem conquistando cada vez mais novos adeptos por conta dos bons resultados, principalmente, na melhoria da qualidade de vida.

Mas, você conhece esta modalidade que reúne conceitos do ballet, pilates e dança? Continue a leitura e descubra!

O que é o Ballet Fitness?

Com aulas que duram, em média, uma hora, o Ballet Fitness intercala os passos do ballet  nas barras e exercícios no solo, como agachamentos, flexões de braços e abdominais, além da utilização de acessórios que contribuem com o ganho de flexibilidade.

A atividade é bem intensa e queima cerca de 750 calorias por aula. Criada pela professora e bailarina Betina Dantas, de São Paulo, a modalidade atua nas repetições dos passos em uma intensidade três vezes maior se comparada a uma aula de ballet tradicional. O foco é sempre no tempo da isometria, por meio da sustentação muscular dos exercícios.

Como funciona?

Geralmente, as aulas de Ballet Fitness são realizadas por meio de circuitos diferenciados, quebrando a monotonia. Os exercícios básicos são feitos em repetições rápidas, enquanto os de agachamento, na meia ponta. Trata-se de um circuito de barra e chão, com a execução dos movimentos mais simples do ballet clássico.

O nível vai aumentando sem pausas e a música dá o tom dos movimentos. Podem ser utilizados pesos em alguns exercícios, mas muitos professores optam em aproveitar o próprio peso dos alunos, como em uma flexão de braços.

Quais os benefícios da prática?

O Ballet Fitness trabalha muito o sistema cardiovascular. Também traz bons resultados no ganho de flexibilidade, definição dos músculos, perda de peso, ajuda na melhora da respiração, postura e também no equilíbrio.

Os músculos ficam mais alongados e o corpo tonificado, com aspecto longilíneo ao contrário de trincado como acontece na musculação ou ginástica localizada. Além disso, a elegância dos movimentos contribuem com o ganho de leveza corporal, sem falar na quebra da monotonia por meio dos exercícios aeróbicos e anaeróbicos em circuitos frequentemente modificados.

As aulas são dinâmicas, o que ajuda na motivação. O bem-estar acaba tendo ainda a companhia das músicas agradáveis que acompanham todo o roteiro do circuito.

Quem pode praticar?

Esta modalidade é indicada  para pessoas que tenham alguma noção de ballet clássico e também condicionamento físico para não se perder nos movimentos. Pessoas com mais de 15 anos já podem se aventurar na atividade, sem contraindicações, desde que a saúde esteja em dia.

No entanto, o mais importante é você procurar uma orientação médica antes de se matricular para ver se está tudo em ordem, pois as aulas exigirão intensidade nos movimentos e também nos batimentos cardíacos.

Com tudo dentro dos seus limites, os ganhos serão extraordinários. Muita gente começou a praticar o Ballet Fitness e não parou mais. Afinal, os benefícios são excelentes e melhoram muitos aspectos do seu corpo e mente.

Agora que você já ficou por dentro do Ballet Fitness, que tal ler o nosso artigo: 9 livros que todo amante do ballet deve ler!

7 motivos para eleger o Ballet como sua atividade física favorita

A atividade física é essencial para todos que desejam ter uma boa qualidade de vida. Ela é capaz de melhorar a estética corporal e a autoestima, diminuir sintomas da depressão, aumentar a capacidade de se socializar com a família e amigos, prevenir doenças como a diabetes e o câncer e evitar a obesidade.

Que o ballet é um tipo de dança nós já sabemos. Mas ele vai além da sua essência central, que é a arte, sendo considerado, também, uma atividade física, podendo ser até mais completo que a natação em relação aos benefícios.

Quer conferir alguns bons motivos para você iniciar no ballet? Então, continue a leitura!

1. Flexibilidade corporal

Os exercícios do ballet exigem grande amplitude nos movimentos. Por esse motivo, a dança acaba por trabalhar e alongar os músculos. Isso evita que eles se “encurtem”, o que diminui o risco de lesões musculares.

2. Postura

O ballet trabalha bem as regiões do abdômen, das costas e do peito. Esses músculos estão sempre contraídos e alinhados durante a atividade, o que proporciona um maior equilíbrio corporal e uma postura sempre correta, inclusive fora do palco.

3. Respiração

A eficácia do sistema respiratório é outra vantagem ao se praticar ballet. Os exercícios são baseados em saltos e movimentos de sustentação, que possibilitam o máximo proveito do diafragma durante a respiração. Haja fôlego!

4. Bem-estar

O ballet é praticado ao som clássico, que é calmo e elegante. É uma das poucas atividades físicas que trabalham em conjunto com a música. Esse fato faz com que o corpo libere endorfina, que, por consequência, causa uma boa sensação, bom humor e uma autoestima elevada.

5. Desenvolvimento muscular

Se engana quem acha que praticar ballet não cansa. A dança consiste em movimentos sutis e suaves, que aos olhos de quem apenas observa parece uma ação fisicamente não desafiadora.

Devido a essas características, os músculos do dançarino passam constantemente por períodos de força e resistência. Além disso, a atividade é executada como se realmente não houvesse esforço, o que possibilita um crescimento muscular razoavelmente bom.

6. Definição abdominal

O ballet queima calorias por ser uma atividade que exige uma boa dose de esforço físico. Há exercícios que trabalham bem o abdômen, além de ele estar constantemente contraído durante a dança. Tudo isso favorece a queima de gordura e a definição corporal de modo geral.

7. Coordenação motora

Praticar ballet é uma atividade sempre desafiadora. Os movimentos são variados e vão desde o básico até os mais avançados. O bailarino sempre está evoluindo e isso exige de sua parte agilidade e coordenação motora apurada, que são desenvolvidas ao longo da sua jornada.

O praticante também aumenta sua capacidade de concentração, controle mental, disciplina e consciência corporal, já que, durante os exercícios, é possível sentir cada região muscular que está sendo trabalhada.

Embora muitas pessoas associem o ballet com as crianças, a dança pode ser praticada sem problema algum por adolescentes e adultos. Devido aos benefícios citados, como o trabalho e movimentação do corpo como um todo, é, inclusive, encorajado que você pratique essa atividade física.

E você, se interessou por ballet ou gosta de ter a dança como parte da sua vida? Nos acompanhe no Facebook e Instagram para ficar por dentro das novidades do mundo da dança.

Loja – Evidence Ballet 

 

Flexibilidade Olímpica: a relação entre a Ginástica Rítmica e Ballet

A ginástica rítmica tem ganhado cada vez mais espaço no cenário esportivo. Recentemente, nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, as ginastas russas encantaram o mundo inteiro com as suas apresentações.

Embora seja um esporte de muita técnica, a ginástica rítmica também possui um lado artístico, caracterizado pela graciosidade e leveza dos movimentos. A origem desse lado se dá pela inter-relação com outra manifestação artística: o ballet.

A relação do ballet com a ginástica rítmica existe desde a criação do esporte e tem se intensificado cada vez mais. Hoje, os primeiros passos para as ginastas desta modalidade passam pelo ballet.

A dança ajuda a ginasta a desenvolver o seu corpo na postura e nas posições corretas, principalmente nos membros que são a base para os movimentos da ginástica rítmica. Mas até onde vai a influência do ballet? Separamos aqui alguns tópicos para mostrar onde há a relação entre o esporte e a dança. Confira!

Desenvolvimento de técnica e movimentos

O ballet é fundamental para o desenvolvimento técnico, tático e físico da ginasta. Não é à toa que a dança é um dos primeiros passos para quem quer seguir na ginástica. Além de trabalhar a flexibilidade das ginastas, as técnicas do ballet são a base da modalidade rítmica.

Muitos dos movimentos do esporte são semelhantes ou até mesmo idênticos aos da dança. Com a prática do ballet, a ginasta terá maior facilidade para aprender e executar os movimentos que são base para a ginástica rítmica e outros movimentos mais complexos.

O ballet também é essencial para garantir a graciosidade da ginástica rítmica. Embora muitos movimentos exijam maior esforço das atletas pela sua complexidade, a ginasta deve realizá-los de forma leve e sutil, sem demonstrar este esforço.

Expressão corporal

Não é só de técnica que é feita a ginástica rítmica. Como dissemos, o ballet está presente no lado artístico dessa modalidade. A dança possui três elementos inter-relacionados: técnica, música e atuação.

Uma apresentação de ginástica rítmica consiste na execução de movimentos técnicos em harmonia com o ritmo de uma música. Nesse cenário, a beleza do esporte está no expressionismo da ginasta, por meio da dança e dos passos do ballet enquanto executa os movimentos técnicos.

Portanto, a expressão corporal e facial é de extrema importância, pois assim o lado artístico da ginástica rítmica é evidenciado.

Respiração

Outro elemento que demonstra a relação entre o ballet e a ginástica rítmica é a respiração. Embora muitas vezes não seja notada pelos espectadores, a respiração correta é um dos elementos mais importantes para uma rotina de dança ou de ginástica.

A forma ideal de respiração na prática esportiva é a respiração diafragmática, pois possibilita maior oxigenação no cérebro. Tanto no ballet quanto na ginástica, é importante dominar a respiração desta forma, para que ela seja natural e não interfira na concentração.

Em ambos os casos, prender a respiração é algo proibido, pois além de aumentar a tensão, a falta de oxigênio reduz a flexibilidade e a leveza na execução dos movimentos. A respiração é um excelente exercício para o sistema cardiovascular e respiratório. Porém, os benefícios destas duas atividades não param por aí.

Para a realização de todos os movimentos corretamente, a prática da dança e do esporte trabalha todo o corpo, desde os músculos de membros superiores aos membros inferiores, garantindo uma melhor postura, flexibilidade e equilíbrio corporal. Além da sensação de rejuvenescimento, os benefícios do ballet e da ginástica rítmica podem ser sentidos para o resto da vida, prevenindo doenças como a cardiopatia e proporcionando um melhor condicionamento físico.

E aí? Achou interessante? Acompanhe-nos em nossas redes sociais e fique por dentro das nossas novidades!

Os 5 melhores cuidados de beleza para bailarinas

Leveza, suavidade, classe e elegância. Esses são alguns dos adjetivos que representam uma bailarina profissional. Sobre os palcos, elas encantam e emocionam a plateia com sua coreografia delicada, dando um show de equilíbrio sobre a ponta dos pés. Mas, para tudo sair conforme o esperado, existem vários cuidados de beleza que essas dançarinas precisam ter diariamente.

A rotina intensa de treinos deve prepará-la fisicamente para as apresentações. Apesar de os cabelos e a pele precisarem estar sempre impecáveis frente ao público, nos bastidores, a bailarina também deve ter seus rituais e cuidar da saúde. Todos esses cuidados vão garantir uma performance respeitável e uma bela aparência! Confira nossas dicas:

1. Cabelos

O coque é uma tradição no ballet clássico, e isso não é à toa. Ter de ajeitar os fios de cabelo caindo no rosto durante as apresentações tira um pouco do glamour e ainda atrapalha a execução dos movimentos, como giros e saltos.

Portanto, o penteado mais usado pelas bailarinas é funcional e prático. Utilize-o também nos treinos, pois ele permite que você visualize melhor sua postura durante a dança.

Para manter os cabelos bonitos, não abra mão das hidratações e use produtos específicos para o seu tipo de cabelo, seja ele liso, cacheado ou crespo.

2. Pele

A pele da bailarina deve ser sempre bem-cuidada, livre de manchas e com aspecto saudável. A hidratação diária é fundamental para manter o aspecto sedoso que vai se destacar sobre os palcos.

O filtro solar também deve ser usado diariamente para proteger a pele contra manchas, rugas e doenças de pele. Lave sempre o rosto antes de dormir e jamais durma de maquiagem. Outro cuidado de beleza é fazer uma esfoliação periódica, que vai retirar as células mortas.

3. Maquiagem

Por falar em maquiagem, ela deve estar presente sempre nas apresentações. Um bom rímel à prova d’água e um delineador de qualidade vão marcar bastante o olhar, deixando a dança ainda mais bela.

Nos treinos, você não precisa usar base, por exemplo, pois a probabilidade de ela borrar com o suor é grande.

4. Pés

Eles são os pilares das apresentações e por isso merecem muita atenção das bailarinas. Após as aulas, tome um banho massageando os pés na água morna e em seguida use um bom creme hidratante. Se os pés estiverem doloridos, o que é muito comum, descanse-os em uma bacia de água morna com sal grosso. Os cremes de mentol também podem ajudar a aliviar as dores.

Mantenha as unhas sempre curtas no formato que for mais indicado para seu pé, evitando assim as unhas encravadas. Para reduzir as bolhas e calos, hidrate bastante os pés e não tente furá-los quando surgirem. No dia a dia, é melhor evitar sapatos desconfortáveis. Para os treinos, uma sapatilha de qualidade é imprescindível.

5. Alimentação

Beber muita água e ter uma dieta balanceada — rica em verduras, frutas e legumes e pobre em alimentos gordurosos — é fundamental para todo o corpo da bailarina. As vitaminas e nutrientes são importantes para deixar até mesmo cabelos, unhas e pele mais saudáveis.

Organize seu tempo para encaixar esses rituais simples na sua rotina diária. Seguindo todos esses cuidados de beleza, as bailarinas estarão sempre prontas para brilhar na ponta dos pés, seja nos treinos, seja nos palcos.

Curtiu as dicas? Conte-nos quais são seus rituais de beleza como bailarina!

Aprenda a fazer um coque de bailarina

O ballet atrai milhares de meninas todos os anos para suas aulas. Boa parte dessa atração das crianças é pela moda bailarina, que encanta com o tule, as sapatilhas e o coque de bailarina. O estilo realmente encanta e até as praticantes adultas da dança costumam adorar se arrumar para as aulas e para as apresentações.

Porém, é uma moda que dá trabalho de ser mantida. As sapatilhas machucam os pés e o coque não pode se desfazer de jeito nenhum durante os passos de ballet. Mas calma, basta saber alguns truques pra deixar o cabelo no lugar.

No passo a passo a seguir, aprenda a fazer o coque de bailarina perfeito.

1. Separe pente, grampos e fixador

O pente deve ser fino e os grampos, de preferência, da mesma cor do seu cabelo. Você vai precisar de cerca de 10 grampos para o cabelo. Para escolher o fixador, procure por um produto adequado ao seu tipo de cabelo.

Além desses materiais, você vai precisar também de:

  • Borrifador com água;
  • Elástico de cabelo;
  • Redinha e acessório para finalizar o penteado — laço ou fita.

2. Prepare o cabelo

Se você acabou de lavar o cabelo, seque-o completamente com o secador antes de iniciar o penteado. Prendê-lo muito molhado pode fazer mal para o seu couro cabeludo e, quando você soltar o penteado, estará com o cabelo muito quebradiço.

Quando as madeixas estiverem secas, prenda o cabelo em um rabo de cavalo na altura das orelhas (não deve ser nem muito alto, nem muito baixo) e prenda bem. Com ele preso, borrife um pouco de água na parte externa (mas borrife pouca água! Lembre-se dos males que o cabelo preso sofre quando está molhado tem).

Com o cabelo levemente úmido, fica mais fácil de modelar o coque, principalmente para quem tem o cabelo mais grosso e rebelde.

3. Modele o coque

O próximo passo é fazer o coque propriamente dito. Para ajudar, tenha dois espelhos para que você possa ver o resultado atrás da cabeça.

Enrole todo o rabo de cavalo em uma única mecha, formando um espiral que envolve o elástico que está prendendo o rabo. Prenda o coque com os grampos em um formato de “X” na cabeça. Se conseguir, evite o coque “pontudo”, amassando o cabelo para que ele fique mais espalhado. As mechas que se soltarem devem ser presas com grampos rentes ao couro cabeludo.

4. Finalize o penteado

A finalização é a parte mais simples. Aplique spray fixador em todo o coque de modo que ele fique firme por todo o dia. Outras opções para quem não tem o spray, é usar gel (para um efeito mais definido) ou creme de pentear (para um coque mais despojado).

Depois, basta encaixar a rede e enfeitar com um laço ou com uma fita o penteado. Algumas dançarinas mais modernas gostam de usar flores também. Essa parte fica por sua conta!

O legal de ter um coque com spray finalizador e rede para segurar é que, além de não desmanchar, ele não atrapalha o andamento da aula. Se for para uma apresentação então, capriche no spray e nos grampos! Coque desmanchando, além de feio, atrapalha o rendimento da bailarina.

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Como escolher a sapatilha de ponta perfeita?

Conseguir fazer um bom trabalho de pontas é lindo e muito gratificante, mas para chegar lá, é preciso escolher a sapatilha certa para seus pés e, muitas vezes, isso não é uma tarefa fácil. Infelizmente, muitas bailarinas perdem um bom tempo com os modelos errados, o que influencia muito na forma como trabalhamos nossos pés e no resultado.

Por isso, nest post, ajudaremos você com algumas dicas para saber qual é a melhor sapatilha de ponta para iniciantes nessa etapa do ballet. E assim fazer com que você consiga escolher o seu primeiro modelo, minimizando a chance de erros na hora da escolha. Confira!

Conheça as características dos seus pés

Os pés são a base e a estrutura do nosso corpo, e quando se trata de ballet devemos redobrar essa sua função. Portanto, o segredo número um é conhecer bem a sua anatomia e as características. Muitos fatores influenciam na hora de comprar a sua primeira sapatilha de ponta, como:

  • o comprimento  dos dedos;
  • a largura do pés;
  • o tipo de colo de pé;
  • o tipo de a pisada;
  • se o pé é chato;
  • a força da bailarina;
  • o objetivo para que será usada a sapatilha.

Não existe uma sapatilha que seja perfeita para qualquer tipo de pé, e por isso, é importante se conhecer bem antes de fazer sua escolha. Prepare-se para mergulhar no universo dos pés, e entenda cada cantinho deles antes de adquirir a sua primeira sapatilha de ponta. Veja abaixo algumas características que farão toda diferença nesse momento.

Formato dos pés

A primeira característica a se observar nos pés antes de comprar a sua primeira sapatilhas de pontas é o formato dos pés, que deve considerar, também, o tamanho dos dedos. De maneira geral, há três tipos:

  • pé grego: tem o segundo dedo maior que os demais;
  • pé egípcio: dedão é maior e segue em escadinha até o mindinho;
  • pé quadrado: tem os três dedos do mesmo tamanho, geralmente dedão, segundo e terceiro dedos.

Cada um desses tipos pode ser largo ou estreito. Além disso, com relação a planta dos pés (ou pisada), os pés podem ser:

  • chato: pouco colo de pé;
  • normal: colo do pé normal;
  • cavo: muito colo de pé.

Força dos pés

A força dos seus pés influencia muito na escolha de qual a melhor sapatilha de ponta para inciantes. Nem sempre ela está ligada à experiência, afinal, algumas pessoas já têm essa parte do corpo mais resistente mesmo sem ter feito um trabalho de pontas extensivo.

Por isso, caso você ainda não conheça bem a força dos seus pés, busque experimentar três modelos diferentes — um para iniciantes, um mediano e um mais reforçado — e veja na loja como eles se encaixam.

Calce todas e observe como o arco é formado na palmilha. Ele não deve ser muito forte, já que temos que levar em consideração que a sapatilha “quebrará” com o tempo, se moldando aos seus pés. Ou seja, se você já conseguir formar um arco perfeito logo de cara, significa que essa sapatilha é muito fraca e, provavelmente, será preciso utilizar uma mais reforçada. Portanto, faça o teste e encontre a melhor opção.

Largura dos pés

A largura dos pés é outra característica de atenção na hora de escolher a sua primeira sapatilha de ponta. Afinal, um modelo de box mais larga que os seus pés não dará a firmeza necessária para realizar os movimentos. E o contrário também pode atrapalhar, causando dores insuportáveis na hora de fazer a ponta.

Nesse momento, vale a técnica do teste também. Portanto, procure calçar os dois tipos de sapatilhas e verifique qual fica mais confortável para o formato dos seus pés.

Colo do pé

Há quem relacione o colo do pé com força, contudo, não necessariamente quem tem essa parte dos pés protuberante terá mais força na hora de realizar o movimento. Por isso, na hora de escolher sua sapatilha, esses elementos devem ser analisados separadamente.

O colo do pé influencia no tipo de decote da sua sapatilha. Para quem tem muito, os modelos com decote alto são a melhor opção, já que essa característica ajuda a conter os pés para que seu corpo não saia do eixo. Já quem tem pouco deve optar por um decote baixo, permitindo que essa parte seja mais exposta e tenha mais liberdade para se desenvolver.

Compre pessoalmente a sua primeira sapatilha de ponta

Após tantos anos de ballet, é chago o grande momento de comer os trabalhos de ponta. Depois de anos de aulas e dedicação, agora, você passará a se profissionalizar, e um passo tão importante como esse merece uma atenção especial, não é mesmo? No entanto, como você ainda não iniciou nas pontas, nossa recomendação é que o modelo seja escolhido pessoalmente.

Para quem já tem anos de ballet, fez experimentações e conhece bem os pés e as marcas de qualidade não há nenhum problema em adquirir em lojas virtuais. Contudo, para a primeira sapatilha de ponta é melhor prová-la, até mesmo porque não é um item barato e, caso você não acerte de primeira, pode ser necessário comprar outra.

Peça orientação do seu professor

Além de conhecer o tipo de ballet treinado, ele também reconhece as suas características como bailarina, e por isso, pode ser a pessoa ideal para dar dicas sobre quais as características que a sua primeira sapatilha de ponta deve ter.

É o seu mentor quem dará as aulas e irá prepará-la para fazer lindos arabesques. E tipo, objetivo e método das aulas podem influenciar significativamente na escolha das sapatilhas. Afinal, há professores que usam técnicas mais dinâmicas e fortes, enquanto também existem aqueles que ensinam de maneira mais gradual.

Dessa forma, o modelo pode depender de como o seu corpo está formado, seu preparo físico, entre outras características que apenas o seu professor pode identificar.

A escolha inadequada pode prejudicar o seu desempenho e ocasionar em lesões graves — como danos nos músculos e nas articulações. Além disso, um modelo mal escolhido pode levar à sobrecarga nos joelhos, quadris e colunas. Por isso, pense bem na hora de escolher qual a melhor sapatilha de ponta para iniciantes e fique atenta a qualquer sinal de dores nessas regiões.

Agora que você já sabe escolher as sapatilhas ideais para os seus pés, não deixe de conferir os nossos modelos em nossa loja virtual.

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