Proteína

Descubra 4 grandes mitos sobre nutrição esportiva

Na busca pelo corpo ideal, muita gente pode entrar em verdadeiras enrascadas. Inclusive, comprometendo a saúde em razão de más orientações referentes a nutrição esportiva.

Seja no ambiente das academias, em lojas de suplementos ou em textos na internet, é preciso sempre ficar muito atento para não acreditar em mitos.

Isso porque muitas conclusões não são baseadas em estudos científicos, ou seja, é preciso contar com orientações de profissionais qualificados e também de fontes seguras de informação.

Para auxiliá-lo nessa busca, vamos mostrar neste post quatro mitos que frequentemente entram na pauta das discussões de quem está em busca de mais qualidade de vida. Vamos lá?

Mitos sobre a nutrição esportiva

1. Consumir açúcar antes do treino é prejudicial

O consumo de açúcar tanto antes de um treinamento, de uma apresentação ou competição contribui para aumentar os níveis de glicose no sangue, ou seja, ajuda no armazenamento de energia.

Dessa maneira, os estoques de glicogênio auxiliam em uma boa resposta do corpo ao longa da prática esportiva, principalmente em atividades de longa duração, como em uma apresentação de ballet.

Por isso, é importante sempre manter os níveis equilibrados para que não aconteça uma hipoglicemia — queda no nível de glicose —, fato que pode influenciar em quedas no rendimento e até mesmo em desmaios.

2. Vitaminas e minerais fornecem energia extra

Mais um mito, pois as vitaminas e sais minerais, na verdade, são recursos auxiliares, ou seja, precisam de complementos no fornecimento de energia.

Para isso, é preciso manter uma alimentação balanceada, rica em carboidratos, proteínas, frutas, legumes, verduras, fibras, grãos, enfim, tudo de acordo com orientações de profissionais especializados, como nutricionistas.

Portanto, não caia nessa armadilha. Evite comprar várias vitaminas como se fossem a resposta para a sua disposição. É preciso manter a cautela sempre em evidência.

3. Muita proteína reflete em ganho muscular

Se você acha que comer muita proteína é sinônimo de ganho de massa muscular, abandone esta ideia.

Primeiramente, é preciso manter o equilíbrio, independentemente do tipo da atividade física escolhida, da dança à musculação.

Afinal, apesar dos macronutrientes existentes nas fontes de proteína, necessários para a construção do tecido muscular, é preciso evitar o excesso, que é prejudicial em todos os aspectos da vida.

Com isso em mente, seja cauteloso e faça uma dieta equilibrada, de acordo com a sua estrutura física, sem excessos, pois o consumo exagerado de proteína pode sobrecarregar o fígado, trazendo até mesmo problemas renais.

Ou seja, se a sua meta é cuidar da saúde, não caia neste mito que pode trazer um efeito inverso.

4. Câimbras são sinais de desidratação

Se você já ouviu falar que câimbras são reflexo da falta de água no organismo, saiba que esta afirmação está totalmente equivocada.

Existem vários fatores que podem causar este problema e a nutrição esportiva não tem ligação direta com as câimbras. Exceto para quem tem alguma influência genética, mas não por conta da desidratação.

Dentre as causas da câimbra, podemos citar o esforço excessivo de exercícios físicos, sobrecarregando os músculos e o organismo como um todo.

Nutrição esportiva

Diante desses quatro mitos apresentados, a orientação é sempre buscar orientação profissional antes de começar uma dieta.

Seja no ballet, na musculação, na corrida, enfim, não importa qual seja a sua atividade de preferência, manter uma dieta alicerçada em uma boa distribuição dos alimentos é essencial para contribuir com a qualidade de vida.

Tenha sempre em mente que não existem milagres. Tudo é resposta de várias pequenas ações ao longo de um bom período de tempo, ou seja, tenha calma na busca de seus objetivos e não tente radicalizar.

Afinal, o mais importante é conseguir manter a meta alcançada seja no ganho de massa ou perda de peso assim como as evoluções obtidas em sua modalidade de preferência, em especial, por meio das aulas de ballet.

E você, já caiu em algum mito sobre nutrição esportiva? Compartilhe este artigo em suas redes sociais e ajude amigos e familiares a não entrarem nessa fria!

Entenda o papel da alimentação na prevenção de lesões musculares

A alimentação adequada tem papel fundamental para a prevenção de lesões musculares, mas muitas vezes é deixada em segundo plano. Assim como a duração dos treinos, visitas ao ortopedista e o uso de equipamentos adequados na hora do exercício, a alimentação tem papel chave para que as lesões não aconteçam.

Uma alimentação adequada envolve uma dieta nutricional rica e complementada por uma boa suplementação. É preciso considerar que cada atleta, de acordo com a modalidade que pratica, seja ele amador ou profissional, terá sua dieta específica. No entanto, alguns fatores gerais podem ser considerados para todos, como evitar o uso de álcool, o tabagismo, bem como de açúcares e frituras, que devido ao caráter inflamatório que possuem, prejudicam bastante a recuperação de lesões e a prevenção.

Listamos, abaixo alguns alimentos essenciais para uma boa dieta para quem pratica exercícios.

Cúrcuma

Sabe aquele tempero amarelado, em pó, muito utilizado pelos indianos, mas que não é o curry? Pois é, a cúrcuma tem um elemento chamado curcumina com ótimo efeito anti-inflamatório, o que a torna muito interessante para a cura de lesões. Carnes, molhos, saladas e sucos ficam ótimos com cúrcuma!

Gengibre

Assim como a curcumina, o gingerol, substância presente no gengibre, é excelente para redução de infamações. Atua também no combate de inchaços e dores, bem como vai de encontro às chamadas citocinas inflamatórias. Cai muito bem, picadinho, ralado ou em pó, em molhos, carnes, saladas e sucos.

Proteína

Uma boa dieta para quem pratica esportes envolve o consumo de proteínas, sejam elas de origem animal, de mais fácil absorção e mais fácil de encontrar (em peixes, aves e carne bovina), como vegetal (presente na soja, no feijão, na lentilha e no grão-de-bico, por exemplo).

A proteína é o que fornece a estrutura adequada para as articulações, tendões, ligamentos e músculos. Por isso é fundamental não se abrir mão.

Chá verde

Assim como o gengibre e a cúrcuma, se você quer cortar as chamadas citocinas inflamatórias, use a erva do chá verde. Ele ainda protege, contra lesões oxidativas, as articulações.

Ômega 3

Presente em peixes, como bacalhau, atum, salmão e cacao, os ácidos graxos ômega 3 contribuem fortemente no tratamento de lesões e na redução do inchaço. É ele que contribui para a entrada de novas células nas articulações. É vendido também como capsula.

Cálcio

Lembre-se que quem te deixa de pé, em conjunto dos músculos, são os ossos. Por isso cuide de fortalecê-los, dando espaço para leite, queijos e iogurte na sua dieta! Lembre-se que, quando envelhecer, as chances de osteoporose aumentam. Previna-se desde já!

Como complemento, busque sempre ingerir vitaminas C (presente na laranja, na acerola e no limão) e E. Elas estimulam a sintetização de substâncias que formam as cartilagens. E sempre fique longe de substâncias proibidas, como anabolizantes, que fazem promessas de crescimento muscular, mas só tendem a ferrar com a sua saúde e podem causar até câncer.

E aí, muita coisa ajuda a deixar os seus 1200 músculos de pé, não é? Se souber de mais dicas, comente aqui no post. Busque sempre uma dieta equilibrada para não deixar nenhum deles parar no meio daquele alongamento puxado com a perna pro ar!